Sugestão de Natal: "O Regresso dos Deuses - Rebelião" - romance épico

22.12.12
Sugestão de Natal: "O Regresso dos Deuses - Rebelião" - romance épico
 
 

Diferente. Ambicioso. Eloquente, O Regresso dos Deuses – Rebelião é o tipo de livro que qualquer aficionado por fantasia épica deveria experimentar. Lá por ser português não é motivo para se passar ao lado ou para se julgar sinónimo de pouca qualidade, muito pelo contrário. Tratando-se de uma obra nacional, é de enfatizar a importância para o reportório português que obras deste carácter têm. Caso a sinopse lhe tenha surtido interesse, aventure-se; caso não, aventure-se de igual forma. Valerá a pena. 


Pedacinho Literário

 


http://www.presenca.pt/livro/ficcao-e-literatura/romance-fantastico/o-regresso-dos-deuses/?UDSID=%A7%A7%A7%A700111021132540001324554752%A7%A7%A7%A7

Maren Jensen - Athena

22.12.12

 

publicado por sá morais às 00:38

Actividade vulcânica, e não um meteoro, teria extinto os dinossauros, diz estudo

22.12.12
A actividade vulcânica na região onde actualmente está a Índia, e não um asteróide, teria causado a morte dos dinossauros, de acordo com um novo estudo. 
Ao logo de dezenas de milhares de anos, a lava escorreu do planalto de Deccan, uma região vulcânica perto de onde actualmente está a cidade de Mumbai. 
Esta atividade teria expelido toneladas de níveis tóxicos de dióxido de carbono na atmosfera e provocado a extinção em massa por conta de um aquecimento global e acidificação dos oceanos, segundo uma pesquisa da Universidade de Princeton.


Os achados, apresentados na última semana em São Francisco, EUA, durante o encontro anual da União Americana de Geofísica, serviram como munição para o debate que discutiu se um asteróide ou um vulcão teriam provocado a morte dos dinossauros há 65 milhões de anos.


De acordo com a outra teoria, um asteróide gigante teria se chocado em Chicxulub, no México, há aproximadamente 65 milhões de anos, e liberado quantidades tóxicas de poeira e gás na atmosfera, o que teria bloqueado os raios do sol e causado um esfriamento da Terra, sufocando os dinossauros e causando envenenamento da vida marinha. O impacto do meteoro também poderia ter desencadeado actividades vulcânicas, terramotos e tsunamis.


Contudo, este novo estudo mostra que o planalto de Deccan – uma das maiores províncias vulcânicas do mundo - já existia antes da extinção dos dinossauros e pode ter contribuído total ou parcialmente para a sua morte em massa. 
Em 2009, companhias de petróleo estavam perfurando a região da costa indiana e eles encontraram sedimentos enterrados a 3,3 quilómetros de profundidade. 
Os pesquisadores encontraram fósseis que datam do período Cretáceo-Terciário, quando os dinossauros foram varridos da face da Terra.

Junto com os fósseis, foram encontrados algumas pequenas espécies de plâncton, que estavam em conchas, após as camadas de lava, o que poderia indicar que isso aconteceu anos após as erupções. 
Os fósseis, tanto de animais terrestres quando de vegetais, sugerem que os vulcões causaram extinção em massa tanto na terra quando no mar.


De acordo com os pesquisadores que defendem que o vulcão teria provocado a extinção dos dinossauros, um meteoro não seria capaz de produzir níveis tóxicos suficientes de enxofre e dióxido de carbono para aniquilar os animais de vez, mas isso poderia ter contribuído para a sua extinção.

publicado por sá morais às 00:32

Troll

22.12.12

publicado por sá morais às 00:30

Portugal descobre nova espécie de dinossauro

22.12.12



 

O português Octávio Mateus e o suíço Emanuel Tschopp, investigadores da Universidade Nova de Lisboa e do Museu da Lourinhã, divulgaram neste domingo uma nova espécie de dinossauro a partir de achados escavados nos Estados Unidos da América.
"Verificamos que este dinossauro do Jurássico Superior [com 150 milhões de anos] que existiu na América do Norte é um novo gênero e uma nova espécie para a ciência", afirmou à agência Lusa Octávio Mateus, investigador e orientador da tese de doutoramento de Emanuel Tschopp. 
publicado por sá morais às 00:27

Descoberto planeta em zona "habitável" em órbita de estrela

22.12.12



Noctívagos e astrónomos acreditavam há muito tempo que Tau Ceti, estrela visível a olho nu da Terra, brilhasse solitária na noite, mas cientistas acabam de descobrir cinco planetas em sua órbita, um deles situado em uma zona "habitável", segundo um estudo publicado na quarta-feira.



Tau Ceti, que faz parte da Constelação da Baleia, não é apenas próxima do nosso sol (fica a 12 anos-luz), mas também é muito semelhante, em massa e irradiação. No passado, muitos olhares se voltaram para ela, em vão, em busca de vida extraterrestre.



Nenhum planeta fora detectado no entorno de Tau Ceti até que uma equipe internacional teve a ideia de testar nesta estrela sua nova técnica de colecta de dados astronómicos, capaz teoricamente de detectar sinais duas vezes mais potentes.



"Nós escolhemos Tau Ceti (...) porque achamos que ela não comportaria nenhum sinal. E ela é tão brilhante e similar ao nosso sol que constitui uma cobaia ideal para testar nosso método de detecção de planetas de pequena proporção", explicou em um comunicado Hugh Jones, da Universidade britânica de Hertfordshire.



Os astrónomos descobriram cinco planetas, com massa compreendida entre duas e seis vezes a da Terra. Um deles encontra-se na zona "habitável", nem muito quente, nem muito fria, permitindo a existência de uma atmosfera, de água em estado líquido em sua superfície, e portanto, talvez uma forma de vida.



"Tau Ceti é uma de nossas vizinhas cósmicas mais próximas, tão brilhante que nós poderíamos chegar a estudar as atmosferas de seus planetas em um futuro não muito distante", afirmou James Jenkins, da Universidade do Chile, que participou do estudo publicado na revista Astronomy & Astrophysics.



Esta descoberta confirma a nova ideia "que quase todas as estrelas têm planetas e que a galáxia deve, portanto, conter um grande número de planetas potencialmente habitáveis de tamanho próximo do nosso", acrescentou Steve Vogt, da Universidade da Califórnia em Santa Cruz.



O Observatório Europeu Austral (ESO, na sigla em inglês) estimou recentemente que bilhões destes planetas existiriam na Via Láctea, dos quais uma centena na vizinhança do nosso sol.





Fonte: Terra
publicado por sá morais às 00:22

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