Goor - A Crónica de Feaglar 2

10.10.08

 

"Regresso a Goor, mundo fantástico capaz de fazer corar o Senhor dos Anéis!"
in Correio da Manhã

Deep Forest - Marta's Song

10.10.08

 

 

 

publicado por sá morais às 22:52

Nobel da literatura 2008 foi atribuido a um francês.

09.10.08

 

 

O escritor Jean-Marie Gustave Le Clezio foi o nome escolhido pela Academia Real sueca como vencedor do nobel da literatura deste ano.

O prémio tem um valor de 10 milhões de coroas suecas, equivalente a um milhão de euros e foi anunciado esta tarde em Estocolmo.


Desde 1985 que um escritor francês não ganhava o Nobel literário. Aos 68 anos, Le Clézio, autor de romances de aventura, ensaios e literatura infantil, sucede à escritora britânica Doris Lessing, galardoada o ano passado.

O prémio foi instituido pelo milionário Alfred Nobel e estabelecido em 1901, com excepção para o Nobel da economia introduzido pelo banco central da Suécia em 1968.

 

 

Le Clézio vem de uma família que emigrou para a Grã-Bretanha no século XVIII. A família viveu numa colônia britânica onde era permitido aos colonos manterem as suas propriedades e o uso da língua francesa, alegando a nacionalidade britânica.

A família viveu por um tempo na África, onde o pai dele serviu como um cirurgião no exército britânico. Durante a Segunda Guerra Mundial, Le Clézio foi separado da família, pois seu pai não tinha condições para se juntar a sua mulher e filhos em Nice.

Em seguida, depois de passar alguns anos em Londres e Bristol, ele vai para os Estados Unidos da América e se torna professor. Le Clézio estudou no Collège Universitaire Littéraire.

Após se graduar em literatura francesa, ele se torna famoso aos 23 anos com seu primeiro romance, Le Procès-verbal (O processo verbal), que foi selecionado para o Prêmio Goncourt e para o qual foi premiado com o Prêmio Renaudot em 1963.

Desde então, ele já publicou cerca de trinta livros, incluindo contos, romances, ensaios, duas traduções sobre o tema da mitologia indiana, inúmeros comentários e prefácios, assim como algumas contribuições para publicações coletivas.

Sua carreira de escritor pode ser dividida em dois grandes períodos:

De 1963 a 1975, Le Clézio explorou temas como a loucura, a linguagem, a escrita, dedicando-se à experimentação formal na sequência de contemporâneos, tais como Georges Perec ou Michel Butor. A obra de Le Clézio foi muito elogiada por intelectuais como Michel Foucault e Gilles Deleuze.

No final dos anos 1970, o estilo do escritor sofre uma mudança drástica, quando ele abandona a experimentação e o humor de seus romances e estes se tornaram menos atormentados. O autor acaba abordando temas como infância, adolescência ou viajando, atraindo um vasto público. Em 1980, Clézio foi o primeiro vencedor do recém-criado prêmio Paul Morand, adjudicado à Désert pela Academia Francesa.

Em 1994, um inquérito realizado pela revista francesa Lire mostrou que 13% dos leitores consideram-no o maior escritor francês da atualidade.

Neste momento, vive no Novo México e continua a escrever: “Je veux écrire une autre parole qui ne maudisse pas, qui n’exècre pas, qui ne vicie pas, qui ne propage pas la maladie.

O Fantástico e a Realidade - "DRAGÃO" NO IRAQUE?

09.10.08

 

 

 

O lendário Sirrush da Porta de Ishtar: existência comprovada?

 

De acordo com a agência de notícias "Vozes do Iraque", moradores da cidade de Dihuk, no Curdistão, norte do Iraque, filmaram no inicio da semana um animal que não se parece com nenhuma espécie conhecida com aproximadamente 4 metros de comprimento. Hussein Amin, vice-reitor da Universidade de Dihuk, localizada a 460 quilómetros de Bagdad, viu a filmagem, e afirmou que a criatura " tem uma forma similar aquela que poderíamos definir como um dragão". Estudiosos da universidade enviaram o material filmado para dois centros de pesquisas, na Alemanha e Grã-Bretanha.

Fonte: Corriere Della Sera
 
Adaptado de Arquivos do Insólito

Re-Cycle

08.10.08

 

 

 

De Oxide Pang Chun e Danny Pang (Coreia do Sul | Japão, 2006)

Interpretes: Lee Sin Je, Ekin Cheng, Rain Li, Zeng Qiqi, Lau Siu-Ming
Duração: 108 minutos
Classificação: M/16
Legendado em Português



O primeiro romance da jovem escritora Chu Xun torna-se um best-seller no sudeste asiático e o seu agente anuncia o próximo livro da autora numa noite de autógrafos. A obra, intitulada "Re-Cycle", irá abordar forças sobrenaturais. Após iniciar o livro, Chu Xun pára e deita ao lixo alguns rascunhos da sua obra. Mais tarde, começa a ter visões, como a de uma mulher que aparece repetidas vezes em determinados lugares. Os fenómenos não têm explicação e a escritora passa a achar que o que escreve acontece no mundo real tendo dificuldade em distinguir o que é real do que é apenas imaginário... Então, uma noite, Chu Xun resolve seguir a tal mulher até o outro mundo - um mundo no qual ela viverá o mais real e puro horror!

 

"I just had one of the biggest mindf*cks ever! But it was so good! I just watched a movie called “Re-Cycle” (Asiamania, always great martial-arts and horror movies). It’s a bout a woman who just started writing a new book. But she’s having trouble to get the right inspiration and isn’t happy with anything she writes. This seems like a normal situation (every creative person knows how hard it is if you can’t get out what’s in your mind). But at this point, the movie is gonna make a twist. She starts to see vague figures in her house, gets weird telephone calls and she is starting to trip out. This goes so far that she enters another world. A world where she doesn’t belong but she also created it. Imagion everything you ever forgotten, banished, or just threw away, and get confronted with it in a sick twisted world. I won’t tell any more about it cause I know some really wanna see this movie first.

I’m not a good reviewer or something, but so you know what to expect: Lots of scary kids and creeps, Lots of visual effects (some good some poor), A world you could picture in video games, and I think one of the best story concepts ever!"

 

by Random Post

 

Explorando o universo de Goor - A Crónica de Feaglar 2

07.10.08

Os Xerfec ( darmenérios )

 

 

Xerfec - Corpo militar de elite ao serviço da rainha Calicíada ( darmenéria ), aquando dos acontecimentos relatados em Goor - A Crónica de Feaglar. Estes guerreiros têm reputação de serem brutais, impiedosos assassinos e selvagens. O "recrutamento" dos Xerfec é maioritariamente feito com recurso a crianças condra raptadas em incursões fronteiriças ou traficadas por líderes tribais sem escrúpulos. Alguns são também criminosos darmenérios que obtiveram perdão para a sua pena de morte, em troca de servirem nestas unidades até ao fim dos seus dias. A educação das crianças é brutal e visa apenas um objectivo: matar. Essas crianças são forçadas a esquecer a sua origem e todas as ligações familiares que tinham anteriormente. Os xerfec gozam de algumas regalias dentro do seu reino ( como poderem confiscar bens das classes mais baixas ) e estão apenas submetidos à autoridade régia. As próprias unidades regulares darmenérias desprezam-nos e temem-nos pela sua selvajaria. 

Os guerreiros xerfec que chegam a idades avançadas, em que já não podem combater e que não ascenderam a oficiais têm o cruel destino de servirem nos campos de treinos, onde sofrem todo o tipo de violência por parte dos jovens recrutas, que chegam a ser incentivados a a espancá-los até à morte ou a treinarem neles os golpes de armas, de forma a soltarem os seus instintos mais sanguinários. Talvez por isso muitos xerfec optem pelo suicídio, depois de uma vida repleta de excessos e sangue.

A cavalaria dhorian é a única força militar por quem os xerfec guardam algum respeito, Antigas batalhas fronteiriças justificam esse sentimento, pois várias vezes foram derrotados nesses recontros.

Os xerfec são por diversas vezes referenciados ao longo de Goor - A Crónica de Feaglar. No Volume II, uma das personagens principais envolve-se num violento confronto com diversos xerfec encarregados de a matar. 

 

Espelhos - Mirrors

07.10.08

 

 

ano: 2007
› estreia nacional: 25 de Setembro de 2008 (#5 na 1ª semana)
› estreia mundial: 15 de Agosto de 2008

país: EUA
género: Terror
distribuidora: Castello Lopes

realização
Alexandre Aja

intérpretes
Kiefer Sutherland, Paula Patton, Cameron Boyce, Amy Smart

 



sinopse
Ben Carson (Kiefer Sutherland) já viu melhores dias. Já faz quase um ano que este ex-polícia instável foi suspenso por ter disparado fatalmente sobre outro polícia. Um acidente que não só lhe custou o trabalho, como contribuiu para o alcoolismo, causando o afastamento da sua esposa e filhos e levando-o a mudar-se para casa da sua irmã. Desesperado por voltar a endireitar a sua vida e unir novamente a sua família, Carson aceita um trabalho como segurança nocturno nas ruínas de um armazém destruído por um incêndio gigantesco que ceifou inúmeras vidas inocentes. Enquanto Carson patrulha os escombros queimados e misteriosos do armazém, ele começa a aperceber-se de algo sinistro acerca dos espelhos que adornam as paredes do espaço. Reflectidas na superfície brilhante estão imagens horríveis que o paralisam. Para além de reflectirem imagens chocantes do passado, os espelhos parecem estar a manipular também a realidade. Quando Carson vê o seu próprio reflexo a ser torturado, ele sofre os efeitos psicológicos das suas visões fragmentadas...


 

 

Lisa Gerrard - The Human Game

04.10.08

 

Procurava esta música à muito tempo e hoje... Busca por Lisa Gerrard e aí está!

Critica a Goor 2 de Roberto Mendes

01.10.08

 

Crítica ao mundo de Goor:
 
É difícil fazer uma crítica a uma obra tão sublime, mas vou tentar não deixa no esquecimento nenhuma das partes que mais me impressionaram e as poucas, muito poucas, partes de que não gostei muito.
Desde logo considero goor 2 uma obra impregnada de originalidade pois colocas o destino da historia nas mãos dos homens e tornas a essência humana na “personagem” fulcral da mesma. Não recorres a nenhuma colagem a outros universos e isso é de louvar pois propuseste-te a criar um universo de raiz e, na minha opinião, acabaste por construir algo que se assemelha em grandeza a outras grandes obras como a terra média de Tolkien ou a Faerie da mitologia celta. Mas as marcas de originalidade não se esgotam com o facto de serem os homens a decidir o destino do mundo, também o facto de o artefacto sobre o qual a história se desenvolve e evolui não ser o principio e o fim da própria história me deixou muito satisfeito e surpreso; O universo de goor revela-se um mundo colossal e credível, com descrições perfeitas, soberbas, que nos fazem sonhar com cidades imponentes e com noites passadas num balcão do palácio levando banhos de estrelas. As cidades são definidas ao pormenor, com uma perícia de arquitecto, pois tenho a certeza que apenas pelas tuas descrições se podiam desenhar as várias cidades. A parte descritiva que mais me impressionou acabou por ser a descoberta de Fir Hur Abat, pela aura de magia e misticismo que se impregnava na cidade e pela gigantesca escala a que a cidade nos é descrita; A magia sente-se nas linhas em que descreves tão bela e lendária cidade!!! Tal como em Goor 1 a parte do romance é explorada com mestria, com os sentimentos a surgirem tão puros que quase os sentimos tocar-nos quando lemos as palavras. A tua “veia” de romancista tem tremenda qualidade e isso nota-se À medida que os sentimentos afloram nos corações das personagens levando a que exista uma dança de sentimentos puros entre os mais improváveis personagens juntando homens e mulheres de personalidades tanto fortes como distintas. Adoro o facto de ter acesso ao lado lunar de todos os personagens, incluindo Feaglar, pois normalmente o autor apenas explora o melhor lado de algumas personagens e o pior de outra, raramente são explorados os dois lados numa mesma personagem, penso que mais que tudo é isto que te define enquanto mestre da escrita. Apesar de preferir uma magia mais presente no enredo e nos destinos das histórias penso que o facto de a magia aparece tratada de forma sublime por ser simples e por não fazer parte do principal da acção (o que muda os destinos não são grandes feitiços, é o carácter de cada personagem) constitui uma lufada de ar fresco na literatura fantástica moderna. As jornadas em busca do draidex e as viagens de regresso com todas as circunstâncias e enredos secundários que assumem um papel tão preponderante na linha principal da história são maravilhosas, cheias de perigos, de batalhas intensas em que usas cenas fortes e cinematográficas de uma forma genial. A cada batalha que se aproxima é como se deixasse de ler e passa-se a ver as imagens que decidem o futuro dos Dhorians;
 Penso que conseguiste criar um verdadeiro mundo onde apenas sinto falta de uma fauna e flora mais presente mas em que a morfologia, mitos, lendas, costumes e tradições se encontram definidas de forma perfeita, sem falhas! Admiro a forma simples com que contas a história, não és um escritor de artifícios como por vezes eu próprio faço, és, sem sombra de dúvidas, um cronista brilhante; Penso que enquanto escritor é esse o estilo que melhor te define: a crónica;
Juntamente com a cidade de fir hur abat o que mais me impressionou foram as personagens fenomenais como sarraden, galana, gar dena, a perfeita caledra, o próprio feaglar, odraglar, etc…. são personagens com personalidades completamente distintas, delineadas com precisão, alguns são homens como todos nós, outros são tudo aquilo que gostaríamos de ser; Podia descorrer sobre estas personagens durante vários dias a fio pois tornaram-se verdadeiramente nos meus companheiros de armas ao longo da trama, sorri e sofri com todos eles! Como personagens principais amei a personagem Caledra mas sempre desejei secretamente que fosse Galana a ocupar um lugar de destaque no futuro da historia e fiquei muito satisfeito quando por fim tal aconteceu. O facto de teres trocado o pólo forte dos homens para as mulheres é mais um toque da genialidade com que desenvolveste goor;
Depois de ler a tua obra percebo que o goor és tu, que vem de ti, das tuas interpretações sobre a vida e é por isso que esta história ganha uma dimensão diferente. Para mim goor 2 foi o melhor livro de literatura fantástica que li nos últimos três anos, logo a par de “jonhatan strange e o sr norrel” de susanna clark.
Em termos de literatura fantástica na sua vertente épica a tua obra surge nas minhas preferências logo após a obra de Tolkien. Considero Goor melhor que o mundo de Robert Jordan ou Marion Zimmer Bradley; E de entre os autores portugueses considero que te encontras num nível superior a todos os outros : para mim é fácil fazer a comparação pois já li quase tudo o que existe em português no âmbito da literatura fantástica;
Devo dizer-te que aprendi muito ao ler Goor; Tornaste-te numa referência para mim e numa inspiração também, pois sonho um dia atingir o nível de mestria que tu tanto dominas. É um prazer e um imenso orgulho poder corresponder-me contigo e trabalhar a teu lado no correio do fantástico, por isso te deixo um obrigado sincero e me despeço com votos de amizade; Tornaste-me num verdadeiro Dhorian!!!
Espero que gostes da critica.
 
 Roberto Mendes (autor de fantasia)
 
 

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