Curtas por Andreia torres: Nómada/Host - Stephenie Meyer

28.03.13

 

 

    Só alguém muito desatento poderá encontrar alguma originalidade na base desta história de "Ficção Científica" - o que isto me custou escrever! Não conhecem o trabalho de Jack Finney ou, pelo menos, uma das adaptações cinematográficas de Invasion of the Body Snatchers? Nem a Jadzia Dax do Star Trek Deep Space Nine? Animorphs? Então voltem cá depois de terem aprendido alguma coisa...

      O pior é que Meyer cola nesta história a sua fórmula acéfala de Twilight - uma afronta a qualquer mulher inteligente e um péssimo modelo para as jovens - para mais um disparate que não passa de umas centenas de páginas de mais um "livro para tontinhas" - infelizmente há muitas e isto acaba por ser receita para o sucesso... O Péssimo é passar a filme! Tristes tempos estes... 

     Lá temos uma história de amor doentio "meyeriana" (que se lixe o fim da humanidade...) e viva a estupidez masoquista! A história dos invasores também é ridícula, com claras falhas.

    Previsível, monótono, com uma prosa repetitiva, personagens planas e com personalidades irreais, sem profundidade, etc - all Meyer, portanto! Se tiverem dois dedos de testa e amor-próprio evitem mais este disparate!

 

    Querem algo "a sério"? The Possessors

 

 

 "If being a brainless fucktard was a crime, Stephenie Meyer would be going straight to the electric chair. No trial."

publicado por Andreia Torres às 23:44editado por sá morais em 29/03/2013 às 01:05

Curtas por Andreia Torres: Floating Dragon

28.03.13

 

Floating Dragon – Um dos melhores trabalhos de Peter Straub sem dúvida — em contraste com Mr. X. um exercício de algum narcisismo exagerado. Um livro ( muito ) inteligente de horror sobrenatural em “grande escala”. Aqui tudo parece tecido com cuidado milimétrico e essa teia agarra-nos desde o primeiro instante. O ritmo… é adequado e as personagens são intrincadas e inesquecíveis, não sendo apenas figurantes “carne para canhão” – como geralmente acontece nos livros de contornos “body count”. A ideia de ser um calhamaço desaparece para quem suportar bem o peso dos artifícios necessários ao suspense. Imagine-se que até as personagens femininas são credíveis e isentas dos estribilhos habituais! Além do mais, este livro é realmente bizarro e arrepiante – sendo nestes aspectos até superior a King. Mas não direi mais para não ser spoiler! Prepare-se para sentir arrepios…

publicado por Andreia Torres às 23:38

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