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17.05.13

Até ao final do ano conto trazer um livro de Ficção Científica para o mercado português. Ainda vou ponderar como, mas não duvidem que o farei. Alguém tinha de pegar no estandarte daqueles que estão fartos de capas bonitinhas, personagens acéfalas e enredos de novela mexicana.


Andreia Torres



Deve estar chegar... The Lost Fleet - Jack Campbell

01.02.13

The Lost Fleet is a military science fiction series written by John G. Hemry under the pen name Jack Campbell. The series is set one-hundred-plus years into an interstellar war between two different human cultures, the Alliance and the Syndics. The protagonist of the story is discovered floating in a suspended animation escape pod one hundred years after he made a "heroic last stand" against an enemy fleet. In his absence, he has been made into a renowned hero in the Alliance, but his legend and actions are used to justify poor tactics and decisions. Awakened after being discovered during a secret mission that turns out to be an enemy trap, he is suddenly dropped into the role of fleet commander and expected to live up to the legend that has grown around him.

The series has ended with Victorious (2010). The author however plans to continue the Lost Fleet series with two spin-offs: Beyond the Frontier, focusing on the main characters from the Lost Fleet, and The Lost Stars, focusing on the collapse of the Syndicate Worlds

publicado por sá morais às 01:46

Opinião O Regresso dos Deuses - Rebelião (Blog Morrighan - Sofia Teixeira)

11.04.12

O Regresso dos Deuses - Rebelião 
Pedro Ventura

Editora: Editorial Presença
Colecção: Via Láctea (#95)

Sinopse: Após um longo sono de várias décadas, Calédra, a bela guerreira aurabrana, desperta subitamente para uma realidade que lhe é estranha, um tempo que não é o seu. Antiga rainha dos aurabranos e senhora de um passado obscuro, Calédra, outrora conhecida como a Portadora da Luz, está destinada a protagonizar uma missão quase impossível – salvar o mundo, e muito em particular os humanos, da crescente ameaça representada pelo domínio Holkan. Ao longo desta saga extraordinária, são muitos (e improváveis) os aliados que Calédra vai encontrando, e muitas são também as vezes em que a guerreira enfrenta inimigos terríveis – como Mugar-Abe, o tenebroso regente do reino e aliado dos Holkan – e se vê às portas da morte. Mas o seu espírito singular e inquebrantável promete dar luta aos seus inimigos e cativar-nos desde logo, pela sua determinação, levando-nos a ler com insaciável voracidade as páginas deste épico vibrante.

Opinião: Após as excelentes leituras que foram os dois Goor de Pedro Ventura, este traz-nos agora uma nova obra, inserida no mesmo mundo contudo num tempo bastante diferente.

Dada a separação que houve entre os dois volumes anteriores, que não se encontram à venda, e este, a parte inicial da história acaba por ser uma contextualização histórica e temporal relativamente aos Goor.
Calédra, personagem de grande destaque nos Goor, acorda então passadas algumas décadas sem compreender o porquê de ter sido preservada este tempo todo. Quando toma consciência de si no mundo em que se encontra, não reconhece ninguém e pergunta-se qual será o seu propósito. Quando o compreende, uma mistura de sentimentos contraditórios apoderam-se da bela guerreira, todavia nunca colocando em causa a sua missão.
O seu percurso será doloroso, marcante, muitas vezes ingrato e outras tantas odioso, mas ela sabe que só assim conseguirá salvar os humanos do seu terrível desaparecimento.

Apesar de estar inserido na colecção Via Láctea, 'O Regresso dos Deuses - Rebelião' não é tanto um livro de fantasia enquadrado nos padrões habituais, contendo sim elementos sobrenaturais que lhe dão um toque mais místico.
Outro ponto de ruptura com o fantástico a que estamos habituados, é a caracterização da personagem principal. Ao invés de termos a parte feminina mais fraca em que existe uma masculina claramente dominante que tem como função proteger a mulher frágil, aqui temos uma protagonista em que ela é que está despida de qualquer fraqueza aparente tendo uma personalidade extremamente forte, um carácter determinado e um punho de ferro. Calédra Denaris é sem dúvida uma personagem enigmática, obscura e ao mesmo tempo fascinante na sua frieza em relação ao que a rodeia.
Há também um grupo de personagens, como Advark, Garleana, Marávia e Cartina, nenhuma delas simples, mas que se mantiveram ao lado de Calédra até ao fim, cada um percorrendo a sua própria demanda pessoal.

Sou sincera, apesar de ter gostado mais dos Goor, acho que temos aqui uma obra de um autor português de grande qualidade, que foge de forma determinada ao esterótipo da donzela em perigo que vai ser salva pelo guerreiro forte e musculado. É uma obra quase desprovida de romance pitoresco, indo muito mais além na abordagem ao íntimo do ser humano revendo valores, pondo em causa o que está certo ou errado sendo claro que tudo acaba por depender de uma certa subjectividade do sujeito que interpreta os factos.

Por fim, dou os parabéns ao Pedro Ventura por nunca desistir e finalmente conseguir ter uma obra sua ao dispor de todos e à Editorial Presença por ter apostado num autor cheio de potencial. Gostei.

O Dia em que a Terra Parou

15.11.08

dia-que-a-terra-parou_poster

 

ano: 2008
› estreia nacional: 11 de Dezembro de 2008 (data prevista)
› estreia mundial: 10 de Dezembro de 2008

país: EUA
género: Ficção Científica, Drama
distribuidora: Castello Lopes

realização
Scott Derrickson

intérpretes
Keanu Reeves, Jennifer Connelly, Jon Hamm, Kathy Bates, John Cleese

 

Dois clipes da nova versão cinematográfica do inesquecível clássico O Dia em que a Terra Parou foram disponibilizados. Os vídeos são centrados no protagonista Keanu Reeves, mostram Gort brevemente e dão uma mostra da destruição que aguarda o planeta.

Para assistir, cliqueaqui e aqui.

O site oficial do filme também lançou um concurso (aberto somente para residentes nos EUA), convidando os fãs a enviarem artes conceituais de como o alienígena Gort deveria se parecer. O vencedor terá sua arte e biografia expostas nos cinemas IMAX quando o filme estrear. Para ver algumas artes já enviadas, basta clicar aqui.

A história de O Dia em que a Terra Parou mostra o alienígena Klaatu chegando ao nosso planeta acompanhado do enorme robô Gort em missão de paz, na intenção de alertar os governantes sobre o perigo de viver num contínuo estado de guerra, o que pode levar nosso planeta ao seu final. Claro, as intenções do alienígena acabam sendo mal interpretadas e ele é visto como vilão. Uma curiosidade: o comando “Klaatu barada nikto!”, dado ao robô Gort na versão original, se tornou uma corriqueira referência pop, sendo usado em muitos filmes, HQs e afins, mais notavelmente em Uma Noite Alucinante 3.

O roteiro da nova versão é de David Scarpa, enquanto a direção ficou com Scott Derrickson. A estréia está marcada para o dia 12 de dezembro de 2008. Keanu Reeves será Klaatu e Jennifer Connelly será a humana Helen Benson. John Cleese interpreta o físico ganhador do prêmio Nobel Dr. Barnhardt.

Jules Verne

18.07.08

 

 

Júlio Verne passou a infância com os pais e irmãos, na cidade francesa de Nantes e na casa de verão da família. A proximidade do porto e das docas constituíram provavelmente grande estímulo para o desenvolvimento da imaginação do autor sobre a vida marítima e viagens a terras distantes. Com nove anos foi mandado para o colégio com o seu irmão Paul. Mais tarde, o seu pai, com a esperança de que o filho seguísse carreira de advogado, tal como ele o havia feito, enviou o jovem Júlio para Paris, para estudar a lei. Contudo Julio Verne rapidamente descobriu uma maior apetência para o teatro, tendo até escrito algumas pequenas peças e também algumas histórias de viagens. O seu pai cortou-lhe o apoio financeiro, devido à desobediência do filho , o que o levou a trabalhar como corretor de acções até atingir alguma estabilidade financeira. Mais tarde conheceu uma viúva com duas filhas chamada Honorine de Viane Morel, com quem se casou em 1857 e teve, em1861, um filho chamado Michel Jean Pierre Verne. Durante este periodo de ouro da sua vida conheceu os escritores Alexandre Dumas e Victor Hugo.
A carreira literária de Júlio Verne começou destacar-se quando se associou a Pierre-Jules Hetzel, editor experiente que trabalhava com grandes nomes da época, como Alfred de Brehat, Victor Hugo, George Sand e Erckmann-Chatrian.
Hetzel publicou a primeira grande novela de sucesso de Júlio Verne em 1862, o relato de uma viagemao continente africano em balão, intitulado Cinco semanas num balão. A referida história continha detalhes tão minuciosos de coordenadas geográficas, culturas, animais, etc., que os leitores frequentemente se perguntavam se a história seria ficção ou um relato verídico. Na verdade, Júlio Verne nunca havia estado num balão ou viajado à África. Toda a informação sobre a história veio de sua imaginação e capacidade de pesquisa.
Um dos grandes momentos que definiram a sua obra futura surgiu quando Hetzel apresentou Verne a Félix Nadar, cientista interessado em navegação aérea, de quem se tornou grande amigo e que introduziu Verne ao seu círculo de amigos cientistas podendo assim o autor retirar ideias de verdadeiros homens da ciência.
O sucesso de Cinco semanas num balão rendeu-lhe fama e dinheiro. A sua produção literária caminhava em ritmo acelerado. Quase todos os anos Hetzel publicava novo livro de Verne, quase todos grandes sucessos. Dentre eles se encontram as obras primas: Vinte Mil Léguas Submarinas, Viagem ao centro da terra, A volta ao mundo em oitenta dias, Da terra à lua, Robur - o conquistador.
 
O último livro publicado foi Paris no século XX. Escrito em 1863, somente publicado em 1989, quando o manuscrito foi encontrado por bisneto de Verne. Era um livro de conteúdo depressivo, por isso foi rejeitado por Hetzel, que recomendou Verne a não o publicar, pois fugia à fórmula de sucesso dos livros já editados. Verne seguiu o seu conselho e guardou o manuscrito num cofre, que ficou selado, só vindo a ser violado mais de um século depois.
Até hoje Júlio Verne é o escritor com a obra mais traduzida em toda a história, com traduções em 148 línguas.
Julio Verne é considerado por alguns especialistas, em conjunto com H.G. Wells, o “coração” da ficção cientifica; outros referem-se a este autor(que descreveu com algum pormenor grandes avanços da ciência: os submarinos, a viagem à lua, etc;) como o pai da ficção cientifica.
Julio Verne viria a falecer a vinte e quatro de Março de 1905, deixando um legado impressionante que conta com mais de noventa filmes, sem contar com as adaptações para séries televisivas. Um autor que sonhou e fez sonhar!
Não existe melhor forma de relembrar este genial autor senão mergulhar profundamente nos seus textos de sonho e caminhar pelas estradas das nossas vidas sem nunca esquecer uma das suas máximas :
“tudo o que um homem pode sonhar, outros podem realizar”

( por Igdrasil )

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