COLLIDER

24.08.13

 

 

Quando uma experiência científica corre da pior forma possível, o mundo enfrenta os dias mais negros da sua história.

COLLIDER conta a história de seis pessoas misteriosamente transportadas para um futuro pós-apocalíptico. Sem perceber como lá chegaram, estes seis estranhos terão de descobrir uma forma de regressar ao presente numa luta insistente pela sobrevivência.

Peter, Alisha, Carlos, Fiona Luke e Lucia acordam num hotel abandonado no ano 2018, no campus do CERN, onde se encontra o maior acelerador de partículas do mundo, o Large Hadron Collider.

Os seis confrontam-se com a ideia de que foram transportados para o futuro, para um mundo destruído pela guerra e por desastres naturais, um espaço agora dominado por criaturas desconhecidas que vivem nas sombras, à espera de fazer novas vítimas.

Numa luta contra relógio, eles vão tentar descobrir a verdadeira história por trás das experiências do COLLIDER, enquanto tentam para reverter a linha do tempo, antes que tudo esteja perdido…

A batalha pela sobrevivência começa hoje!

 

Iain Robertson

IAIN ROBERTSON interpreta PETER

Iain é uma cara conhecida do público português e do grande ecrã pelos seus desempenhos em The Contractor e Basic Instinct 2. Participou também em Plunkett & Macleane, filme exibido em Portugal. Foi actor convidado em Band of Brothers de Steven Spielberg e Tom Hanks. Recebeu um prémio BAFTA pelo seu papel como Lex em Gillies e Billy Mackinnon'd Small Faces. Trabalhou em várias produções teatrais, incluindo Os Mistérios, The Good Hope, O Conto Winters e A Tempestade. Iain é mais conhecido pelo seu papel na BBC Scotland com o êxito Sea of Souls, onde actuou como Craig Stevenson ao lado de Bill Paterson e Dawn Steele. Actuou no Citizens Theatre Glasgow com a peça Love Will Tear Us Apart, como Romeo em Romeu e Julieta e Leonardo em Bodas de Sangue. Interpretou Robert Burns em A última ceia de Alex Salmond por ocasião do 250º aniversário do nascimento de Robert Burns em 2009. Em 2012, Iain surgiu nas series de TV Actos de Godfrey e DCI Banks, bem como no filme COLLIDER, cujas rodagens aconteceram em Dublin.

Marco Costa

MARCO COSTA interpreta CARLOS

Marco Costa é um actor de teatro, cinema e televisão, tanto em Portugal como no Reino Unido. Aos 22 anos iniciou a sua formação em drama, terminando o seu primeiro curso na InImpetus, seguindo depois uma formação e especialização adicional em artes dramaticas na Universidade Moderna. Após um ano de formação, conseguiu o seu primeiro papel em TV, na novela da TVI, Amanhecer. A partir dessa altura, continuou sempre a trabalhar em televisão, teatro e a fazer vozes, conseguindo obter o seu diploma na Universidade Moderna no ano de 2004. Os seus papéis mais marcantes foram nas novelas Morangos com Açúcar, Jura, e na sitcom Aqui Não Há Quem Viva. Nos palcos de teatro, as sua interpretações mais notáveis foram em Pijama para Seis, Afonso em 1755 – O Grande Terramoto, Peregrino e Amor de Longe, papéis que lhe permitiram trabalhar com os actores portugueses mais consagrados. Em 2008, mudou-se para Londres para iniciar o conservatório. Aí, interpretou inúmeros papéis em peças de teatro, entre as quais: The Crucible, Hotel Baltimore, They Shoot Horses. Após a sua graduação, regressou a Portugal, onde em 2012 interpretou o papel principal na peça Hamlet da Silva no Teatro Estúdio Mário Viegas. COLLIDER é a primeira incursão de Marco Costa na sétima arte.

Teresa Tavares

TERESA TAVARES interpreta LUCIA

Teresa Tavares estudou no Conservatório Nacional de Artes Dramáticas, em Lisboa. Realizou um curso de representação na The London Academy of Music and Dramatic Arts, em Londres e participou em vários workshops com Robert Castle, Marcia Haufrecht (The Method), João Canijo (Acting), Meg Stuart (Improvisation), João Mota (Theatre), Jurij Alschitz (Imagination). Em teatro trabalhou com a Inestética Companhia Teatral, dirigida por Alexandre Lyra Leite. Posteriormente, trabalhou com Nuno M. Cardoso interpretando em peças como Lessing’s Emilia Galotti; Schiller’s Mary Stuart; Falk Richter’s Nothing Hurts e de destaque também a sua performance em All Wanted (textos de Fernando Pessoa). Foi dirigida pelos reconhecidos encenadores Isabel Medina, Daniel Gorjão e Rita Lello. Com Álvaro Correia, interpretou Beckett em Ao Longe Além Ali Mesmo. Dirigida pelo realizador João Canijo, interpretou Bergman e uma versão da peça Tchékov’s Three Sisters. Já em cinema, filmou com João Canijo (Sangue do meu Sangue); Werner Schroeter (That Night); Mark Heller (Star Crossed); Fernando Lopes (Os Sorrisos do Destino); Patricia Plattner (Bazar); Maxim Dierickx (Abrigo), entre outros. Em televisão, teve inúmeros papéis em variadas produções portuguesas: Laços de Sangue; Pai à Força; Os Serranos; Nome de Código: Sintra.

Jamie Maclachlan

JAMIE MACLACHLAN interpreta LUKE

Jamie tem já uma carreira muito vasta como actor, abrangendo todos os media. O seu mais notável desempenho até à data foi o papel principal no filme Quatro Minutos ao lado de Christopher Plummer. Através desta interpretação, Jamie obteve a nomeação para um Emmy. Outros créditos na TV incluem Wolfblood, Waking the Dead, Sobrevivendo a Desastres (todos para a BBC), Dark Matters: Twisted But True (Discovery Channel), Mad Dogs (SKY), The Bill (ITV), The Dambusters (Channel 4), e Shirasu Jiro (NHK Japan). No cinema incluem-se participações em Tezz, Footsteps, The Missing Day, and Nothing Comes to Mind. A formação de base de Jamie é essencialmente proveniente do Teatro. Entre os papéis de maior destaque inclui-se a sua performance em Macbeth. Outras actuações de relevo: Good, Coriolanus, Much About Nothing e Twelfth Night. Participou também nos principais elencos originais da nova geração de autores de teatro de que são exemplos: Whispering Happiness, Fuchsia, Billy Fiske King of Speed, and The Water is no Place to Play. Actualmente, Jamie divide o seu tempo entre o Reino Unido e os EUA.

Lucy Cudden

LUCY CUDDEN interpreta FIONA

Lucy Cudden estudou na Central School of Speech and Drama, em Londres. Após o final do seu curso, fez a sua estreia no palco em Romeu e Julieta para o Birmingham REP sob a direcção de Bill Bryden e, desde então, tem colaborado com diversas companhias de teatro, incluindo a Red Shift Theatre Company, The Factory, e o Teatro Nacional da Irlanda, sob a direção de Rupert Goold. Mais recentemente, Lucy interpretou o papel principal de Marian Holcombe naquela que foi a tournée Número 1 no Reino, o grande sucesso The Woman in White. Lucy também já trabalhou em TV e Cinema, interpretando um papel na BBC Series, The Wrong Door, dirigido por um dos mais interessantes cineastas emergentes da Grã-Bretanha, Ben Wheatley (Sightseers, Kill List, de Down Terrace), e outras tantas participações em outros programas de televisão. A estreia de Lucy numa longa-metragem aconteceu com a sua interpretação no Chemical Wedding fime co-escrito por Bruce Dickinson dos Iron Maiden e dirigido por Julian Doyle (Bandidos do Tempo, Monty Python). Lucy também apareceu em Wounded, vencedor do Melhor Filme no Festival Internacional de Cinema de Marbella em 2011 e no London Independent Film Festival 2011 onde desempenhou o papel da principal atracção e sensação feminina na internet - Pulp - nomeado para o Comedy Film Festival Award Discovery London. Mais recentemente, Lucy interpretou o papel feminino principal em O Fantasma de Judas, o filme de estreia em ficção científica/horror do escritor Simon R. Green cujo lançamento aconteceu já este ano de 2013.

Bella Heesom

BELLA HEESOM interpreta ALISHA

Bella treinou na Academia de Música e Arte Dramática de Londres. Recentemente interpretou as personagens principais de Mia em Vida Sexual pelo escritor premiado Kefi Chadwick e A em 69 por Leo Butler, um dos mais aclamados e controversos dramaturgos contemporâneos da Grã-Bretanha (Royal Court, RSC); duas peças curtas realizadas no novo palco do teatro pop-up: PEEP. Bella também interpretou Zainab Zahiri em Matemática do Coração, vencedora do Melhor Novo Acto no Fringe Brighton e transferido depois para o 503 Theatre, em Londres. Bella foi também Elizabeth Baker em New England; Portia em O Mercador de Veneza, e Masha em A Gaivota. Efectuou tours em Itália como Gwendolen em A Importância de ser Ernesto e interpretou Donna em Dias com Signficado por Roy Williams, quem complementou a sua performance. Bella também co-criou uma nova peça de teatro baseada na obra filosófica: Sou um Estranho Laço. Trabalhos de curta metragem incluem a interpretação de Gertrude em Eastward Ho!; foi Emma no Meu Coração Aprisionado, filmado em 10 cidades diferentes à volta do Reino Unido como parte da sua marca no cinema. COLLIDER é a estreia de Bella numa longa metragem.

postersfotoscinemacreditoselencosinopse

Peter

Alisha

Luke

Fiona

Lucia

Carlos


Argumento de

 

Realizado por

Produzido por

IAIN ROBERTSON

BELLA HEESOM

JAMIE MACLACHLAN

LUCY CUDDEN

TERESA TAVARES

MARCO COSTA


NUNO BERNARDO

JASON BUTLER

NUNO BERNARDO

TRIONA CAMPBELL

JOHN McDONNELL

publicado por sá morais às 14:54

The 7 Most Common Misconceptions About Science Fiction Publishing

24.08.13


CHARLIE JANE ANDERS


Science fiction book publishers sail the multiverse like a fleet of unstoppable hyper-cruisers. And many of us dream of being beamed up to one of these motherships. But at the same time, a lot of people don't understand how the system works. Here are the seven most common mistaken ideas about science fiction book publishers.

 

Even in the days of self-publishing success, a lot of us still dream of a contract with one of the big publishers — but people also have a lot of weird ideas about the system. We asked some top editors in science fiction, and they told us the biggest misconceptions people have about the science fiction book field.

1) Publishers are trying to keep ebooks from being sold internationally

People often mistakenly believe that a particular ebook isn't for sale in a particular country "because the publisher can’t be bothered," says Anne Sowards with Ace and Roc Books. In fact, there could be all sorts of reasons why a book isn't available in a particular country, including contractual issues and legal restrictions.

2) When you've published a book, you're immediately a famous author

Often it seems as though people believe that "as soon as you've had a book published you've made it somehow," says Jonathan Oliver with Solaris Publishing. In reality, "it can take a long time to build up a profile as a writer and, unless you're immensely lucky, your first published novel isn't immediately going to shoot you into stardom and untold wealth. You don't just write a book and rest on your laurels. You build up a reputation one book at a time."

Ginjer Buchanan with Ace and Roc, adds that most readers might have a somewhat "off-base notion of what 'the writer's life' is like, in terms of finances, etc." She says, "I've always been fond of [Michael] Chabon's Wonder Boys — not his most successful book because readers don't much care about writers writing about writing, but a pretty accurate picture of the ups and downs of writing that second book — often the hardest thing an author has to do!"

The 7 Most Common Misconceptions About Science Fiction PublishingSEXPAND

Image by Stefan Martiniere.

3) Editors just read manuscripts all day, in a nice armchair.

Says Diana Gill with Harper Voyager:

Surprisingly, people still believe that editors (and probably agents) just sit and read all day, when the editing and submission reading is homework, aka nights and weekends. They definitely don't realize how much editors handle in the office, and how we stretch across all of the departments.

Adds Jennifer Heddle with Lucasfilm/LucasBooks:

For me the biggest misconception is that editors sit around reading all day, imperiously waving our hands and deciding who gets to be the next Terry Goodkind and who doesn't. That sounds like a great life, but it sure isn't one I've ever experienced! I think aspiring writers often lose sight of the fact that publishing is a cold hard business like any other, and many decisions have to be made for monetary reasons, whether those of us who work in publishing like it or not. It's never personal.

Speaking of which...

4) This is all personal

Among authors, the most prevalent misconception is that "there are sure-fire shortcuts to be had," says Buchanan. People believe "knowing somebody or attending certain writer's conferences or having a particular agent might help to bring a writer to an editor's attention. But what will seal the deal is said writer's grasp of both the art and craft of writing."

Gill says she sometimes gets annoyed at how many people believe that "editors and publishers are actively, malicious trying to keep people out or destroy their careers, when our careers depend on authors and titles be successful."

The 7 Most Common Misconceptions About Science Fiction Publishing

Cover art to By Heresy Distressed by David Weber.

5) Science fiction isn't actually about human topics.

Says Lou Anders with Pyr Books:

Those outside the field constantly perpetuate the myth that science fiction stories aren't about people and humanity. I am sick to death of having people explain to me that their own book, film, television show etc.. isn't actually science fiction because it is "a story about people that uses science fiction as a way to explore some aspect of the human condition." The rest of us apparently just publish technical manuals for made up devices.

Adds Anders, the biggest misconception "inside the field" is "the size of the readership," namely "that it's much larger than it is."

6) Men are in charge of science fiction publishing.

One of the biggest misconceptions is that "science fiction publishing is run by men," says Anne Sowards with Ace and Roc. In fact, despite the ongoing debates over gender in science fiction, a ton of editors and other publishing professionals are women. And there's also a pervasive belief that the door is closed to women authors in science fiction as opposed to urban fantasy, which a few editors said just isn't true.

The 7 Most Common Misconceptions About Science Fiction PublishingSEXPANDImage by MANCHU

7) Publishers won't spend any money marketing your book, unless you're an A-list author.

Says Lee Harris with Angry Robot Books, this is "so very, very untrue." He adds:

It's true that there is generally less money to spend on marketing than there used to be, and it's certainly true that publishers ask their authors to get involved in the marketing side of things more than, say, 20 years ago (although no respectable publisher will ever ask the author to spend their own money on this, only time). But there is money spent. How does your publisher spend their marketing funds? Well, let's look at some of the top ones (though there are many, many more).

1) Cover art. One of the most effective ways of marketing your book is with good cover art. Good designers and good artists cost money. This is one of the most important marketing spends (though not necessarily the highest).

2) Trade advertising. What it says. This is how your publisher advertises your book to the people who will stock it in their stores. This comes in the form of advertisements in trade journals, TI sheets (Title Information), samples, catalogues, etc. You don't see any of this because it isn't aimed at the general public. Nevertheless, it happens.

3) Trade events. Another way to reach the fine folk who decide what books sit on their shelves. Also useful for marketing your book to foreign publishers and film studios.

4) Advance Reader Copies (ARCs). Whether physical or electronic. An electronic ARC service (such as NetGalley) costs marketing dollars. And you don't want to know how much it costs to produce and distribute physical ARCs (well, you might want to know - it's usually about 10-15 times the cost of printing a single typical mass market paperback).

5) Getting your book on shelves. Yes, some stores charge to merely stock their books (in addition to the discount they receive), and having your books readily available in bookstores is a good thing...

6) Getting your book into Top 100 / Top 50 shelves. Not as common as it once was, but some stores charge to have your book in their chart. The more you pay, the higher up the chart you debut.

7) Other store promotions. Being featured on end-displays, tables, spinner-racks, etc. Your publisher pays for this.

8) Consumer advertising. Magazine advertising, websites, etc.

9) Consumer events. Conventions, festivals, etc. It costs to attend, and to have a presence in Dealer Rooms, etc.

10) Signings, etc. Travel, hotels, and that all-important after-show champagne of the highest quality (or cheap scotch - whatever).

Some of these are things you might not have previously considered as having a marketing spend (such as your book being featured on a table in your local bookstore), and some of these you will never see (as they're aimed at store book buyers), but there are a lot of ways in which your publisher will market your book - and most of them cost money.


publicado por sá morais às 14:26

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