International Speculative Fiction

05.05.12

International Speculative Fiction 

About

 

Welcome to International Speculative Fiction!

Roberto Mendes

Editor in Chief

How great would be to be able to read non-anglophone Speculative Fiction on a regular basis? And how awesome would it be to do it for free?

You can find out here, in the official site of International Speculative Fiction!

But what exactly is International Speculative Fiction?

 International Speculative Fiction (“ISF”) is an e-zine with free online distribution every 3 months featuring Speculative Fiction exclusively of International authors (non-anglophone authors).

ISF will publish 3 to 4 short stories per number, as well as one article and one interview!

Also, ISF will publish in its site a short story and an article every two weeks!

We are also aiming to publish a series of articles about the Speculative Fiction scene in various country’s. Our first article is called “Science Fiction in Portugal – The Drawing up of a Territory” by Teresa Sousa de Almeida”.

The above mentioned article presents the Portuguese Science Fiction production in the last two decades of the 20th century!

Check out the submissions guidelines and start submitting!

The Editor In Chief,

Roberto Mendes

 

 

publicado por sá morais às 22:48

Volluspa no SCIFIWORLD

11.04.12

 

 

Clique na imagem!

 

 

 

Vollüspa - Nova Fantasia

06.04.12

 

 

 

Calificación: 
Antoloxía por Roberto Mendes
Hugo Mota Editora, 2012

Vollüspa é unha escolma de contos portugueses de xénero fantástico publicada recentemente pola Hugo Mota Editora e na que se dan cita da man do seu antoloxista, Roberto Mendes, histórias novas e vellas, autores novos e veteráns, das tres principais pólas do xénero fantástico: a ficción científica, o terror e mais a fantasía.

Se a ciéncia-ficción é definida decote coma a descrición do presente en termos de futuro, neste tomo atopamos outras aproximacións non menos interesantes, coma a fría descrición dun nadal no futuro mais comercial (Natal, de Carlos Silva) ou o futuro coma froito de conspiracións provintes do noso pasado (Eternidade, de João Ventura). E tamén a imaxinária descrición do universo por un lendário autor medieval, sen dúbida menos interesante cá do universo real, pero así e todo moito mais humana (O pequeno guía do ceu de Tristán de Sapincourt, porAfonso Cruz).

Mais preto da definición tradicional de ciéncia-ficción está a visión do futuro da nosa democrácia grazas ao avance da tecnoloxía (curioso que lin desta ideia por primeira vez aló polos anos 70, e xa daquela soaba moito menos fantástica que agora) descrita en A queda de Roma, antes da telenovela por Luís Filipe Silva. E asemade a redefinición da nosa história seguindo as convicións frías, científicas e positrónicas dunha raza de computadores… que aínda fala en termos relixiosos (Génesis, Apocalipse, de Roberto Mendes).

O terror é ese xénero sempre en decadéncia, lastrado pola súa pesada carga de goticismo que impide que recoñezamos os esforzos dos escritores por achega-lo á idade contemporánea. É o esforzo de José Manuel Morais en A vida é um sonho, da man dun psiquiatra demasiado vencellado aos pesadelos dos seus pacientes. Ou o da nova versión das lendas ruráis misturada co cinema mais actual dos serial killers que nos oferece José Pedro Lopes en O mal do noso rio.

E por fin, a fantasía, que grazas ao cinema e mais á literatura está a rexurdir nas últimas décadas coma o derradeiro verdadeiro reduto da expresión do xénero. E aquí sempre hai tempo para ver novas versións e voltas de rosca, mesmo con comezos clásicos coma os da herdanza que describe Álvaro de Sousa Holstein en A máquina, para min o conto mais refrescante e redondo dos que compoñen este libro. Pero tamén vemos a renovación do xénero no romanticismo de castelos e princesas de Disney (ou era de Tim Burton?) que tocan o piano grazas a Carina Portugal (O acorde das almas).

Pola súa banda, Carla Ribeiro amósa-nos cales poden ser as delicadas fronteiras entre fantasía e terror na fatalista A queda, e Joel Puga en O último albisca cal pode ser o destino dun vampiro perante o final dos tempos. Son outros xeitos de aproximación ao fantástico, que oferece posibilidades variadas, ás veces dirixidas a un público mais específico, se cadra os nenos que coma o Luís protagonizan A sala de Marcelina Gama en loita cunha bóla de pelo verde que escapa dos contos. Por non falar do mundo límite de completa loucura que describeNuno Gonçalo en Enquanto dormias, mais o que é a fantasía senón outra forma de loucura?

E así chegamos ao fantástico de Pedro Ventura, que desta volta en Uma questião de lugar esquece o clasicismo da épica e léva-nos a un conto moderno que ben podería pasar por guión cinematográfico de televisión dos anos 50 para adolescentes tipo Twilight Zone (pero iso si, dirixido por M. Night Shyalaman). O libro remata con outro conto que nos convida a relembrar a fantasía que forma parte da nosa actualidade, as creacións dos pastores da idade de bronce que aínda guían a vida de moita xente no mundo en Vermelho de Regina Catarino.

Vollüspa é ao cabo unha boa nova sen dúbida para a literatura en xeral, que precisa de que a fantasía lle forneza da irrealidade que todos procuramos cando decidimos mergullar-nos nas páxinas dun libro.

 

 

Lançamento do Jornal Conto Fantástico!

07.07.10

Finalmente, depois de todos os problemas iniciais se encontrarem ultrapassados, estamos em condições de informar que a apresentação do Jornal “Conto Fantástico” será realizada no dia 21 de Julho, no auditório da Biblioteca Orlando Ribeiro, em Telheiras! É um espaço de excelência, bem conhecido por todos os que têm seguido o Fórum Fantástico organizado pelo Rogério Ribeiro e pela Saafa Dib. Esperamos por todos os leitores interessados em conhecer este projecto…para a sessão de lançamento reservamos algumas surpresas, num evento que terá início a partir das 19 horas!

Brevemente será revelado o cartaz com o programa detalhado.

Para todos os que preferirem comprar o jornal mais cedo, podem-no fazer através do site da editora Antagonista a partir desta sexta-feira, dia 9 de Julho!

O Director:

Roberto Mendes

A Editora:

Antagonista

publicado por sá morais às 23:30

Goor II - Crítica publicada no CPLF por Roberto Mendes como carta aberta ao autor.

21.05.10

 

Critica a Goor 2 de Roberto Mendes



É difícil fazer uma crítica a uma obra tão sublime, mas vou tentar não deixa no esquecimento nenhuma das partes que mais me impressionaram e as poucas, muito poucas, partes de que não gostei muito.
Desde logo considero goor 2 uma obra impregnada de originalidade pois colocas o destino da historia nas mãos dos homens e tornas a essência humana na “personagem” fulcral da mesma. Não recorres a nenhuma colagem a outros universos e isso é de louvar pois propuseste-te a criar um universo de raiz e, na minha opinião, acabaste por construir algo que se assemelha em grandeza a outras grandes obras como a terra média de Tolkien ou a Faerie da mitologia celta. Mas as marcas de originalidade não se esgotam com o facto de serem os homens a decidir o destino do mundo, também o facto de o artefacto sobre o qual a história se desenvolve e evolui não ser o principio e o fim da própria história me deixou muito satisfeito e surpreso; O universo de goor revela-se um mundo colossal e credível, com descrições perfeitas, soberbas, que nos fazem sonhar com cidades imponentes e com noites passadas num balcão do palácio levando banhos de estrelas. As cidades são definidas ao pormenor, com uma perícia de arquitecto, pois tenho a certeza que apenas pelas tuas descrições se podiam desenhar as várias cidades. A parte descritiva que mais me impressionou acabou por ser a descoberta de Fir Hur Abat, pela aura de magia e misticismo que se impregnava na cidade e pela gigantesca escala a que a cidade nos é descrita; A magia sente-se nas linhas em que descreves tão bela e lendária cidade!!! Tal como em Goor 1 a parte do romance é explorada com mestria, com os sentimentos a surgirem tão puros que quase os sentimos tocar-nos quando lemos as palavras. A tua “veia” de romancista tem tremenda qualidade e isso nota-se À medida que os sentimentos afloram nos corações das personagens levando a que exista uma dança de sentimentos puros entre os mais improváveis personagens juntando homens e mulheres de personalidades tanto fortes como distintas. Adoro o facto de ter acesso ao lado lunar de todos os personagens, incluindo Feaglar, pois normalmente o autor apenas explora o melhor lado de algumas personagens e o pior de outra, raramente são explorados os dois lados numa mesma personagem, penso que mais que tudo é isto que te define enquanto mestre da escrita. Apesar de preferir uma magia mais presente no enredo e nos destinos das histórias penso que o facto de a magia aparece tratada de forma sublime por ser simples e por não fazer parte do principal da acção (o que muda os destinos não são grandes feitiços, é o carácter de cada personagem) constitui uma lufada de ar fresco na literatura fantástica moderna. As jornadas em busca do draidex e as viagens de regresso com todas as circunstâncias e enredos secundários que assumem um papel tão preponderante na linha principal da história são maravilhosas, cheias de perigos, de batalhas intensas em que usas cenas fortes e cinematográficas de uma forma genial. A cada batalha que se aproxima é como se deixasse de ler e passa-se a ver as imagens que decidem o futuro dos Dhorians;
Penso que conseguiste criar um verdadeiro mundo onde apenas sinto falta de uma fauna e flora mais presente mas em que a morfologia, mitos, lendas, costumes e tradições se encontram definidas de forma perfeita, sem falhas! Admiro a forma simples com que contas a história, não és um escritor de artifícios como por vezes eu próprio faço, és, sem sombra de dúvidas, um cronista brilhante; Penso que enquanto escritor é esse o estilo que melhor te define: a crónica;
Juntamente com a cidade de fir hur abat o que mais me impressionou foram as personagens fenomenais como sarraden, galana, gar dena, a perfeita caledra, o próprio feaglar, odraglar, etc…. são personagens com personalidades completamente distintas, delineadas com precisão, alguns são homens como todos nós, outros são tudo aquilo que gostaríamos de ser; Podia descorrer sobre estas personagens durante vários dias a fio pois tornaram-se verdadeiramente nos meus companheiros de armas ao longo da trama, sorri e sofri com todos eles! Como personagens principais amei a personagem Caledra mas sempre desejei secretamente que fosse Galana a ocupar um lugar de destaque no futuro da historia e fiquei muito satisfeito quando por fim tal aconteceu. O facto de teres trocado o pólo forte dos homens para as mulheres é mais um toque da genialidade com que desenvolveste goor;
Depois de ler a tua obra percebo que o goor és tu, que vem de ti, das tuas interpretações sobre a vida e é por isso que esta história ganha uma dimensão diferente. Para mim goor 2 foi o melhor livro de literatura fantástica que li nos últimos três anos, logo a par de “jonhatan strange e o sr norrel” de susanna clark.
Em termos de literatura fantástica na sua vertente épica a tua obra surge nas minhas preferências logo após a obra de Tolkien. Considero Goor melhor que o mundo de Robert Jordan ou Marion Zimmer Bradley; E de entre os autores portugueses considero que te encontras num nível superior a todos os outros : para mim é fácil fazer a comparação pois já li quase tudo o que existe em português no âmbito da literatura fantástica;
Devo dizer-te que aprendi muito ao ler Goor; Tornaste-te numa referência para mim e numa inspiração também, pois sonho um dia atingir o nível de mestria que tu tanto dominas. É um prazer e um imenso orgulho poder corresponder-me contigo e trabalhar a teu lado no correio do fantástico, por isso te deixo um obrigado sincero e me despeço com votos de amizade; Tornaste-me num verdadeiro Dhorian!!!
Espero que gostes da critica.

Roberto Mendes (autor e editor de fantasia)


Data de inscrição: 01/09/2009

Desvendando um pouco da Vollüspa

18.03.10

Três caras novas serão publicadas nesta antologia, em conjunto com outros autores mais habituais no panorama do fantástico português. Alguns dos nomes são já conhecidos, mas pouco mais…por isso aqui fica o que deve ser a versão final da capa (sujeita a uma ou outra pequena alteração) com uma imagem fantástica do artista portuense Augusto Peixoto.

 

publicado por sá morais às 23:29

Vollüspa – A Antologia de contos do fantástico!

15.02.10

A Vollüspa será publicada pela “HM”, uma editora do Porto que funciona principalmente como Print on Demand mas que também publica alguns livros sem usar esta fórmula, como aconteceu com a antologia de contos “E morreram felizes para sempre” da autora Carla Ribeiro. Será nesta segunda forma que a Vollüspa será publicada. Com lançamento esperado para  Março ou Abril de 2010, contará com autores como Luís Filipe Silva, Rogério Ribeiro, Pedro Ventura e Carla Ribeiro. Também autores desconhecidos marcam presença com o primeiro conto publicado: Nuno Gonçalo Poças e Carina Portugal. Ainda com um autor surpresa, será um projecto que demonstrará o verdadeiro potencial da literatura fantástica portuguesa!

Roberto Mendes

 

publicado por sá morais às 12:44

Dagon- dia 23 de Janeiro no Clube Literário do Porto

13.01.10

 

 

“Mais que uma apresentação, uma reunião em volta das artes no fantástico”

Quando imaginei como poderia ser o momento da apresentação da revista, logo me surgiram algumas ideias. Não queria apenas pegar num exemplar e apregoar o quanto ele tinha qualidade, o quanto era bonito, enfim…tentar vender o produto. Não, isso não queria mesmo! O que realmente sonhava era com um momento de união entre os leitores do género, os autores da revista e os demais que marcassem presença. Mostrar que no fantástico existem artes e artistas excepcionais, que também vão muito além da escrita. Não ambicionava o silêncio, pois silencioso demais tem estado o fantástico português. Surgiu assim a ambição de apresentar os trabalhos de quatro autores portugueses nas áreas da ilustração, nas galerias do Clube Literário do Porto, local de excelência para estas ocasiões. Surgiu também a “necessidade” de discutir alguns temas em mesas redondas, deixando a conversa fluir entre oradores e todos os presentes. Originalidade? Não! Influências óbvias do trabalho desenvolvido antes, principalmente pelo Rogério Ribeiro. Se conseguir trazer tanta união à volta deste género como o Rogério trouxe, nem que seja por apenas por umas horas, o objectivo máximo estará conseguido. E por último a música, com a eventual presença de um pianista profissional (ainda por confirmar).

A revista consiste num desafio, mais do que numa afirmação. Um desafio à leitura, à descoberta de novos autores, novos contos, novos artigos, novas imagens e à redescoberta do melhor que se tem feito em Portugal no género… Novamente, se esta revista se conseguir aproximar dos trabalhos feitos por outros editores (tal como me foi recentemente relembrado, com toda a justiça, no fórum bbde) como o Rogério (Bang), o Ricardo (Nova) e o Tiago Gama (Phantastes) então será para mim um sucesso. Não arrogo para qualquer tipo de louro, não quero fama, não anseio por reconhecimento. Outros fizeram antes de mim um trabalho colossal. Agora dou o meu singelo contributo, para o qual sem a ajuda de todos os envolvidos não seria possível de realizar.

Quanto à substância da revista, posso afirmar que conta com autores de enorme qualidade, que fizeram um excelente trabalho. Os leitores poderão ler quatro contos, quatro artigos, uma entrevista, um pequeno texto em prosa poética e ainda conhecer o trabalho do ilustrador Miguel Ministro, ao qual pertence a imagem de capa, inspirada no conto “Dormindo com o Inimigo” de Luís Filipe Silva. Poderão ler o que pretende ser uma homenagem a João Barreiros, deliciar-se com autores portugueses, como Carla Ribeiro, Luis Canau e Nuno Fonseca e estrangeiros como Larry Nolen e Nir Yaniv. Poderão por último gostar ou não gostar e deverão criticar!

A edição assenta em três bases: dar a conhecer os melhores trabalhos dos autores portugueses (conhecidos ou desconhecidos), dar a conhecer autores internacionais e relembrar trabalhos históricos. Também não é algo original; ainda recentemente me foram apontadas as seguintes publicações: “Bang” 0, 1 e 2: Lavie Tidhar, Frank Roger, Sarah Hoyt, entre outros; “Nova”: Csilla Kleinheincz, Santiago Eximeno; e ainda outros na “Phantastes”.
Mas ainda que não sendo original, é uma aposta forte, que poderá trazer frutos:)

Não poderia ter ambicionado um local melhor que o Clube Literário do Porto, que conta com excelentes instalações e com uma filosofia que em tudo se assemelha ao implementado na revista.

Será uma revista de publicação trimestral, com o total de quatro números por ano. Estará disponível em algumas livrarias nas cidades de Lisboa e Porto e poderá também ser adquirida através de uma assinatura anual.

É sobretudo uma aposta na qualidade. Com um trabalho impecável da editora Edita-me, que  começa desta forma a sua aposta no mercado de literatura fantástica e que em tudo se afastou de um trabalho de “vanity press”.

 

Roberto Bilro Mendes

 

Fica o programa, que pode ainda ser sujeito a algumas mudanças por motivos de força maior:

Clube Literário do Porto:

 

16:30: Inauguração da exposição de arte fantástica nas galerias.

 

17:00: Cave: Mesa redonda com o tema “Ficção Científica Internacional, ilusão ou realidade?”. Oradores: Luís Filipe Silva e orador a confirmar;

 

17:45: Cave: Mesa redonda com o tema “Literatura Fantástica Portuguesa, que futuro?”. Oradores: Rogério Ribeiro e Pedro Ventura.

18:30: Galeria: Apresentação da revista “Dagon” com música ao vivo (a confirmar).

 

 

 

publicado por sá morais às 18:41

Dagon- Já disponível a versão corrigida!

07.09.09

Dagon revista-número zero – versão corrigida

Já está disponível a versão final corrigida. Pedimos desculpas pelos erros que foram sendo encontrados. Façam por favor o download desta versão!

Aqui está a Dagon, a nova revista do fantástico. Faz o teu download e não te esqueças de nos dar a tua opinião sobre todos os seus aspecto, seja aqui no correio, no site ou então para o e-mail correiodofantastico@gmail.com

.

 

Dagon – O Site Oficial!

26.06.09

WWW.DAGON.WEBNODE.COM

 

“Inovar e fazer mais e melhor que os projectos já existentes”

É este o espírito da Dagon, fazer mais, fazer melhor! Deste modo é com muito prazer que vos apresentamos uma das primeiras inovações deste tipo de projecto: todas as informações sobre a DAGON estarão disponíveis num site que lhe é exclusivamente dedicado; Será assim mais fácil, não só a distribuição dos exemplares, mas também a participação activa dos leitores no “FÓRUM DAGON”, a visualização de imagens na Galeria de Fotos e a leitura das mais recentes noticias sobre o projecto!

De aspecto simples e funcional, este é um site criado para os leitores, esperamos que gostem!

Por isso visitem, participem no fórum (todas as questões serão respondidas ) e, sobretudo, disfrutem da DAGON!

Dagon! A Nova Revista do Fantástico:

20.05.09

(imagem da capa com marca de água provisória)
 

Por considerar que será bom a existência de uma nova revista do fantástico, versando não só sobre literatura mas um pouco sobre todas as formas de manifestação da arte fantástica, para que assim possa existir uma competição saudável que, certamente, trará novo estimulo para a procura de um cada vez mais elevado padrão de qualidade, dentro de um paradigma em que a qualidade é já uma certeza… Por sentir que as edições semelhantes disponíveis não abrangem todas as formas de arte fantástica e que não oferecem  um espaço especialmente dedicado aos autores portugueses… E ainda por considerar que é chegado o tempo de fazer novas experiências: por tudo isto vos apresentamos a DAGON!, a nova Revista do Fantástico!

Com data de lançamento marcada para meados de Junho de 2009, esta revista tem como criadores Rita Comércio e Roberto Mendes e como autores João Paulo aka Gendo, Pedro Ventura, o Crítico e os demais participantes do Correio do Fantástico!

Podem contar com a participação de grandes vultos da literatura fantástica portuguesa, através de artigos de opinião e não só, como Luís Filipe Silva, Jorge Candeias, João Seixas, Rogério Ribeiro, Pedro Ventura e Carla Ribeiro; Podem ainda contar com a participação de nomes sonantes no panorama internacional como Ian R Macleod, M. J. Harrisson,  e Edgar A. Poe (com um poema soberbo)…

Mas não só de literatura viverá a Dagon, o desenho desempenhará uma função muito importante, e quem melhor que o genial artista João Paulo aka Gendo para nos apresentar o que de melhor se faz no desenho fantástico? Também o cinema terá o seu cantinho, onde o anime não será esquecido, bem como a música, entre outras manifestações desta arte tão especial que é o fantástico…

As entrevistas certamente deliciarão os leitores, onde as respostas serão dadas por autores como Luís Filipe Silva, Jorge Candeias, Pedro Ventura, Ian R. Macleoud e M. J. Harrisson…

Procuramos sobretudo dar espaço aos mais novos, assim  o prova a criação de uma rúbrica dedicada aos mais jovens; Começaremos com um conto de Francisco Norega, um jovem autor com enorme margem de progressão!

A Vollüspa aparecerá das brumas, deixando o leitor descobrir os seus segredos, num artigo onde o véu será puxado e tudo será revelado…

De distribuição gratuita na Internet, a DAGON! alcançará, em vós leitores, a imortalidade…

Por agora podem fazer Download de uma das melhores edições de sempre da revista Bang! aqui, revista que deixará agora de batalhar sozinha pelo Fantástico nas artes…

Rita Comércio e Roberto Mendes

 

Critica a Goor 2 de Roberto Mendes

01.10.08

 

Crítica ao mundo de Goor:
 
É difícil fazer uma crítica a uma obra tão sublime, mas vou tentar não deixa no esquecimento nenhuma das partes que mais me impressionaram e as poucas, muito poucas, partes de que não gostei muito.
Desde logo considero goor 2 uma obra impregnada de originalidade pois colocas o destino da historia nas mãos dos homens e tornas a essência humana na “personagem” fulcral da mesma. Não recorres a nenhuma colagem a outros universos e isso é de louvar pois propuseste-te a criar um universo de raiz e, na minha opinião, acabaste por construir algo que se assemelha em grandeza a outras grandes obras como a terra média de Tolkien ou a Faerie da mitologia celta. Mas as marcas de originalidade não se esgotam com o facto de serem os homens a decidir o destino do mundo, também o facto de o artefacto sobre o qual a história se desenvolve e evolui não ser o principio e o fim da própria história me deixou muito satisfeito e surpreso; O universo de goor revela-se um mundo colossal e credível, com descrições perfeitas, soberbas, que nos fazem sonhar com cidades imponentes e com noites passadas num balcão do palácio levando banhos de estrelas. As cidades são definidas ao pormenor, com uma perícia de arquitecto, pois tenho a certeza que apenas pelas tuas descrições se podiam desenhar as várias cidades. A parte descritiva que mais me impressionou acabou por ser a descoberta de Fir Hur Abat, pela aura de magia e misticismo que se impregnava na cidade e pela gigantesca escala a que a cidade nos é descrita; A magia sente-se nas linhas em que descreves tão bela e lendária cidade!!! Tal como em Goor 1 a parte do romance é explorada com mestria, com os sentimentos a surgirem tão puros que quase os sentimos tocar-nos quando lemos as palavras. A tua “veia” de romancista tem tremenda qualidade e isso nota-se À medida que os sentimentos afloram nos corações das personagens levando a que exista uma dança de sentimentos puros entre os mais improváveis personagens juntando homens e mulheres de personalidades tanto fortes como distintas. Adoro o facto de ter acesso ao lado lunar de todos os personagens, incluindo Feaglar, pois normalmente o autor apenas explora o melhor lado de algumas personagens e o pior de outra, raramente são explorados os dois lados numa mesma personagem, penso que mais que tudo é isto que te define enquanto mestre da escrita. Apesar de preferir uma magia mais presente no enredo e nos destinos das histórias penso que o facto de a magia aparece tratada de forma sublime por ser simples e por não fazer parte do principal da acção (o que muda os destinos não são grandes feitiços, é o carácter de cada personagem) constitui uma lufada de ar fresco na literatura fantástica moderna. As jornadas em busca do draidex e as viagens de regresso com todas as circunstâncias e enredos secundários que assumem um papel tão preponderante na linha principal da história são maravilhosas, cheias de perigos, de batalhas intensas em que usas cenas fortes e cinematográficas de uma forma genial. A cada batalha que se aproxima é como se deixasse de ler e passa-se a ver as imagens que decidem o futuro dos Dhorians;
 Penso que conseguiste criar um verdadeiro mundo onde apenas sinto falta de uma fauna e flora mais presente mas em que a morfologia, mitos, lendas, costumes e tradições se encontram definidas de forma perfeita, sem falhas! Admiro a forma simples com que contas a história, não és um escritor de artifícios como por vezes eu próprio faço, és, sem sombra de dúvidas, um cronista brilhante; Penso que enquanto escritor é esse o estilo que melhor te define: a crónica;
Juntamente com a cidade de fir hur abat o que mais me impressionou foram as personagens fenomenais como sarraden, galana, gar dena, a perfeita caledra, o próprio feaglar, odraglar, etc…. são personagens com personalidades completamente distintas, delineadas com precisão, alguns são homens como todos nós, outros são tudo aquilo que gostaríamos de ser; Podia descorrer sobre estas personagens durante vários dias a fio pois tornaram-se verdadeiramente nos meus companheiros de armas ao longo da trama, sorri e sofri com todos eles! Como personagens principais amei a personagem Caledra mas sempre desejei secretamente que fosse Galana a ocupar um lugar de destaque no futuro da historia e fiquei muito satisfeito quando por fim tal aconteceu. O facto de teres trocado o pólo forte dos homens para as mulheres é mais um toque da genialidade com que desenvolveste goor;
Depois de ler a tua obra percebo que o goor és tu, que vem de ti, das tuas interpretações sobre a vida e é por isso que esta história ganha uma dimensão diferente. Para mim goor 2 foi o melhor livro de literatura fantástica que li nos últimos três anos, logo a par de “jonhatan strange e o sr norrel” de susanna clark.
Em termos de literatura fantástica na sua vertente épica a tua obra surge nas minhas preferências logo após a obra de Tolkien. Considero Goor melhor que o mundo de Robert Jordan ou Marion Zimmer Bradley; E de entre os autores portugueses considero que te encontras num nível superior a todos os outros : para mim é fácil fazer a comparação pois já li quase tudo o que existe em português no âmbito da literatura fantástica;
Devo dizer-te que aprendi muito ao ler Goor; Tornaste-te numa referência para mim e numa inspiração também, pois sonho um dia atingir o nível de mestria que tu tanto dominas. É um prazer e um imenso orgulho poder corresponder-me contigo e trabalhar a teu lado no correio do fantástico, por isso te deixo um obrigado sincero e me despeço com votos de amizade; Tornaste-me num verdadeiro Dhorian!!!
Espero que gostes da critica.
 
 Roberto Mendes (autor de fantasia)
 
 

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