Goor volta a estar disponível para venda em edição especial e limitada

01.06.13

Sete anos depois, o romance épico "Goor - A Crónica de Feaglar", volume I está novamente disponível!

 

PONTOS DE VENDA:

 

BUBOK

LIVRO

custo: cerca de 16 euros - incluindo despesas de envio (economy) para PORTUGAL

          cerca de 52 reais - incluindo despesas de envio (economy ) para o BRASIL

 

*Pode também contactar directamente o autor: noctis2006@sapo.pt

 

EBOOK

custo: 5 euros/R$12.02 

 

 

 

 

 

 “Lembro que cando rematei de lér a segunda novela de Pedro Ventura (Goor II – A Crónica de Feaglar, aló polo 2007) puiden dicir sen temor ao ridículo que viña de rematar a millor novela de xénero fantástico da miña vida. Aquela novela era o cabo a unha história de coraxe, aventuras e humanidade que tan só facían desexar lér mais e mais (…)”

 

NOVA FANTASIA (GALIZA - ESPANHA)

 


"Enquanto leitor senti-me verdadeiramente sugado pela história levando a que consumisse cada pequeno passo da narrativa de forma deliciosa...Tem todos os ingredientes: acção, intriga, romance... Se gosta do género, vai adorar este livro. Eu já vou a meio e estou a adorar! A história é fluida e interessante, tendo lugar num mundo imaginário, onde o valor humano tem um papel muito importante. Quem não comprar este livro não sabe o que perde..."

GALEONDI - YAHOO (BRASIL) 

 

"Goor - As Crónicas de Feaglar I & II são obras inigualáveis. A primeira coisa em que pensei quando terminei de os ler foi "Uau, nunca pensei que houvesse uma obra destas, muito menos escrita por um autor português". (...) Desde cedo entramos num mundo completamente novo. E, apesar de estas duas obras serem classificadas no género Fantástico, desenganem-se se pensam que vão encontrar os seus elementos típicos como fadas, gnomos, elfos, anjos ou vampiros ou o que quer que vos possa passar pela cabeça. Aqui, temos a humanidade dura e crua, onde cada pensamento e acção têm uma intensidade nunca antes expressas desta forma."


SOFIA TEIXEIRA - BLOG MORRIGHAN (PORTUGAL)


 

 

publicado por Andreia Torres às 23:49

Goor - A Crónica de Feaglar (para venda)

05.05.13

Sete anos depois, o romance épico "Goor - A Crónica de Feaglar", volume I está novamente disponível!


PONTOS DE VENDA:


BUBOK

LIVRO

custo: cerca de 16 euros - incluindo despesas de envio (economy) para PORTUGAL

          cerca de 52 reais - incluindo despesas de envio (economy ) para o BRASIL


*Pode também contactar directamente o autor: noctis2006@sapo.pt


EBOOK

custo: 5 euros/R$12.02 

 




 

 “Lembro que cando rematei de lér a segunda novela de Pedro Ventura (Goor II – A Crónica de Feaglar, aló polo 2007) puiden dicir sen temor ao ridículo que viña de rematar a millor novela de xénero fantástico da miña vida. Aquela novela era o cabo a unha história de coraxe, aventuras e humanidade que tan só facían desexar lér mais e mais (…)”

 

NOVA FANTASIA (GALIZA - ESPANHA)



"Enquanto leitor senti-me verdadeiramente sugado pela história levando a que consumisse cada pequeno passo da narrativa de forma deliciosa...Tem todos os ingredientes: acção, intriga, romance... Se gosta do género, vai adorar este livro. Eu já vou a meio e estou a adorar! A história é fluida e interessante, tendo lugar num mundo imaginário, onde o valor humano tem um papel muito importante. Quem não comprar este livro não sabe o que perde..."

GALEONDI - YAHOO (BRASIL) 


"Goor - As Crónicas de Feaglar I & II são obras inigualáveis. A primeira coisa em que pensei quando terminei de os ler foi "Uau, nunca pensei que houvesse uma obra destas, muito menos escrita por um autor português". (...) Desde cedo entramos num mundo completamente novo. E, apesar de estas duas obras serem classificadas no género Fantástico, desenganem-se se pensam que vão encontrar os seus elementos típicos como fadas, gnomos, elfos, anjos ou vampiros ou o que quer que vos possa passar pela cabeça. Aqui, temos a humanidade dura e crua, onde cada pensamento e acção têm uma intensidade nunca antes expressas desta forma."


SOFIA TEIXEIRA - BLOG MORRIGHAN (PORTUGAL)





Crítíca a Goor – A Crónica de Feaglar (versão 2006) por Andreia Torres

26.05.12

A primeira coisa que impressiona nestes dois livros é um claro sentimento de desengano, caso o comecemos a ler com a ideia de irmos mergulhar num mundo de magos, elfos, fadinhas e redundâncias do género. Esqueçam o estafado Sword and Sorcery. Aqui a história é outra, pois não se trata de um copycat de obras de referência (defeito de tantos outros autores). A Sorcery é (felizmente) substituída pela vontade dos Homens e a Sword surge em boas quantidades, em duelos individuais ou grandes batalhas, sempre sensacionistas e visuais, mas credíveis – provando que o aspecto bélico foi bem estudado. Essas habituais soluções sobrenaturais (que por vezes nada mais são do que facilitismos) não encontram aqui lugar. O inverosímil surge alicerçado em ténues sugestões que me recordaram algumas obras de Ficção Científica de autores como David Brin ou mesmo escritos de J.S. Hunsaker. Uma sublime influência de von Däniken e de Robert K. G. Temple? Talvez. Uma coisa é certa: não se trata de Fantasia.
Goor brota de uma intensa originalidade e grandeza (universo extremamente complexo e bem descrito), apesar de manter uma estrutura de Demanda Arturiana por um objecto – neste caso o Draidex. Não havia necessidade de tal, mas talvez essa existência brote um inconsciente desejo de ter uma trave-mestra em torno da qual o emaranho é construído. Mas essa Demanda eclipsa-se e torna-se secundária à medida que o intrincado enredo se desenvolve e fica subordinada ao aspecto humano das personagens. Temos aqui o grande trunfo da obra: personagens verosímeis com as quais nos podemos identificar, personagens com quem podemos reflectir, sonhar, chorar ou rir. Desenganem-se portanto os adeptos dos heróis virtuosos em cavalos brancos (cujo lugar é no nicho do infanto-juvenil), aqui irão encontrar pessoas (reais) com defeitos e virtudes, como qualquer um de nós. As suas dúvidas existenciais não são esquecidas e revelam-se, basicamente, aquelas que sempre nos inquietaram. Esse realismo existencial é tão marcante que o leitor chega mesmo (sem qualquer dificuldade) a estabelecer paralelismos com determinados episódios da sua própria vida. O romance (propriamente dito) surge bem doseado, apesar de, por vezes, chegarmos a abominá-lo por “empastelar” em demasia a acção. De realçar ainda o facto de duas das três personagens mais interessantes e complexas serem femininas. Neste livro as mulheres não são vistas como meras figurantes acéfalas e frágeis (os habituais “acessórios de beleza e erotismo” que necessitam do “protector braço masculino”) e movem-se entre os papéis de antagonistas, coadjuvantes ou mesmo de protagonistas, tal é a sua importância. Destas destaco Calédra, o condimento essencial, sem a qual a história poderia tornar-se fastidiosa. Esta Red Sonja (mais refinada, mas igualmente poderosa – talvez até mais) de Pedro Ventura, inverte em vários aspectos os estereótipos sexistas e teria certamente lugar de destaque num painel de Susan Wood.
A prosa de Pedro Ventura é directa e apoia-se mais na sensação, no entretenimento, apesar de não descurar, aqui e ali, alguma “doutrinação”. A linguagem é fluida e, quando não o é, torna-se um pouco artificial, pesada, talvez por suposta “exigência”do Género Épico, da qual discordo. Algumas gralhas (que não são suficientes para perturbar a leitura) revelam um mau trabalho editorial de revisão. Também há alguns “vícios de escrita” que me parecem contaminação do anglo-saxónico e que deviam ter sido corrigidos. Certas personagens secundárias mereciam mais atenção para não aparentarem tanta uniformidade e não serem tão monocórdicas.
Em resumo: dentro do seu género, esta é uma obra indispensável, sem paralelo, quando comparada com os outros autores portugueses (até porque é difícil encontrar termo de comparação entre escritores maioritariamente “copistas” de modelos importados), e que me faz pensar que perdi tempo ao tempo ao ler Marion Zimmer Bradley, claramente inferior. Torna-se óbvio que Pedro Ventura devia ter traduzido os dois Goor e optado por publicar no estrangeiro, antes mesmo de ter sequer pensado em fazê-lo em Portugal, mercado demasiado pequeno e muito dado a “monoideísmos”.

Critica a Goor 1 no site Nova Fantasia

08.10.07

 

Título Goor - A Crónica de Feaglar I
Autor Pedro Ventura
Editorial Papiro Editora (2006)
Calificación: estrelaestrelaestrela

Antes de vos presentar o meu parecer sobre a novela de Pedro Ventura, A Crónica de Goor, coido que deberia aclarar que non son una leitora habitual do xénero fantástico, o que fai que me encare ao texto dende unha perspectiva tal vez menos viciada. Tamén gostaría de facer unha louvanza á capa. Sei que o continente non é o mais importante, pero tamén por deformación profesional coido que ao ser a primeira percepción que temos do libro, esta debe ser boa, e neste caso, tráta-se dunha excelente presentación.

En principio, cháma-me a atención o estilo narrativo, nada complicado e moi directo. Nada a ver có seu compatriota Saramago, por exemplo, pero estamos a falar de duas visións completamente diferentes da literatura, polo que as comparanzas sobran. Ainda que coido que os leitores agradecerán que Pedro non perda o tempo con filigranas estilísticas e pase a revelarnos mediante unha técnica concéntrica as chaves da história. E digo isto porque o que en principio poden parecer detalles sen importancia, a medida que transcurre a acción, imos decatándonos de que aquel episodio sobre o que pasa sen facer ruido, resulta revelador. Póren en conxunto debemos dicir que á vez que avanza a historia, o mistério que rodea ao Draidex, faise aínda mais intrincado, envolvendo todo o que se pasa nos Sete Reinos: Qué é o Draidex? Por que algo do que ninguén sabe se existe ou non convérte-se de súpeto en algo tan cobizado? Por que Feaglar, o rei dhorian vé-se case obrigado a saír na súa procura cando nin el mismo cré na súa existencia?

Ainda que os ingredientes utilizados nesta novela son abundantes no xénero fantástico – un elemento máxico, a loita eterna entre o Ben e o Mal, unha viaxe iniciática, a aparición dun personaxe-talismán...- debo recoñecer que dá vontade de ler o libro dunha soa vez para atopar resposta a todas as preguntas que van xurdindo na nosa mente. Pode ser que ao comezo pareza unha história típica, pero como se adoita a dicir, engancha.

Cando chegamos ao final desta primeira parte, o noso corazón xa está tamén pronto para viaxar có rei Feaglar, a súa enigmática muller Gar-Dena e o resto de valentes cára a Goor, a terra maldita, na procura do mítico Draidex antes de que caia nas mans erradas e mude para sempre o mundo coñecido polos homes.

Agora, que Pedro Ventura consiga responder ás expectativas criadas na tan desexada 2ª parte, só depende da súa habilidade coma escritor. E despois do lido, non duvidamos de que o acadará.

Bom sucesso, Pedro, e obrigados por esta história.

 

Comentário de Maria Comesaña

 

Obrigado a Maria Comesaña e a toda a equipa do site NOVA FANTASIA. Este é um agradecimento ( não só pela critíca em si e pelo que julgo ser um correcto entendimento do que foram os meus objectivos em Goor 1 ) carregado de sinceridade e muito especial. Na Galiza tiveram o trabalho de ler este extenso livro, em português, de um autor desconhecido... Por cá... Bem, dizer o quê?

Muito obrigado Galiza!! 

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