Goor is back!

16.03.12

 Devido aos muitos pedidos para adquirir estes livro que, desde 2007/2008 estão esgotados, está a ser equacionada uma reedição dos mesmos em 2012 sob uma chancela diferente.

  Essa possível reedição terá em conta dois princípios:

 

  •   Conseguir um preço de capa acessível (abaixo dos 20 euros da 1ª edição - que julgo ser demasiado para os dias que correm);
  •   Permitir que os "Goor" possam chagar ao Brasil por livro e/ou ebook.
"Regresso a Goor, mundo fantástico capaz de fazer corar o Senhor dos Anéis!"
in Correio da Manhã

Goor - A Crónica de Feaglar

28.02.12

  Devido aos muitos pedidos para adquirir estes livro que, desde 2007/2008 estão esgotados, está a ser equacionada uma reedição dos mesmos em 2012 sob uma chancela diferente.

  Essa possível reedição terá em conta dois princípios:

 

  •   Conseguir um preço de capa acessível (abaixo dos 20 euros da 1ª edição - que julgo ser demasiado para os dias que correm);
  •   Permitir que os "Goor" possam chagar ao Brasil por livro e/ou ebook.
"Regresso a Goor, mundo fantástico capaz de fazer corar o Senhor dos Anéis!"
in Correio da Manhã

Goor - A Crónica de Feaglar I e II

03.08.10

 

 Tenho recebido imensos emails de pessoas que gostavam de ler os "Goor". No entanto, ao que sei, a edição está esgotada e não é possível encontrá-los à venda. Porém, ambos os livros são disponibilizados pela Biblioteca Municipal Central - Palácio Galveias.

 

 

Aceda aqui para GOOR I

 

Aceda aqui para GOOR II

Crítíca a Goor - A Crónica de Feaglar por PiresF

01.08.10

 Quando li o Goor - A Crónica de Feaglar I (Goor I), de forma prudente, tive oportunidade de me pronunciar aqui, quanto ao processo narratológico, planificação e caracterização das personagens de um épico romance/aventura, sem os habituais dragões e elfos que povoam a memória colectiva, mas com a conceptualização do fantástico de uma cultura laica e racionalista. Agora, no Goor - A Crónica de Feaglar II (Goor II), e embora não o aconselhe, pode ser lido sem passar pelo Goor I, o Pedro, volta a surpreender, conseguindo a façanha de escrever uma segunda parte, melhor que a primeira. Coisa, diga-se, não é habitual.

Os Goor, I e II, giram à volta de uma demanda. Os seus personagens, esteticamente humanos com roupagem do lugar e do tempo, são instâncias metafóricas densamente significantes, com fraquezas e erros de qualquer um, e vão-nos envolvendo no entrelaçado de histórias bem imaginadas pela criatividade do Pedro, que, chega a ser poética e não raras vezes filosófica, sublinhando a ideia de uma intencionalidade da consciência que emerge de um passado, mas não fica no passado.
Logo nas primeiras páginas, sentimos que o escritor cresceu com as personagens. A elaboração dos diálogos e a narração, deram o salto para a mensagem da dimensão da alma humana que é singular a cada um de nós: não perde de vista a condição de sermos seres como os outros e que a felicidade (estética) depende do máximo de felicidade (ética), levando-nos a um mundo em que nada é absoluto ou imutável, que é por excelência o mundo dos humanos, gente de sentimentos variados que podem hoje ser bons e amanhã o contrário, na medida em que, significa, o ser melhor num cosmos (mãe natureza) comum, e o abraçar as singularidades para promover o ideal imaginado, com motivações e angústias que vão sendo desvendadas com novas, surpreendentes e bem medidas revelações, terminando no encontro da paz interior quando, Feaglar, sobe a falésia e dança com o vento.

Dos vários e “ricos” personagens, cativam-nos, principalmente, a cintilante guerreira aurabrana, Calédra, uma encantadora e fantástica mulher que imagino de beleza imoral, imanente a ela mesma e transcendente das demais que, com Feaglar, o rei do reino Dhorian, é a ordem da autenticidade e suporte de toda esta trama.


Uma coisa é certa, quando acabamos de ler, Goor - A Crónica de Feaglar II, fica-nos a mágoa de não o continuarmos a ler.
in Espreitador
13.6.08

Goor II - Crítica publicada no CPLF por Roberto Mendes como carta aberta ao autor.

21.05.10

 

Critica a Goor 2 de Roberto Mendes



É difícil fazer uma crítica a uma obra tão sublime, mas vou tentar não deixa no esquecimento nenhuma das partes que mais me impressionaram e as poucas, muito poucas, partes de que não gostei muito.
Desde logo considero goor 2 uma obra impregnada de originalidade pois colocas o destino da historia nas mãos dos homens e tornas a essência humana na “personagem” fulcral da mesma. Não recorres a nenhuma colagem a outros universos e isso é de louvar pois propuseste-te a criar um universo de raiz e, na minha opinião, acabaste por construir algo que se assemelha em grandeza a outras grandes obras como a terra média de Tolkien ou a Faerie da mitologia celta. Mas as marcas de originalidade não se esgotam com o facto de serem os homens a decidir o destino do mundo, também o facto de o artefacto sobre o qual a história se desenvolve e evolui não ser o principio e o fim da própria história me deixou muito satisfeito e surpreso; O universo de goor revela-se um mundo colossal e credível, com descrições perfeitas, soberbas, que nos fazem sonhar com cidades imponentes e com noites passadas num balcão do palácio levando banhos de estrelas. As cidades são definidas ao pormenor, com uma perícia de arquitecto, pois tenho a certeza que apenas pelas tuas descrições se podiam desenhar as várias cidades. A parte descritiva que mais me impressionou acabou por ser a descoberta de Fir Hur Abat, pela aura de magia e misticismo que se impregnava na cidade e pela gigantesca escala a que a cidade nos é descrita; A magia sente-se nas linhas em que descreves tão bela e lendária cidade!!! Tal como em Goor 1 a parte do romance é explorada com mestria, com os sentimentos a surgirem tão puros que quase os sentimos tocar-nos quando lemos as palavras. A tua “veia” de romancista tem tremenda qualidade e isso nota-se À medida que os sentimentos afloram nos corações das personagens levando a que exista uma dança de sentimentos puros entre os mais improváveis personagens juntando homens e mulheres de personalidades tanto fortes como distintas. Adoro o facto de ter acesso ao lado lunar de todos os personagens, incluindo Feaglar, pois normalmente o autor apenas explora o melhor lado de algumas personagens e o pior de outra, raramente são explorados os dois lados numa mesma personagem, penso que mais que tudo é isto que te define enquanto mestre da escrita. Apesar de preferir uma magia mais presente no enredo e nos destinos das histórias penso que o facto de a magia aparece tratada de forma sublime por ser simples e por não fazer parte do principal da acção (o que muda os destinos não são grandes feitiços, é o carácter de cada personagem) constitui uma lufada de ar fresco na literatura fantástica moderna. As jornadas em busca do draidex e as viagens de regresso com todas as circunstâncias e enredos secundários que assumem um papel tão preponderante na linha principal da história são maravilhosas, cheias de perigos, de batalhas intensas em que usas cenas fortes e cinematográficas de uma forma genial. A cada batalha que se aproxima é como se deixasse de ler e passa-se a ver as imagens que decidem o futuro dos Dhorians;
Penso que conseguiste criar um verdadeiro mundo onde apenas sinto falta de uma fauna e flora mais presente mas em que a morfologia, mitos, lendas, costumes e tradições se encontram definidas de forma perfeita, sem falhas! Admiro a forma simples com que contas a história, não és um escritor de artifícios como por vezes eu próprio faço, és, sem sombra de dúvidas, um cronista brilhante; Penso que enquanto escritor é esse o estilo que melhor te define: a crónica;
Juntamente com a cidade de fir hur abat o que mais me impressionou foram as personagens fenomenais como sarraden, galana, gar dena, a perfeita caledra, o próprio feaglar, odraglar, etc…. são personagens com personalidades completamente distintas, delineadas com precisão, alguns são homens como todos nós, outros são tudo aquilo que gostaríamos de ser; Podia descorrer sobre estas personagens durante vários dias a fio pois tornaram-se verdadeiramente nos meus companheiros de armas ao longo da trama, sorri e sofri com todos eles! Como personagens principais amei a personagem Caledra mas sempre desejei secretamente que fosse Galana a ocupar um lugar de destaque no futuro da historia e fiquei muito satisfeito quando por fim tal aconteceu. O facto de teres trocado o pólo forte dos homens para as mulheres é mais um toque da genialidade com que desenvolveste goor;
Depois de ler a tua obra percebo que o goor és tu, que vem de ti, das tuas interpretações sobre a vida e é por isso que esta história ganha uma dimensão diferente. Para mim goor 2 foi o melhor livro de literatura fantástica que li nos últimos três anos, logo a par de “jonhatan strange e o sr norrel” de susanna clark.
Em termos de literatura fantástica na sua vertente épica a tua obra surge nas minhas preferências logo após a obra de Tolkien. Considero Goor melhor que o mundo de Robert Jordan ou Marion Zimmer Bradley; E de entre os autores portugueses considero que te encontras num nível superior a todos os outros : para mim é fácil fazer a comparação pois já li quase tudo o que existe em português no âmbito da literatura fantástica;
Devo dizer-te que aprendi muito ao ler Goor; Tornaste-te numa referência para mim e numa inspiração também, pois sonho um dia atingir o nível de mestria que tu tanto dominas. É um prazer e um imenso orgulho poder corresponder-me contigo e trabalhar a teu lado no correio do fantástico, por isso te deixo um obrigado sincero e me despeço com votos de amizade; Tornaste-me num verdadeiro Dhorian!!!
Espero que gostes da critica.

Roberto Mendes (autor e editor de fantasia)


Data de inscrição: 01/09/2009

Crítíca a Goor - A Crónica de Feaglar por Andreia Torres

17.05.10

 

A primeira coisa que impressiona nestes dois livros é um claro sentimento de desengano, caso o comecemos a ler com a ideia de irmos mergulhar num mundo de magos, elfos, fadinhas e redundâncias do género. Esqueçam o estafado Sword and Sorcery. Aqui a história é outra, pois não se trata de um copycat de obras de referência (defeito de tantos outros autores). A Sorcery é (felizmente) substituída pela vontade dos Homens e a Sword surge em boas quantidades, em duelos individuais ou grandes batalhas, sempre sensacionistas e visuais, mas credíveis – provando que o aspecto bélico foi bem estudado. Essas habituais soluções sobrenaturais (que por vezes nada mais são do que facilitismos) não encontram aqui lugar. O inverosímil surge alicerçado em ténues sugestões que me recordaram algumas obras de Ficção Científica de autores como David Brin ou mesmo escritos de J.S. Hunsaker. Uma sublime influência de von Däniken e de Robert K. G. Temple? Talvez. Uma coisa é certa: não se trata de Fantasia.
Goor brota de uma intensa originalidade e grandeza (universo extremamente complexo e bem descrito), apesar de manter uma estrutura de Demanda Arturiana por um objecto – neste caso o Draidex. Não havia necessidade de tal, mas talvez essa existência brote um inconsciente desejo de ter uma trave-mestra em torno da qual o emaranho é construído. Mas essa Demanda eclipsa-se e torna-se secundária à medida que o intrincado enredo se desenvolve e fica subordinada ao aspecto humano das personagens. Temos aqui o grande trunfo da obra: personagens verosímeis com as quais nos podemos identificar, personagens com quem podemos reflectir, sonhar, chorar ou rir. Desenganem-se portanto os adeptos dos heróis virtuosos em cavalos brancos (cujo lugar é no nicho do infanto-juvenil), aqui irão encontrar pessoas (reais) com defeitos e virtudes, como qualquer um de nós. As suas dúvidas existenciais não são esquecidas e revelam-se, basicamente, aquelas que sempre nos inquietaram. Esse realismo existencial é tão marcante que o leitor chega mesmo (sem qualquer dificuldade) a estabelecer paralelismos com determinados episódios da sua própria vida. O romance (propriamente dito) surge bem doseado, apesar de, por vezes, chegarmos a abominá-lo por “empastelar” em demasia a acção. De realçar ainda o facto de duas das três personagens mais interessantes e complexas serem femininas. Neste livro as mulheres não são vistas como meras figurantes acéfalas e frágeis (os habituais “acessórios de beleza e erotismo” que necessitam do “protector braço masculino”) e movem-se entre os papéis de antagonistas, coadjuvantes ou mesmo de protagonistas, tal é a sua importância. Destas destaco Calédra, o condimento essencial, sem a qual a história poderia tornar-se fastidiosa. Esta Red Sonja (mais refinada, mas igualmente poderosa - talvez até mais) de Pedro Ventura, inverte em vários aspectos os estereótipos sexistas e teria certamente lugar de destaque num painel de Susan Wood.
A prosa de Pedro Ventura é directa e apoia-se mais na sensação, no entretenimento, apesar de não descurar, aqui e ali, alguma “doutrinação”. A linguagem é fluida e, quando não o é, torna-se um pouco artificial, pesada, talvez por suposta “exigência”do Género Épico, da qual discordo. Algumas gralhas (que não são suficientes para perturbar a leitura) revelam um mau trabalho editorial de revisão. Também há alguns “vícios de escrita” que me parecem contaminação do anglo-saxónico e que deviam ter sido corrigidos. Certas personagens secundárias mereciam mais atenção para não aparentarem tanta uniformidade e não serem tão monocórdicas.
Em resumo: dentro do seu género, esta é uma obra indispensável, sem paralelo, quando comparada com os outros autores portugueses (até porque é difícil encontrar termo de comparação entre escritores maioritariamente “copistas” de modelos importados), e que me faz pensar que perdi tempo ao tempo ao ler Marion Zimmer Bradley, claramente inferior. Torna
-se óbvio que Pedro Ventura devia ter traduzido os dois Goor e optado por publicar no estrangeiro, antes mesmo de ter sequer pensado em fazê-lo em Portugal, mercado demasiado pequeno e muito dado a “monoideísmos”

 

Por Andreia Torres   

   

Goor - A Crónica de Feaglar 2

14.05.10

 

"Regresso a Goor, mundo fantástico capaz de fazer corar o Senhor dos Anéis!"
in Correio da Manhã

Goor - A Crónica de Feaglar 2 na Galiza ( já lá vão 2 anos )

29.04.10
Critica a Goor 2 no site Nova Fantasia ( Galiza )
Título Goor - A Crónica de Feaglar II
Autor Pedro Ventura
Editorial Papiro Editora (2007)
Calificación:

Por fin chegou ás nosas mans a segunda parte da Crónica de Feaglar. E se me pedides que vola resuma nunha frase, direi-vos que concordo que as segundas partes non son boas, neste caso, son mellores!

Nesta segunda parte acabaron as presentacións e comeza a aventura sen mais dilacións. Cun desenrolo xa prácticamente liñal e mais lixeiro, a longa viaxe deica Goor vainos esclarecendo moitas das dúbidas ao redor dos personaxes principais, da súa verdadeira orixe e das súas motivacións.  Pouco a pouco imos desfiando a madeixa, e imos comprobando como algunha das nosas suposicións eran certas, e tamén, imos sorprendéndo-nos con novas revelacións. É certo que existe o Draidex, e que cómpre acadalo antes de que caia nas mans de Calicíada, unha  raiña cobizosa e sen escrúpulos, capaz do pior. Pero tamén é certo que a pesares das profecías, o consegui-lo dependerá da resolución dos homes. Porén, o Draidex é apenas a punta dun iceberg. Arredor del existe todo un mundo xa desaparecido pero que pode influir de forma decisiva no futuro do que xa coñecemos.

Podemos facer duas lecturas diferentes: unha, as aventuras e desventuras duns homes coraxosos loitando por conservar o único mundo que coñecen, e outra, para min mais interesante aínda, as chaves da verdadeira natureza humana, capaz do mellor e do peor. O heroe por excelencia, Feaglar, revélase coma un home coas mesmas fraquezas que calquera outro, que falla ás suas mais férreas conviccións e promesas por ser apenas iso, un home.

O ben  e o mal nunca son absolutos, e personaxes que poden parecer abomináveis nun momento, conseguen gañar a nosa simpatía noutra altura simplemente porque no fondo, e todos sabemos iso, a vida pon-nos en situacións nas que nada do que creiamos é inmutábel.  A grandeza da historia reside, ao meu parecer, neste punto. Porque é unha historia de seres humanos. Non é unha epopeia, é un reflexo do que podería pasar en calquera parte, se eliminásemos os elementos máxicos ou fantásticos.  Non hai vitórias ou derrotas absolutas, e algunhas das vitórias son realmente amargas. Pero iso é algo que só lendo esta crónica pode ser descuberto. Dar mais detalles sería innecesário, coido eu, e podería mesmo romper a máxia da lectura. Polo tanto, amigos, facédeos cun exemplar e sacade as vosas próprias conclusións.

Eu pola miña banda só podo dicir que fico coa mesma sensación que cando acabo un bo libro ou unha película: qué magoa que xa acabase,  pero disfrutei tanto mentras...

De novo, os nosos parabéns, Pedro e deica outra.

Goor - A Crónica de Feaglar

29.11.09

Enquanto leitor senti-me verdadeiramente sugado pela história levando a que consumisse cada pequeno passo da narrativa de forma deliciosa...
"Tem todos os ingredientes: acção, intriga, romance... Se gosta do género, vai adorar este livro. Eu já vou a meio e estou a adorar! A história é fluida e interessante, tendo lugar num mundo imaginário, onde o valor humano tem um papel muito importante. Quem não comprar este livro não sabe o que perde..."

 

 

Por Galeondi

publicado por sá morais às 19:50

Goor - A Crónica de Feaglar

27.10.09

 

Tenho recebido inúmeros emails de pessoas interessadas em comprar o Goor - A Crónica de Feaglar, volume I e II. Acontece que os livros estão praticamente esgotados nas livrarias e, uma vez que rescindi com a editora em questão, não haverão mais edições ( pelo menos pela chancela da Papiro ). Eu, pessoalmente, também já não consigo encontrar mais exemplares. A Wook ainda tem o volume II em catálogo, mas não sei se os terá realmente para venda - é uma questão de indagar. ABukNet tem em catálogo os dois volumes e a dúvida é a mesma, mas pode ser que ainda restem alguns exemplares, visto essa ser a distribuidora da minha ex-editora.

publicado por sá morais às 19:41

Goor - A Crónica de Feaglar

14.09.09

* GOOR I e II – A Crónica de FEAGLAR, de Pedro Ventura.
Enquanto leitor senti-me verdadeiramente sugado pela história levando a que consumisse cada pequeno passo da narrativa de forma deliciosa...
"Tem todos os ingredientes: acção, intriga, romance... Se gosta do género, vai adorar este livro. Eu já vou a meio e estou a adorar! A história é fluida e interessante, tendo lugar num mundo imaginário, onde o valor humano tem um papel muito importante. Quem não comprar este livro não sabe o que perde..."

 

Por Galeondi in Yahoo Brasil

publicado por sá morais às 17:23

Dagon – O Site Oficial!

26.06.09

WWW.DAGON.WEBNODE.COM

 

“Inovar e fazer mais e melhor que os projectos já existentes”

É este o espírito da Dagon, fazer mais, fazer melhor! Deste modo é com muito prazer que vos apresentamos uma das primeiras inovações deste tipo de projecto: todas as informações sobre a DAGON estarão disponíveis num site que lhe é exclusivamente dedicado; Será assim mais fácil, não só a distribuição dos exemplares, mas também a participação activa dos leitores no “FÓRUM DAGON”, a visualização de imagens na Galeria de Fotos e a leitura das mais recentes noticias sobre o projecto!

De aspecto simples e funcional, este é um site criado para os leitores, esperamos que gostem!

Por isso visitem, participem no fórum (todas as questões serão respondidas ) e, sobretudo, disfrutem da DAGON!

Obrigado Brasil!

03.05.09

 

  Não são apenas os cerca de 30% de visitas vindas do Brasil que me levam e escrever este agradecido post. A verdade é que, apesar de ainda não ter publicado o Goor - A Crónica de Feaglar no Brasil, nunca deixei de ter um excelente feedback vindo do outro lado do oceano. O amigo Bill foi dos primeiros leitores e dos mais marcantes. E essa ligação de Goor ao Brasil manteve-se forte. Hoje em dia tenho uma simpática e talentosa leitora ( em breve colega, espero! ) à espera do Goor II e descobri um rapaz que colocou os Goor como seus livros favoritos e que entendeu a essência da obra.

  Por tudo isto e muito mais, obrigado Brasil! 

Ciclo Festa do Livro - Literatura Fantástica - FNAC de Alfragide

19.04.09

A convite da FNAC de Alfragide, pela pessoa de Vanda Lourenço, teve lugar um encontro sobre literatura Fantástica, moderado pela Prof. Dra. Maria do Rosário Monteiro e com a participação dos escritores Luísa Fortes da Cunha (Teodora e o Segredo da Esfinge), Pedro Ventura (Goor - A Crónica de Feaglar) e Filipe Faria ( Crónicas de Allaryia).

 

  A conversa incidiu sobre o Fantástico, suas características, desmistificação de preconceitos relativos ao género e diferentes visões pessoais, aproveitando a presença de três tipos de escrita com características díspares.

  Apesar da ausência de alguns amigos e entusiastas do Fantástico, a quem outros compromissos infelizmente não permitiram a deslocação à referida FNAC, é de destacar a presença do Rogério Ribeiro ( entre outras coisas, organizador das conhecidas convenções sobre o Fantástico - Forúm Fantástico )  do escritor Luís Filipe Silva ( “carteiro” aqui no nosso Correio ) e do famoso bloguista Kaos.

Ciclo Festa do Livro - Literatura Fantástica

17.04.09

Ciclo Festa do Livro - Literatura Fantástica
O Prazer da Leitura - Encontro de Autores
18.04
SAB
17H00
FNAC Alfragide

No âmbito da Festa do Livro , o Fórum Fnac proporciona neste dia a um debate aberto sobre a literatura fantástica com a presença de escritores, e muitos seres mitológicos! Este colóquio será moderado pela Prof. Dra. Maria do Rosário Monteiro (doutorada em Ciências Literárias (Literatura Comparada) - A Simbólica do Espaço em The Lord of the Rings e Earthsea) e contará com a presença dos escritores Luísa Fortes da Cunha (Teodora e o Segredo da Esfinge), Filipe Faria ( Crónicas de Allaryia) e Pedro Ventura (Goor - A Crónica de Feaglar).

 

 

APAREÇAM!!

Fórum Angola Xyami

24.03.09

Angola Xyami - Fórum de Informação e Reflexão (news and reflection)!

 

Obrigado ao Fórum ANGOLA XYAMI pelo destaque dado ao livro Páginas Lentas e aos livros Goor - A Crónica de Feaglar.

Goor - A Crónica de Feaglar 2

05.02.09

Goor - A Crónica de Feaglar II
 
 
 
"Este romance de aventuras épicas “adocicado com o toque mágico da fantasia” merece, sem dúvida, a nossa atenção. Valores como a amizade e a liberdade, tão essenciais à nossa condição humana, estão aqui sempre presentes."
in Montijo Agenda
 
"Regresso a Goor, mundo fantástico capaz de fazer corar o Senhor dos Anéis!"
in Correio da Manhã

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