Dragon's Triangle

17.09.13

The Dragon's Triangle is the antithesis of the Devil's Triangle or Bermuda Triangle which lies off the coast of Florida. The Dragon's Triangle is situated off the coast of Japan almost on the same parallel on exactly the opposite side of the world. Just like the Bermuda Triangle the Dragon's Triangle has generated stories for centuries of strange unworldly events. The Dragon's Triangle however has produced 

much richer details of highly sophisticated flying craft that enter and leave the waters just off the coast of Japan. These flying craft possess amazing capabilities, according to dozens of eyewitness that have observed the craft. These machines can fly at great speeds and maneuver in any direction with tremendous agility. Perhaps the most impressive capability of these craft are their underwater operations. The craft enter the ocean at high rates of speed and dive or skim just under the surface. The wake created when entering or leaving the water can lift a large ocean vessel dangerously high out of the water. Tales of many ships and crew being lost to these treacherous waters goes back thousands of years. More recently Japan lost five military vessels between 1952 and 1954 with combined crews of 700. Japanese Naval officials alarmed by the loss commissioned a research vessel in 1954 with 31 scientists aboard to investigate the strange disappearances. The Kaiyo Maru No. 5 was sent into the heart of the Dragon's triangle and was never heard from again. The Japanese government quickly declared the area a hazard and extremely dangerous to shipping.

Japan has a rich and fascinating history with regards to UFOs. The culture has recorded many accounts of encounters with UFOs and their operators. One painting discovered on a cave wall documents two UFOs and their pilots hovering over a herd of wild game animals holding weapons that look like rifles and taking aim at the herd. This is a matter of fact illustration created by someone who most likely witnessed this event. This would seem to have very powerful ramifications. Dozens of these incredible images are known to exist, another color image from 900 A.D. clearly addresses the siting of a flying disc. The highly technical drawing features portals and what appears to be a hatch at the top of the

 

vehicle. One myth that ties all of the recorded sitings together is the enigma of the Dogu. The Dogu figurines have been showing up for centuries, these little clay figures embody the epitome of the modern alien. Thousands have been found and they are believed to be thousands of years old many perhaps dating back 12,000 years. The detail of the figurines is stunning if looked at with modern understanding. The Dogu appear to be wearing a pressure suit. This suit is depicted with valves, gauges, vents, hoses, fittings and a very sophisticated helmet that features large goggles with articulating irises. On the surface these figures could represent the pilots of the craft that have been seen for centuries emanating from the Dragon's triangle. The suits wore by the Dogu could have been both protection from the vacuum of space and the pressures of the deep ocean. One ancient Japanese myth describes how the Dogu came from the ocean each day out onto the land to assist villagers. The Dogu gave instructions to the primitive people on virtually every subject and helped them with learning how to make everyday life easier and more enjoyable. What ever the inspiration for the Dogu figurines it was powerful. The clay spacemen have been found all over the entire country and in great numbers. It is possible that they were seen and interpreted as gods. Their popularity undoubtedly spread across the whole ancient Japanese culture and they were warmly worshiped. Is the Dragon's Triangle just an unstable geological vortex? Are the hundreds of sightings of advanced flying craft a side effect of ocean sickness? In the Atlantium continuum the answer is "NO". In a court of law an overwhelming preponderance of evidence can send a man to the gallows without one stitch of physical evidence. If this same tenant were to be applied to the mystery of the 

 

Dragon's Triangle the conclusions could be simply astonishing. ATLANTIUM. Roc Hatfield/Author

publicado por sá morais às 21:33

Pode haver vida nas luas de Júpiter e Saturno, segundo investigadora portuguesa

16.09.13
A astrobióloga portuguesa Zita Martins, do Imperial College of London, co-autora de um artigo científico publicado hoje, acredita que há condições para existir vida nas luas de Júpiter e Saturno, pela importância do gelo na criação de aminoácidos.

"Toda a gente fala de Marte, mas eu acho muito mais interessantes as luas de Júpiter e Saturno, porque têm as condições ideais para a existência de vida", afirmou à agência Lusa a investigadora do Imperial College of London, que tem o artigo publicado hoje, na revista Nature Geoscience.

A convicção foi reforçada pelos resultados de uma experiência realizada em parceria com a Universidade de Kent, na qual foi disparado, a alta velocidade, um projéctil de aço contra misturas de gelo, análogas às encontradas nos cometas.

O objectivo era reproduzir o impacto de um cometa com uma superfície rochosa, e o resultado foi a descoberta de vários tipos de aminoácidos, nomeadamente glicina e alanina D e L.

Estes compostos orgânicos são definidos pela cientista portuguesa como "os blocos constituintes da vida", pois estão na origem de proteínas que, por sua vez, são essenciais à existência de matéria viva.

Zita Martins conta que já se sabia que os cometas, astros que na sua composição têm gelo, podem conter aminoácidos, como foi recentemente confirmado pela descoberta de glicina no cometa Wild 2, através de amostras recolhidas pela NASA, a agência espacial norte-americana.

Mas esta simulação em laboratório convenceu os autores de que os aminoácidos também podem aparecer com o impacto de corpos rochosos, como meteoritos, em superfícies de gelo em planetas ou noutros corpos celestes, como são as luas Europa e Enceladus, de Júpiter e Saturno.

Tal como outros astrobiólogos, Zita Martins afirma que, cada vez mais, a hipótese de que os satélites de Júpiter e Saturno "poderão ter vida, começa a ganhar credibilidade" e mais interesse do que Marte, onde se têm centralizado as mais recentes missões espaciais.

"Até agora só existiam teorias de como a vida pode ter surgido, mas esta experiência reforça a suposição de que o gelo e o impacto são essenciais", vincou, lembrando que aquelas luas foram alvo do choque com inúmeros cometas e meteoritos há cerca de quatro mil milhões de anos.

O artigo publicado hoje, na versão "online" da revista Nature Geoscience, em coautoria com Mark C. Price, contribui também para o estudo do processo da criação da vida no planeta Terra, possivelmente iniciado há cerca de quatro mil milhões de anos.

Para a investigadora portuguesa, há cinco anos no Imperial College, o próximo passo será perceber, no entanto, se o impacto de gelo e rocha no espaço pode sintetizar proteínas ou outras formas moleculares mais complexas, e assim chegar mais perto da resposta à questão sobre a possibilidade de existência de vida noutras partes do sistema solar.

Lusa/SOL

publicado por sá morais às 22:28

Kathryn Morris (sooo sweet!)

16.09.13

 

publicado por sá morais às 22:14

SATURN 3

15.09.13

 Factory has released the key art for their upcoming DVD & Blu-ray combo of Saturn 3, which uses the original U.S. theatrical poster image of the homicidal robot, Hector.

Coming in December as part of the company's Scream Factory line, this 1980 Stanley Donen"sci-fi gothic" film stars Kirk DouglasHarvey Keitel and Farrah Fawcett. More product details (i.e. extras, exact street date) to be announced in early Autumn. I'll be sure to pass along the info as it becomes available.

publicado por Andreia Torres às 00:27

Dragões...

14.09.13

Oarfish, Regalecus Glesne: A 23-foot long Oarfish that washed up at the Naval Training Center, Coronado Island, Calif, September 1996. The rare creature is a filter feeder and normally lives from about 700 feet deep to as much as 2,000 feet deep. Fish I.D. courtesy Peter Langstraat.

 

Uma das coisas que sempre me fascinou nos dragões foi o modo como as lendas relativas a estas criatura estão disseminadas um pouco por toda a parte, desde a Europa à China. Podendo ter diferentes aparências e ser malignos ou benignos. Na Europa assumiu o papel de vilão, havendo o relato de um que matou 3000 pessoas em França. Atrás dos dragões vieram as damas em perigo e os inevitáveis heróis - Siegfried, Sigmund, Beowulf, Arthur, Tristram, Lancelot, S. Miguel e S. Jorge.   

Resta saber de onde veio esta lenda ( se realmente o é ). Alguns dizem que se tratou de um mero exagerar das características encontradas no répteis.

Outros defendem que os dragões surgiram das observações de fósseis na antiguidade. E há também que afirme que os dragões existiram realmente.

Se a primeira hipótese me parece rebuscada, a segunda parece ter alguma lógica.

 

 

Mas e se estas criaturas existiram mesmo? Últimos sobreviventes de uma espécie condenada? - recordemos o coelacanth. Mas onde estão os fósseis? Ainda poderão estar à espera de ser descobertos ou já estarão bem à frente dos nossos olhos? Seria o Megalania prisca ( monitor gigante com 5 metros e 500 quilos um dragão? )

 

 

Mesmo que não deitasse fogo pela boca, este monitor seria assustador. E repare-se que também nunca foi encontrado nenhum esqueleto completo... Oficialmente extinguiu-se à 30/40000 anos, mas há quem julgue que ainda existirão em alguns lugares remotos.

 

Mas e se a lenda for levada para o meio aquático ( veja-se o dragão chinês ). Mas estes relatos maritimos não se limitam à china. Veja-se até o relato ( hoax? ) do submarino alemão U-28 em 1915. Haverá por aí outro coelacanth?

 

Será o Nessie um dragão? E o modo como os dragões podem estar relacionados com os "thunderbirds"?

 

 

Duas fotos... interessantes. Diga-me que aquilo é o que parece...

 

 

"Flying reptiles were also reported in Europe in the Anglo-Saxon Chronicle.1 And an authority reported sighting a flying reptile near Mt. Pilatus, in Switzerland, as late as 1649.2 The folklore of the Sioux Indian tribe also tells the story of a flying reptile, named the "Thunderbird", that was seen falling from the sky after being struck by lightning. It has appeared in Indian tales ever since. "

 

"The Navy ship U.S.S. Stein tangled with such a creature on its way to track submarines near South America. When its sonar equipment suddenly stopped working, the captain headed the ship back for repairs at the Long Beach Naval Dockyard. When the tough underwater sonar dome was examined in dry dock the crew found a big surprise. The rubber covering that protects the dome was torn and battered with dozens of big gouges. Hundreds of sharp, hollow teeth (or claws) were broken off in the covering. Some were longer than a inch. It looked as if some sea creature had been attracted to the underwater sound of the sonar and tried to bite it and break it. Naval Oceans Center made a decision. The animal "must have been extremely large and of species still unknown to science."

publicado por sá morais às 21:28

Ponce de Leon

14.09.13

JUAN PONCE DE LEON reconhecido como o descobridor da Florida, foi educado para ser um soldado e  um funcionário da Coroa. No entanto, uma invulgar demanda acabaria por o tornar famoso e conceder-lhe a imortalidade que ele tanto ansiava...

Em 1493, Ponce partiu para Hispanoila na segunda viagem de Colombo, com muitos outros nobres que haviam ficado sem ocupação após a queda de Granada. Porém, ao chegar a Hispaniola , a expedição depara com uma revolta dos nativos. A revolta acaba por levar a uma guerra onde Ponce se envolve e se distingue . O governador de Hispaniola ( Nicolás Ovando ) promove-o e envia-o para uma cidade no este da ilha. È aqui que Ponce escuta rumores sobre uma fantástica riqueza na ilha vizinha de Buriquien ( Porto Rico ). Pede então uma autorização e desloca-se até lá em 1508, descobrindo realmente os referidos tesouros. Devido a este sucesso é nomeado governador de Boriquien . Enquanto acumula riqueza toma conhecimento de lendas índias que referem uma maravilhosa fonte de juventude situada algures numa ilha chamada Bimini , a norte de Hispaniola . Ponce acaba por conseguir em 1512 uma autorização de Carlos V para descobrir e povoar a ilha de Bimini . Em 1513, Ponce parte de San German (Porto Rico) com 3 navios. Onze dias depois chega a Guanahani . Continuando a sua viagem acaba por avistar uma costa que ele baptiza de Florida, em honra do dia ( 27 de Março - Pascua de Flores ) e devido à luxuriante vegetação que encontra. Continua a seguir para norte e,  2 de Abril, desembarca numa pequena praia para formalmente reclamar aquelas terras para a Coroa Espanhola. Depois volta a navegar para sul em direcção a Porto Rico, tendo ainda diversos encontros com os nativos que se revelam bastante aguerridos e pouco amigáveis, o que leva Ponce a não penetrar no interior do território em busca de quaisquer tesouros.

   Apesar de esta sua primeira viagem não ter resultado na aquisição de ouro e escravos ou na descoberta da fonte da juventude, Ponce estava determinado em assegurar a posse da sua descoberta, onde julgava estar a lendária fonte e consegue autorização para uma segunda expedição em 1514 e consequente povoamento da ilha de Bimini e da ilha da Florida ( assim se pensava ). Em 1521 parte novamente para a costa da Florida, cada vez mais obcecado por encontrar a tão desejada fonte da juventude. Mas acaba por ser ferido por uma flecha envenenada dos nativos, enquanto construía casas para os seus colonos. É então levado para Cuba, onde acaba por falecer. Acabava assim o obstinado sonho de encontrar a fonte da imortalidade, encontrando-a de forma diferente nos anais da História...

publicado por sá morais às 18:51

Kari Matchett

14.09.13

publicado por sá morais às 12:19

Godspeed Voyager!

13.09.13

 

 

A quase 19 mil milhões de quilómetros do Sol, a Voyager 1 era há muito o objecto construído por humanos que mais longe tinha chegado. Agora, tornou-se oficialmente no primeiro a ultrapassar os limites do sistema solar. A sonda espacial norte-americana, que continua a enviar dados para a Terra, entrou no espaço interestelar.

 

A Voyager 1 foi lançada a 5 de Setembro de 1977 de Cabo Canaveral, Florida. Uns dias antes, a 20 de Agosto, tinha sido a Voyager 2. A missão era observar o sistema solar exterior. A primeira deveria sobrevoar Júpiter e Saturno (o que fez em 1979 e em 1980). A segunda, além do grande gigante gasoso do sistema solar e do planeta dos anéis, teria de sobrevoar Úrano (1986) e Neptuno (1989). E seguir viagem.

Estão há mais de 36 anos no espaço e a expectativa era que a Voyager 1 ultrapassasse os limites do sistema solar em 2015. Nesta quinta-feira, numartigo publicado na revista Science, a equipa de cientistas da NASA que acompanha a missão revelou que a sonda atravessou a heliopausa e chegou ao “abismo do espaço interestelar” a 25 de Agosto de 2012.

“Não sei se isto está no mesmo campeonato que aterrar na Lua, mas está bem lá em cima – material Star Trek, de certeza”, ilustra Donald A. Gurnett, um dos autores do artigo, citado pelo The New York Times. “Quer dizer, considere a distância [19 mil milhões de quilómetros do Sol]. É difícil até para os cientistas compreenderem”, sublinha o professor de Física da Universidade do Iowa.

Aos 77 anos, Edward C. Stone é, para a NASA, o maior especialista em missões Voyager. O cientista trabalha neste projecto desde 1972 e está a viver o momento com entusiasmo. Mais do que isso, já anseia pela porta aberta para novas descobertas. “Isto é histórico, um pouco como a primeira exploração da Terra”, afirma, citado pelo mesmo diário norte-americano.

 



O último ano foi de intenso debate. Os cientistas da NASA tiveram de avaliar os dados enviados pela Voyager 1 com “muito, muito cuidado” – diz Stone – até os líderes da missão chegarem a um consenso sobre se a sonda teria atingido o espaço interestelar. Acabaram por concordar que de facto tinha acontecido, mais cedo do que o esperado.

As derradeiras provas chegaram entre Abril e Maio, quando se receberam na Terra as gravações sonoras das vibrações captadas pela antena de ondas plasma da sonda. Calculada a densidade do plasma à volta da nave, acabaram-se as incertezas. “Era exactamente o que esperávamos de plasma interestelar”, diz Gurnett. Depois, compararam os dados com os do Verão de 2012.

Rock n’ roll para extraterrestres
Os recursos de que a Voyager 1 dispõe para recolher informação são obsoletos e a própria NASA tem dificuldade em encontrar quem, a partir da Terra, consiga tirar o melhor partido possível do material disponível. A bordo existe um gravador de oito pistas e computadores com tão pouca memória que um nativo digital não saberia como dar-lhe uso.

Mas a sonda também leva alguns objectos intemporais. É o caso da Quinta Sinfonia de Beethoven ou de Johnny B. Goode, de Chuck Berry. Ou os sons de trovões, vulcões e terramotos, de hienas e elefantes, do vento, da chuva, do riso.

Para esta missão, a NASA decidiu ser mais ambiciosa nas mensagens que enviava para o Espaço, na eventualidade de as sondas se cruzarem no futuro com vida inteligente extraterrestre. Até ali, as naves levavam uma placa com o local e o ano de origem. Em 1977, as Voyager levavam uma parafernália deimagens, sons, música e mensagens em 55 línguas – incluindo do Presidente norte-americano Jimmy Carter e do então secretário-geral da ONU, o austríaco Kurt Waldheim. A selecção foi feita por um comité encabeçado por Carl Sagan.

Se alguma vez os discos analógicos (que estão munidos de instruções, por símbolos) chegarem a ser tocados, a 16-2/3 rotações por minuto, nunca o saberemos. Pelo menos pelos nossos próprios meios. Isto porque a Voyager 1 deve perder a capacidade para enviar informação para o Jet Propulsion Laboratory por volta de 2025 e a sonda só deve cruzar-se com um planeta dentro de 40 mil anos. Mais ou menos. Aliás, a sonda ainda consegue enviar dados – que demoram 17 horas a chegar à Terra, devido à distância – por estar a poupar energia desde 1990.

Nesse ano, tirou a sua última fotografia: um retrato de família do sistema solar. Foi o fim de uma carreira que deu aos seres humanos imagens nunca vistas de Júpiter e de Saturno. Há dias, o University College de Londresdisponibilizou em alta resolução um mosaico de fotografias das luas de Júpiter. Outras imagens captadas pela Voyager 1 podem ser vistas no site que a NASA dedica à missão.

 



Uma década antes de se acabarem as fotografias, em 1980, já o instrumento de medição da energia nas partículas de plasma tinha deixado de funcionar. Resta o sensor que permitiu concluir o histórico acontecimento que os cientistas agora festejam. Quando uma erupção solar voltar a agitar a antena, a Voyager 1 voltará a enviar uma mensagem para a Terra, através do seu transmissor de 23 watts.

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publicado por sá morais às 11:08

13 de Setembro de 1999

13.09.13

 

publicado por sá morais às 11:06

O Medalhão Mágico - O Reino de Damantiham (opinião)

11.09.13
Mariana Lucera – “Jornalista, nascida em 1988 em Pontal, interior do estado de São Paulo. Começou a escrever O Medalhão Mágico aos 14 anos. Leitora voraz de literatura fantástica e romances policiais, a nerd, grande fã de Star Wars e O Senhor dos Anéis, decidiu deixar os personagens alheios para criar os seus durante as aulas de Matemática, que sempre odiou, rabiscando no meio dos cadernos os primeiros capitúlos da história de Emily Dismorri. Este é o primeiro livro da série O Medalhão Mágico, que também é composta por A Cidade Perdida, O Último Gardião e A Nova Era.

O Medalhão Mágico - O Reino de Damantiham
Editora: Ársis Fantasia ( Oitava Rima )
2013
Ilustrações e capa: Débora Neves
Literatura  infanto-juvenil
360 páginas

       Opinião:
     A capa, da autoria da Débora Neves, pareceu-me honesta (reflecte a temática e o estilo da obra - o que nem sempre acontece hoje em dia) e sem exageros (também vai sendo raro...). Nota positiva, sem dúvida!  

    Este livro, que me foi gentilmente enviado pela Mariana Lucera - que conheci através de alguns dos Goor que atravessaram o oceano, divide-se em duas partes: a primeira passada no mundo “real” e a segunda em Damantiham, o universo imaginário.

   Essa primeira parte foi uma agradável surpresa com a pequena Amy, a protagonista, a recordar-me as personagens de Enid Blyton, apesar da sua condição de “aventureira solitária”. 

   Logo nas primeiras páginas pressenti (posso estar enganado) que a autora estava a estender a homenagem inicial ao pai, na personagem de Jordan Dismorri: “Na verdade, para a menina, o pai era seu herói”. Um ponto positivo, numa visão meramente pessoal, pois não acredito em autores que se “alimentem” apenas dos livros que leram, esquecendo a sua experiência de vida. Esta suspeita leva-me a outras que confirmarei com a Mariana…

     Amy é uma menina viciada em livros e representa na perfeição muitos dos jovens leitores (e não só...) a quem a obra se destina. Essa identificação será fácil e ajudará a criar um laço emocional com a história. Eu não fui imune a essa relação...

    “…em Damantiham, deviam ser iguais ao futebol em sua terra: provocava irracionalidade em nível alto nos homens.”

    “… pois Emy não gostava de fritar no sol. Na verdade ela preferia o inverno.”

    Sublinhei estas (e outras) frases e senti logo uma grande empatia por Emily, alguém com quem gostaria certamente de conversar ou acompanhar numa aventura. Nem sempre o dono de um Morgan é a melhor companhia numa trincheira...

     Se, por um lado, o caminho trilhado pela personagem principal nessa primeira parte é fácil de decifrar, a autora é competente em despertar de um interesse crescente no enredo. A biblioteca transforma-se na “gruta de cristal” que dá acesso ao maravilhoso - uma visão juvenil, mas saudável, que não desaparece em mim e que gosto de encontrar amiúde. 

 

    Em relação à segunda parte, esclareço já um ponto: não sou um leitor habitual de livros que incorporem magia – por opção própria são poucos os que li até hoje. As minhas bases comparativas não são muitas e tentar opinar sem gerar spoilers será difícil... Mas aqui vai:

    Em termos de escrita, não me recordo de ter encontrado erros.

   Na acção principal da obra não faltam as “revelações”, os “seres fantásticos”, as “batalhas” nem os “imprevistos” prometidos na sinopse. A aventura e a fantasia correm caudalosas neste livro e prenderão apreciadores do género (e não só…).

   Por vezes há interrupções (quase sempre para explicações sobre o passado) que travam o ritmo de leitura, mas talvez sejam necessárias para o público-alvo. 
 
   Apesar da simpatia por Emy, a minha personagem preferida é… Amyla. Tenho uma preferência por personagens acídicas e a obra alimenta, em certos momentos, essa empatia pela vilã, personagem que me parece ser a que alcança maior complexidade. Consegui mesmo criar uma imagem mental da feiticeira, exercício que sempre me apraz. Confesso que cheguei mesmo a "torcer" por ela. 

    Obviamente, o livro, classificado como literatura juvenil, vive da dicotomia Bem/Mal, mas consegue diluí-la, aqui e ali, em tons cinzentos de heróis ligados a um egoísmo politiqueiro e vilões que não são “maus só porque sim”.

    No fim, as personagens sobrevivem na nossa mente e alguns mistérios ( que considero fulcrais no enredo ) permanecem em aberto, o que nos leva a querer ler “O Medalhão Mágico: A Cidade Perdida”. Venha ele, então! Sabendo o que se vai ler, ninguém se sentirá enganado! 
  


Nota:

   A leitura ser feita sem qualquer problema. Palavras como “barganharmos” ou “pipocar” não dão sequer para tropeçar na leitura – e eu não sou daqueles que vê novelas e conhece de fio a pavio as particularidades do português do Brasil. Quem for de Portugal e quiser ler, não terá qualquer dificuldade. 
publicado por sá morais às 23:59

Book review: ‘George Orwell: A Life in Letters’

11.09.13

 

Given his relatively short life, it’s amazing that George Orwell (1903-50) wrote as much as he did — novels, essays, newspaper columns, book reviews, investigative journalism, radio broadcasts and more than 1,700 letters.

And given the turbulent conditions of his life — uncertain finances, almost constant ill health, frequent moves, a near-fatal war wound, a wife dying young, an adopted child to support, cowardly publishers and vindictive political enemies — it’s equally amazing that he got anything done at all.

A Life in Letters is another solid contribution to the Orwell canon by the indefatigable Peter Davison, who spent 17 years editing and annotating the 20 volumes of Orwell’s Complete Works and who, last year, gave us George Orwell Diaries. Again, as with the diaries, we see a rich spectrum of the writer’s life, from the early 1930s when he is researching the harsh conditions in British coal country for The Road to Wigan Pier, to his time spent in Morocco for his health, to his stint with the BBC during World War II and the all-too-brief period of the late 1940s when he at last enjoyed decent earnings from his work.

Amid these glimpses of Orwell as writer, political activist, farmer, husband and father, it’s thrilling to see him birth the ideas that gave him literary immortality. In a January 1944 letter to his agent Leonard Moore, for instance, Orwell cautiously describes his current project as “a fairy story but also a political allegory.” The book, Animal Farm, became one of the iconic literary works of the Cold War, translated into more than 70 languages and selling millions of copies.

A month later, replying to a Bolshevik resister and professor who had sent him an anthology of Russian literature, Orwell closes his letter with astonishing modesty: “I am writing a little squib which might amuse you when it comes out, but it is so not O.K. politically that I don’t feel certain … anyone will publish it.” The squib was Nineteen Eighty-Four.

We also see Orwell developing the sensibility that made him one of the 20th century’s most perceptive cultural critics. In a 1936 letter to Henry Miller, Orwell says he admired the writer’s controversial first novel,Tropic of Cancer, but not his sophomore effort, Black Spring: “I think on the whole you have moved too much away from the ordinary world into a sort of Mickey Mouse universe. … I have a sort of belly to earth attitude and always feel uneasy when I get away from the ordinary world where grass is green, stones hard, etc.”

Whether written to little-known people or to literary stars like Dwight Macdonald, Arthur Koestler and T.S. Eliot (one of many publishers who passed on Animal Farm), Orwell’s letters tend to be grab-bag affairs packed with topics both momentous and mundane. In March 1939, writing from Marrakesh, he darkly warns the art critic Herbert Read that war will bring “a fascising [sic] process” and an authoritarian regime to England. A few days later he asks a friend who is tending his farm whether a favorite goat, Muriel — a name given to the wise goat of Animal Farm — has been mated yet, dryly adding, “It is a most unedifying spectacle, by the way, if you happen to watch it.”

As Davison notes, A Life in Letters has unfortunate gaps. There is understandably little from the Spanish Civil War, where Orwell was seriously wounded and driven out of the country by pro-Soviet Communists. And there are no letters from the five eventful years he spent as an Imperial policeman in Burma, a fertile time that later produced the novel Burmese Days and classic essays like “A Hanging” and “Shooting an Elephant.”

Such lacunae are to be mourned. But with so much else to offer, A Life in Letters belongs on any Orwellite’s shelf.


Dallas writer Chris Tucker is a commentator for KERA-FM (90.1) and a teacher in Richland College’s Emeritus program.

books@dallasnews.com

George Orwell

A Life in Letters

Edited by Peter Davison

(Liveright, $35)

publicado por Andreia Torres às 00:32

The (really) True Blood...

10.09.13

 

 

Arqueólogos búlgaros anunciaram nesta terça-feira (03) a descoberta do esqueleto de um homem que viveu entre o século 8 e 9, com um pedaço de ferro cravado no peito para evitar que depois da morte se transformasse em "vampiro".

O achado foi anunciado por Nikolay Ovcharov, chefe da equipe arqueológica que trabalha para documentar um antigo complexo urbano em Perperikov, no sul da Bulgária.

 

 

"O homem enterrado tinha entre 35 e 40 anos. Moedas de bronze encontradas entre seus dentes mostram o período em que viveu. Tinha um arado de ferro cravado na parte esquerda do tronco, entre o pescoço e o peito", declarou Ovcharov, à agência "Standart".

As crenças vampirísticas oriundas do paganismo foram preservadas pelos cristãos ortodoxos nos Bálcãs durante a Idade Média. Também podiam ser utilizadas estacas de madeira para atravessar o coração do morto, ou cobri-lo com brasas e atar suas extremidades para evitar sua conversão em vampiro.

Um achado em junho do ano passado na pequena cidade de Sozopol, a margens do Mar Negro, revelou os restos de um homem que viveu no século 8 ou 9 e que tinha um ferro cravado no coração, o que provocou rebuliço no país balcânico.

O diretor do Museu Nacional de HistóriaBozhidar Dimitrov, que descobriu o corpo explicou então à "Agência Efe" que esse rito era praticado com pessoas consideradas más ou que trabalhavam com coisas que a sociedade não entendia, por exemplo, pesquisas científicas ou médicas.

Acreditava-se então que, após morrer, "essas pessoas se transformavam em vampiros, torturavam e atormentavam os vivos e bebiam seu sangue durante a noite", explicou Dimitrov.

Vários medievalistas búlgaros também consideram que na aquela época a superstição levava a pensar que as pessoas com anomalias físicas eram vampiras. 

publicado por sá morais às 10:42

"About fiction: reverent reflections on the nature of fiction with irreverent observations on writers, readers & other abuses", de Wright Morris

10.09.13

So What's It All About  - This fiction

 

"All novels are burdened with the need to make life more interesting that we find it. The means the novelist has to do this are limited, but the readers appetite is insatiable."

publicado por sá morais às 10:18

"About fiction: reverent reflections on the nature of fiction with irreverent observations on writers, readers & other abuses", de Wright Morris

09.09.13



ABOUT FICTION


"Fiction is not the bread of life, nor the wine of life, nor for long the satisfactory thou of life, but it hunger mingles with these hungers and is still there when the others are sated. Man dreams before he eats, after he thirsts, and in order to sleep. Fiction has deep roots, and will not disappear with a change of tools, fashions, or even planets. It provides that link in the chain of awareness that relates man to the urmensch of his subconscious. Fiction was there in the dark of the cave, at the beginning, and it will be there in the ruins at the end, oral, chiseled, or computed. It will, because we can´t help it."


página 7

 

 

 

"The contemporary writer, fortunately, is less subject to the romantic agony, and follows (D. H.) Lawrence into life rather than (James) Joyce into exile. He is no longer that to write well he must give up living."

 

 Página 11

 

 

"The manner in wich this fiction afirms the world is a mesure of its quality: the manner in wich it rejects the world is a mesure of its fantasy.  Because of the scarcity of novels in the past, the earlier writers of fiction read from the book of life. The modern writer first reads about life in books, and it is fiction that makes him a writer."


Página 12

 

 



publicado por sá morais às 17:22

"About fiction: reverent reflections on the nature of fiction with irreverent observations on writers, readers & other abuses", de Wright Morris

08.09.13

Um dos livros que li este Verão foi "About fiction: reverent reflections on the nature of fiction with irreverent observations on writers, readers & other abuses", de Wright Morris*. Muito interessante. Tão interessante que irei partilhar alguns excertos no blog. Quem quiser comentar, esteja à vontade...


 

*Marion Wright Morris (06 de janeiro de 1910 - 25 de abril de 1998) foi um romancista norte-americano, fotógrafo e ensaísta. Ele é conhecido por seus retratos das pessoas e artefactos das Grandes Planícies em palavras e imagens, bem como por experimentar formas narrativas. Wright Morris morreu 25 de Abril de 1998, com a idade de 88 anos. 

 

 

 


Morris nasceu em Central City, Nebraska, sua casa de infância está no Registo Nacional de Lugares Históricos. Sua mãe, Grace Osborn Morris, morreu seis dias depois de ele nascer. O seu pai, William Henry Morris, trabalhava para a Union Pacific Railroad. Após a morte de Grace, Wright foi criado por uma ama, até que o seu pai fez uma viagem para Omaha e voltou com uma jovem esposa, Gertrude. Em Menino de Will, Morris afirma, "Gertrude era mais perto da minha idade do que a do meu pai." Gertrude odiava a vida de uma cidade pequena, mas deram-se maravilhosamente bem com Wright, como eles compartilharam muitos dos mesmos gostos infantis (ambos adoravam jogos, filmes e jelados). Em 1919, a família mudou-se para Omaha, onde residiu até 1924.

 

Durante esse tempo, Morris passou dois verões na fazenda de seu tio perto de Norfolk, Nebraska. Fotografias da fazenda, bem como os personagens da vida real do tio Harry e tia Clara, aparecem nos livros de Morris.

 


Morris recebeu inúmeras homenagens, além do National Book Awards pelo The Field of Vision and Plains Song. Foram-lhe concedidas distinções Guggenheim em 1942, 1946 e 1954. Em 1975, ele ganhou o Mari Sandoz Award. Em 1979 recebeu o Western Literature Association's Distinguished Achievement Award. Em 1981, ele ganhou o Los Angeles Times' Book Prize Robert Kirsch Award pelo conjunto da obra. Em 1982, um júri composto por membros da Associação de Línguas Modernas seleccionou-o para o Common Wealth Award pelo seu papel no campo da literatura. 



 

publicado por sá morais às 22:28

Ou como assustar piratas que não são das Caraíbas...

08.09.13

There have been reports of missing Somali Pirates off the coast of the Horn of Africa. Many news sources over look this story but Somali pirates are disappearing, or to say when they set sail, not all of them return.

Tales of ghastly evil creatures lurking below devour their tiny boats and some use ammo too quickly which then can anger those slimy beasts whatever they are.

 

seamonster

 

Perhaps its a submarine, but more likely a living breathing squid like giant sea serpent monster that lurks in the oceans below.

Even the Somali Pirates are scared of the unknown when large vein like tentacles wraps itself around the person leaning over the edge and his team mates can not kill the bizarre beast!

 

seamon2

 

Underwater submarines won’t even tell the general public whats down at those or any depths of the sea. As long as the crew in the submarine keeps provoking those creature things to come up to the surface, its a perfect Somali Pirate deterrant. Its much an easier way to use the beasts of the sea to attack the enemy instead of using regular man power and search and rescue resources need not wasted.

 

in Boltedmedia

publicado por sá morais às 16:54

Tricia Helfer

08.09.13

publicado por sá morais às 16:50

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