Vai submeter-se ou aderir à Rebelião?

12.03.12

 

"Diferente. Ambicioso. Eloquente, O Regresso dos Deuses – Rebelião é o tipo de livro que qualquer aficionado por fantasia épica deveria experimentar. Lá por ser português não é motivo para se passar ao lado ou para se julgar sinónimo de pouca qualidade, muito pelo contrário. Tratando-se de uma obra nacional, é de enfatizar a importância para o reportório português que obras deste carácter têm. Caso a sinopse lhe tenha surtido interesse, aventure-se; caso não, aventure-se de igual forma. Valerá a pena."

 

in Pedacinho Literário

 

 

 

 

 

"uma obra de um autor português de grande qualidade, que foge de forma determinada ao esterótipo da donzela em perigo que vai ser salva pelo guerreiro forte e musculado. É uma obra quase desprovida de romance pitoresco, indo muito mais além na abordagem ao íntimo do ser humano revendo valores, pondo em causa o que está certo ou errado sendo claro que tudo acaba por depender de uma certa subjectividade do sujeito que interpreta os factos."
Sofia Teixeira - Blog Morrighan

Regresso dos Deuses - A Rebelião continua em 2012

28.01.12

 

 

Diferente. Ambicioso. Eloquente, O Regresso dos Deuses – Rebelião é o tipo de livro que qualquer aficionado por fantasia épica deveria experimentar. Lá por ser português não é motivo para se passar ao lado ou para se julgar sinónimo de pouca qualidade, muito pelo contrário. Tratando-se de uma obra nacional, é de enfatizar a importância para o reportório português que obras deste carácter têm. Caso a sinopse lhe tenha surtido interesse, aventure-se; caso não, aventure-se de igual forma. Valerá a pena. 


Pedacinho Literário

 

 

 

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Goor - A Crónica de Feaglar 2

05.02.09

Goor - A Crónica de Feaglar II
 
 
 
"Este romance de aventuras épicas “adocicado com o toque mágico da fantasia” merece, sem dúvida, a nossa atenção. Valores como a amizade e a liberdade, tão essenciais à nossa condição humana, estão aqui sempre presentes."
in Montijo Agenda
 
"Regresso a Goor, mundo fantástico capaz de fazer corar o Senhor dos Anéis!"
in Correio da Manhã

Critíca a Goor

27.12.08

Numa deambulação pela net, descobri mais uma critíca a Goor - A Crónica de Feaglar. Goor parece estar a ter sucesso.

 

"Depois de um 2008, cheio de livros de fantasia de autores estrangeiros, sendo excepção apenas "Os ossos do arco íris" e "A conspiração dos antepassados" de David Soares, e depois de muitos posts lidos sobre os autores de fantasia em Portugal, eis que um dia me decidi a comprar uma obra de um autor nacional. Do que tinha lido, e como o blog em que participava Pedro Ventura, era uma dos que eu diariamente ia consultando, decidi-me pelas crónicas de Feaglar. Comprei os dois livros das crónicas, para entrar na fantasia nacional. Seguidamente, conto continuar com mais autores tugas, Filipe Faria e Sandra Carvalho já estão na calha para 2009.

Algumas particularidades prenderam desde logo a minha atenção nos dois livros de Pedro Ventura. A requintada capa é um gozo para os olhos. Muito bem conseguida a mistura de cores, os títulos e a maneira estilo moldura como foi inserida a sinopse. O preço, infelizmente, é o que deve afastar muitos potenciais leitores de uma obra, que por si, os merecia sobejamente. E por último a tiragem. Quando uma obra com um potencial destes, tem apenas uma tiragem de 500 exemplares, eu sinceramente, fico preocupado, com o estado da literatura em Portugal.

Falando do que realmente importa, que é o conteúdo do livro, apenas posso dizer que fiquei muito impressionado e satisfeito de possuir uma obra deste envergadura. Pedro Ventura escreve bem, muito bem até. Sabe cativar, com uma história repleta de peripécias amorosas, acção, aventura e suspense. Sem dúvida que, não é um autor que perde muito tempo com descrições, tanto dos personagens como dos cenários, deixando para o ávido leitor o trabalho de idealizar e imaginar as personagens, os castelos, os mundos. Ainda não sei se esta saga se resume a dois livros, se forem mais, penso que era de todo justificado a existência de um mapa.

O ritmo da acção é alto, e posso dizer que é um livro que nos prende a atenção logo desde as primeiras páginas. Ao longo de 290 páginas, posso dizer, que por muito poucas vezes tive a sensação de o livro estar a ser monótono, ou então, que o livro continha alguma palha. Embora não tendo a fluidez e o ritmo incessante de um Martin, ou um Tolkien, o história torna-se uma fonte contínua de deleite para quem a lê.

Outra coisa que me agradou muito neste livro, foram as tiradas filosóficas, e o que elas me fizeram reflectir. É um livro cheio de grandes ideias por detrás de uma história principal.

Os personagens também vão adquirindo ao longo do livro um misticismo e uma densidade muito pouco vistas em solo nacional. O seu destino também se vai revelando aos poucos, e por vezes existem acontecimentos muito poucos previsíveis que nos fazem andar sem rumo e sem saber o que lhes irá acontecer. Os diálogos, como acontece muito em Portugal, não são muitos e não acho que sejam de extrema importância nesta obra.

Trata-se de uma saga, que apesar de fantástica, já que aparecem alguns sinais de poderes maiores, como o facto de certos personagens poderem ler a mente, mover objectos, serem possuidores de uma força anormal ou então de se poderem curar, tem muito de humano e muito de perfeitamente normal. E por detrás da fantasia, está o romance e tudo o que humanamente se pode constatar na vida das personagens. As relações entre os diversos intervenientes do livro tem um papel fundamental em toda a narrativa.

Mal acabei este livro, comecei desde logo a continuação desta saga, coisa que normalmente nunca faço, para não ficar aborrecido ou por vezes entediado, com o rumo dos acontecimentos e com o desenrolar das narrativas. Neste caso, e depois de ler o primeiro volume fiquei com vontade de continuar a descobrir este mundo.

A história, passa-se num mundo constituído por 7 reinos, que estão muito longe de estar em paz. Vários acontecimentos levam a que Feaglar, o rei de um dos desses reinos, parta numa demanda por um artefacto que se cair em mãos maléficas, poderá destruir e subjugar todos os reinos aos desejos e caprichos de uma estranha líder.

Para essa demanda, Feaglar conta com amigos que vai forjando ao longo de algumas viagens que vai fazendo ao longo do seu reino e dos restantes.

Feaglar encontra também Gar-Dena, uma mulher com estranhos poderes, que poderá ser a salvação e a única capaz de se apoderam desse artefacto maligno."

 

in JNEWTON

Critica a Goor 2 de Roberto Mendes

01.10.08

 

Crítica ao mundo de Goor:
 
É difícil fazer uma crítica a uma obra tão sublime, mas vou tentar não deixa no esquecimento nenhuma das partes que mais me impressionaram e as poucas, muito poucas, partes de que não gostei muito.
Desde logo considero goor 2 uma obra impregnada de originalidade pois colocas o destino da historia nas mãos dos homens e tornas a essência humana na “personagem” fulcral da mesma. Não recorres a nenhuma colagem a outros universos e isso é de louvar pois propuseste-te a criar um universo de raiz e, na minha opinião, acabaste por construir algo que se assemelha em grandeza a outras grandes obras como a terra média de Tolkien ou a Faerie da mitologia celta. Mas as marcas de originalidade não se esgotam com o facto de serem os homens a decidir o destino do mundo, também o facto de o artefacto sobre o qual a história se desenvolve e evolui não ser o principio e o fim da própria história me deixou muito satisfeito e surpreso; O universo de goor revela-se um mundo colossal e credível, com descrições perfeitas, soberbas, que nos fazem sonhar com cidades imponentes e com noites passadas num balcão do palácio levando banhos de estrelas. As cidades são definidas ao pormenor, com uma perícia de arquitecto, pois tenho a certeza que apenas pelas tuas descrições se podiam desenhar as várias cidades. A parte descritiva que mais me impressionou acabou por ser a descoberta de Fir Hur Abat, pela aura de magia e misticismo que se impregnava na cidade e pela gigantesca escala a que a cidade nos é descrita; A magia sente-se nas linhas em que descreves tão bela e lendária cidade!!! Tal como em Goor 1 a parte do romance é explorada com mestria, com os sentimentos a surgirem tão puros que quase os sentimos tocar-nos quando lemos as palavras. A tua “veia” de romancista tem tremenda qualidade e isso nota-se À medida que os sentimentos afloram nos corações das personagens levando a que exista uma dança de sentimentos puros entre os mais improváveis personagens juntando homens e mulheres de personalidades tanto fortes como distintas. Adoro o facto de ter acesso ao lado lunar de todos os personagens, incluindo Feaglar, pois normalmente o autor apenas explora o melhor lado de algumas personagens e o pior de outra, raramente são explorados os dois lados numa mesma personagem, penso que mais que tudo é isto que te define enquanto mestre da escrita. Apesar de preferir uma magia mais presente no enredo e nos destinos das histórias penso que o facto de a magia aparece tratada de forma sublime por ser simples e por não fazer parte do principal da acção (o que muda os destinos não são grandes feitiços, é o carácter de cada personagem) constitui uma lufada de ar fresco na literatura fantástica moderna. As jornadas em busca do draidex e as viagens de regresso com todas as circunstâncias e enredos secundários que assumem um papel tão preponderante na linha principal da história são maravilhosas, cheias de perigos, de batalhas intensas em que usas cenas fortes e cinematográficas de uma forma genial. A cada batalha que se aproxima é como se deixasse de ler e passa-se a ver as imagens que decidem o futuro dos Dhorians;
 Penso que conseguiste criar um verdadeiro mundo onde apenas sinto falta de uma fauna e flora mais presente mas em que a morfologia, mitos, lendas, costumes e tradições se encontram definidas de forma perfeita, sem falhas! Admiro a forma simples com que contas a história, não és um escritor de artifícios como por vezes eu próprio faço, és, sem sombra de dúvidas, um cronista brilhante; Penso que enquanto escritor é esse o estilo que melhor te define: a crónica;
Juntamente com a cidade de fir hur abat o que mais me impressionou foram as personagens fenomenais como sarraden, galana, gar dena, a perfeita caledra, o próprio feaglar, odraglar, etc…. são personagens com personalidades completamente distintas, delineadas com precisão, alguns são homens como todos nós, outros são tudo aquilo que gostaríamos de ser; Podia descorrer sobre estas personagens durante vários dias a fio pois tornaram-se verdadeiramente nos meus companheiros de armas ao longo da trama, sorri e sofri com todos eles! Como personagens principais amei a personagem Caledra mas sempre desejei secretamente que fosse Galana a ocupar um lugar de destaque no futuro da historia e fiquei muito satisfeito quando por fim tal aconteceu. O facto de teres trocado o pólo forte dos homens para as mulheres é mais um toque da genialidade com que desenvolveste goor;
Depois de ler a tua obra percebo que o goor és tu, que vem de ti, das tuas interpretações sobre a vida e é por isso que esta história ganha uma dimensão diferente. Para mim goor 2 foi o melhor livro de literatura fantástica que li nos últimos três anos, logo a par de “jonhatan strange e o sr norrel” de susanna clark.
Em termos de literatura fantástica na sua vertente épica a tua obra surge nas minhas preferências logo após a obra de Tolkien. Considero Goor melhor que o mundo de Robert Jordan ou Marion Zimmer Bradley; E de entre os autores portugueses considero que te encontras num nível superior a todos os outros : para mim é fácil fazer a comparação pois já li quase tudo o que existe em português no âmbito da literatura fantástica;
Devo dizer-te que aprendi muito ao ler Goor; Tornaste-te numa referência para mim e numa inspiração também, pois sonho um dia atingir o nível de mestria que tu tanto dominas. É um prazer e um imenso orgulho poder corresponder-me contigo e trabalhar a teu lado no correio do fantástico, por isso te deixo um obrigado sincero e me despeço com votos de amizade; Tornaste-me num verdadeiro Dhorian!!!
Espero que gostes da critica.
 
 Roberto Mendes (autor de fantasia)
 
 

Outras Leituras - Nas Águas do Verso

29.09.08



 

  100 poemas de 100 autores... e uma delas é a minha colega de escritas - CARLA RIBEIRO

"Nas Águas do Verso é uma colectânea poética idealizada e coordenada por João Filipe Ferreira e Pedro Lopes. Nesta obra é possível encontrar textos poéticos de 100 autores tão diferentes e tão iguais ao mesmo tempo. Uma obra onde cada poeta expressa livremente as suas palavras, as suas emoções, visões e estados de espírito. Em Nas Águas do Verso o leitor poderá navegar calmamente na beleza da poesia e da prosa poética, sem nunca perder o rumo, sem nunca se afogar nas palavras. Com muito prazer, os autores oferecem-lhe esta obra que consideram ser tremendamente rica em poesia. Sejam bem-vindos ao barco poético e, uma vez nele, desfrutem da beleza das Águas do Verso."


 

Goor - A Crónica de Feaglar 2 - Nova Fantasia ( Galiza )

25.09.07

Goor - A Crónica de Feaglar 2 volta a ser notícia no prestigiado site galego NOVA FANTASIA.

 

 

Goor 2 prepara a súa saída

[14:30 23/09/2007] Já falta menos para o lançamento em vivo e em directo de Goor - A Crónica de Feaglar II. O seu autor, Pedro Ventura, informa no seu blogue que o blogueiro Outsider será o apresentador convidado no lançamento de Goor 2, que terá lugar no dia 13 de Outubro, em Viseu (Portugal), na Livraria Pretexto, por volta das 15:30.

Seica tem surgido alguma confusão em redor de Goor (visto ter surgido na RTP ao lado de livros de cariz mais infantil) e ao seu conteudo. Ventura deseja deixar bem claro que Goor será dificilmente considerado um livro infantil, apesar de ele pessoalmente considerar que qualquer livro se destina apenas a quem o quiser ler, independentemente da idade ou de qualquer outro factor. No entanto, o tamanho, a complexidade e o próprio teor, afastam Goor dessa classificação.

Os pontos de venda na internet: LivrosNet Livraria Online ou encomendando no blogue Crónica de Feaglar directamente, bastando enviar um mail para o autor pelo preço de 20 Euros (incluindo portes de envio). Pode-se pagar por tranferência bancária ou cobrança postal. A partir da data de lançamento, o livro estará também disponível em livrarias e noutros sítios online.

 

Mais uma vez obrigado a Fran Morell e à sua equipa!

Personagens - Calédra

24.09.07

 

 

 

 

( Pelo que já vi, esta moçinha de Heavenly sword tem um "mau feitio" idêntico ao de Calédra... )

 

   Agora que se aproxima Goor 2, talvez seja a altura de falar da minha personagem favorita - Calédra. Não me perguntem porquê, nem tentem encontrar justificações psicológicas. Deu-me um grande gozo criar esta personagem e assistir às suas transformações. Indomável, corajosa, tenaz, temperamental e fogosa, Calédra percorre Goor carregando consigo uma omnipresente perturbação por um passado nem sempre abonatório ou virtuoso, pelo contrário...   

 

  Escrevi Goor ( 1 e 2 ) ao som de música, centenas ( milhares?! ) de horas de música...

   Uma música para Calédra? Talvez...

 

    ENIGMA - TNT for the brain :)

 

 

 

 

Goor - A Crónica de Feaglar

27.08.07

Enquanto que "velhos" amigos vão antecipando ( e fazendo publicidade ) ao lançamento de Goor - A Crónica de Feaglar 2, como é o caso do GATO DO TELHADO, alguns desconhecidos ( Orabloaki ) fazem do Goor - A Crónica de Feaglar 1 uma das escolhas de Verão.

 

 

 

 

 

 

 

Bem Hajam!

 

 

Ecos de Goor 2 na Galiza

08.08.07

A notícia do lançamento de Goor - A Crónica de Feaglar 2 chegou à Galiza á prestigiada Nova Fantasia

 

 

 
 
[20:55 01/08/2007] Goor. A Crónica de Feaglar II, a segunda entrega da saga fantástica escrita por Pedro Ventura, já está à venda. A conclusão das aventuras de Feaglar, Gar-Dena, Thalian, Calédra e muitos outros já pode atopar-se nas librarías portuguesas e axiña nas galegas. Desta feita não haverá lançamento, mas ficará em breve agendado um "Gathering" a decorrer em Setembro em Viseu. Uma espécie de festa de Goor.
 
 
Como já se sabe o Gathering será mesmo um lançamento - ver post anterior.
 
O meu muito obrigado aos amigos da Galiza, aos quais estendo o convite para a "festa de Goor". 

Goor - A Crónica de Feaglar II

29.07.07

Goor - A Crónica de Feaglar II

 

( Devido a alterações editoriais, Goor estará disponível em Setembro. )

 

A grande aventura continua!

 

 

Vai querer ficar de fora?

Goor - A Crónica de Feaglar II

28.05.07

Alguns julgavam-se guerreiros invencíveis...

 

Outros fiavam-se a sua sabedoria...

 

A maioria julgava que nada os poderia surpreender...

 

 

Estavam enganados...

 

 

Nada os poderia ter preparado para...

 

 

 

 

 

 Brevemente mais notícias

Opiniões sobre GOOR - A Crónica de Feaglar 1

22.04.07

Agora que começo a pensar no segundo ( e último?? ) livro, é altura de fazer aqui um resumo dos ecos de Goor na blogosfera:

              VER AQUI

             VER AQUI

  • Presente no lançamento, o blog Outminder emitiu a sua opinião.

          Ver AQUI ( a meio da página )

 

 

 

 

 

       VER AQUI ( meio da página )

 

   E o que dizer de outros como o Rui Martins, que espalhou a Notícia pela blogosfera, o Kaos, A TB, Kaotica e tantos, tantos outros...

 

 

 

 

Mas haveriam outros cantos para referir... Com uma ajudinha preciosa na divulgação, opiniões e criticas. Fico feliz por todas estas pessoas pessoas terem partilhado este mundo de Goor e por irem surgindo mais a desejarem partilhá-lo! Bem hajam! E estão à vontade para darem a vossa opinião, boa ou má...

Noticias das Crónicas de Feaglar

16.02.07

E assim foi a tal entrevista na RTP2 em que fiz a minha estreia... No fim ainda podia acrescentar que Goor pretende ser um livro simples, para imaginar, sentir e sonhar...  Como afirmei o meu melhor prazer é partilhar esse mundo que criei. Apenas isso!

 Hoje senti o primeiro impacto dessa entrevista... Pois é! Um grupo de miúdos que conheço lá me viram na televisão, enquanto faziam zapping! E ali estavam eles a rodearem-me, a fazer-me perguntas e a... deixarem-me embaraçado! Ehehe! Um deles disse que tinha dito ao pai: " Eu conheço aquele homem que está na televisão!" Claro que o pai não acreditou... E uma miúda queria um autógrafo!! Eu respondi-lhe: " Oh! Deixa-te lá de coisas! " No fim fiquei com umas promessas de lerem Goor... Pois é! Por vezes critico esta nova geração, mas hoje tive de engolir algumas coisas que digo. Nunca esperei um tal... carinho... Bem estamos sempre a aprender e a vida é uma aprendizagem constante.

 A Tânia ( parceira do Luís na LEGOficina dos Baixinhos ) comprou Goor e decidiu publicitar o livro no seu blog Pequenos Prazeres! Muito obrigado a estes novos amigos, que têm blogs que foram uma das minhas melhores descobertas destes últimos tempos! Lego, Lego, Lego! Se querem ver coisas fantásticas, sigam os links! Vale a pena!

 Ando cá com umas ideias:

  • Quando tiver tempo vou falar aqui das batalhas de Goor.
  • Depois de Goor II ou III ( Quando, quando? Perguntem à editora...) acho que vou para algo diferente da Fantasy... Tenho andado com uma história cá na moina, mas ainda não sei bem... Ando sem tempo e ainda me posso chatear e deitar tudo no lixo ou deixá-la a meio. Não sei... Mas será coisa pequena. Uma espécie de elogio à loucura? Um grito de liberdade? Logo se vê!  

Abraços!

 

 

Programa Entre Nós

30.01.07

 

Ao abrigo de um protocolo celebrado com a RTP e assinado em Dezembro de 2000, a Universidade Aberta é responsável pela produção do programa "Entre Nós", emitido diariamente de 2ª a 6ª feira na RTP África e na RTP Internacional.

Desde Maio de 2001, as equipas do Entre Nós têm divulgado a obra de escritores, historiadores, artistas plásticos, médicos, jornalistas, músicos, compositores, fadistas, cientistas, etc., mostraram museus, monumentos e peças de teatro, visitaram exposições e ateliers de diversos artistas eruditos e populares, numa tentativa de dar a conhecer ao mundo um pouco do nosso património artístico e cultural.

Desde Janeiro de 2004, igualmente ao abrigo de um protocolo celebrado com a RTP, este programa pode também ser visto no canal A Dois (de 2ª a 6ª feira às 16H00).

A Universidade Aberta cumpre assim um dos seus objectivos: a promoção e difusão da Língua e Cultura Portuguesas.

A partir do dia 1 de Fevereiro, o Entre Nós, imitirá 5 programas dedicados à Literatura Fantástica, começando com Filipe Faria.

( ver programção )

Agora adivinhem que foi  também foi convidado, tendo aceite o convite com muito honra?

Em breve revelarei mais sobre este assunto.

Goor - A Crónica de Feaglar - Jornal de Letras

24.12.06

Goor - A Crónica de Feaglar é uma das sugestões para prendas no Jornal de Letras.

Jornal de Letras - Pág 25

Goor - A Crónica de Feaglar - No Fórum Fantástico 2006

23.11.06

  GOOR A CRÒNICA DE FEAGLAR; VOLUME 1.

 

 

FANTASIA

 

"Goor a Crónica de Feaglar é uma fantasia épica e pode ser considerado um livro de fantasia porque, de facto, tem o tal mundo secundário, com leis próprias e no qual temos de acreditar para estar dentro dele, como nos disse um grande senhor chamado John Ronald.

 

Temos os tais elementos imaginários, inverosímeis, a tal casualidade de carácter mágico que liga toda a narrativa.

 

No entanto, essa fantasia não surge sob a forma de gnomos, elfos, anões ou magos ( esses velhos amigos por quem tenho muito respeito… ), nem a procurei colocar tão longe da realidade dos Homens.

 

Goor tenta também descobrir o maravilhoso na essência do ser humano e em questões fundamentais que eu diria serem paralelas às nossas.

 

Este é também um livro de valores humanos e sobre o valor intrínseco de cada um e da própria humanidade. Mas não é nem pretende ser um livro de moralidades, é antes aquilo que eu chamaria um livro de singularidades…

 

Singularidades que nos são próximas.

 

Aqui temos basicamente pessoas vulgares, como vocês ou eu, independentemente de serem reis, rainhas, camponeses ou de terem qualquer característica especial, na esfera daquilo que é fantástico, sobrenatural.

 

Pois eu acredito que a própria existência do Homem, a sua singularidade como forma de vida, a sua vontade, a sua curiosidade, o seu lado esotérico e oculto, podem já ser algo extraordinário.

 

E no mundo de Goor isso também acontece...

 

 

ÉPICO

 

Esta é também uma narrativa épica porque já a partir deste primeiro volume temos acontecimentos conflituosos, naquilo que é o início de uma demanda que poucas vezes será pacífica, especialmente no segundo livro.

 

 Mas mesmo neste primeiro, não faltarão batalhas, escaramuças e duelos individuais, no caminho das personagens.

 

E eu prometo que elas irão dar muito e bom uso às suas espadas…

 

E quando digo elas, não estou a usar o feminino apenas para me referir às personagens no geral… Quem ler o livro, cedo descobrirá que as mulheres vão ser ossos duros de roer, que em nada ficam atrás dos colegas masculinos…

 

Bem, pelo contrário…

 

E sinceramente, nestas batalhas e lutas tentei dar o meu melhor, não só por gostar pessoalmente desses momentos de acção, mas também por saber como é difícil transmitir, sem recorrer ao visual, as ambiências, os sentimentos e o próprio ritmo que devem ter.

 

E todos sabemos como hoje ( na nossa actual sociedade ) o aspecto visual, cinematográfico é importante.

 

Tentei por isso criar condições para que seja mais fácil imaginar esses cenários e essas acções.

 

Espero ter conseguido, pois se não consegui vou ficar muito chateado comigo próprio…

   

ROMANCE 

 

Para além disto, o livro tem também romance no seu sentido mais sentimental e convencional.

 

As personagens estabelecem naturais relações entre si e com aquilo que as rodeia.

 

Estas não são personagens pétreas e intocáveis. Vão sentir paixões arrebatadoras, outras mais corriqueiras e passageiras, mas todas elas importantes.

 

E essas relações vão sendo cada vez mais complexas e reveladoras da sua complexidade individual.

 

È nesses momentos que o ritmo da história abranda, naquilo que poderão ser chamados de nichos de intimidade das personagens. Também eles reveladores das suas forças e fraquezas, dos seus sonhos, anseios e medos.

 

E não falo apenas das relações amorosas e das suas alegrias e desencantos. A amizade também não foi esquecida, nem o ódio, nem o desejo, nem a inveja…

 

Enfim, julgo que teria de haver esta carga emocional ao longo da obra, pois as emoções humanas ( como o amor e o ódio ) são um motor fundamental de qualquer história,  mesmo neste mundo incerto e imaginário.

 

  

HISTÓRIA

 

Relativamente à história, propriamente dita, ela inicia-se num mundo em mudança, numa época em que começam a surgir novos conflitos entre os vários reinos e povos. E é nesta altura que uma misteriosa princesa ( de seu nome Gar-Dena ) chega ao reino Dhorian para avisar o jovem rei Feaglar de uma ameaça bem mais terrível e obscura do que qualquer conflito convencional.

 

Começa-se aqui a desenrolar um novelo de mistérios que recuam até tempos antigos e esquecidos. Mistérios aos quais podíamos chamar mitos ou lendas, que nós, felizmente também temos…

 

A princípio o rei mostra-se céptico, mas os seus sentimentos, a sua curiosidade e o seu sentido de dever irão levá-lo a abraçar esta verdade e a desafiar este perigo.

 

A partir deste momento inicia-se a grande aventura… ou talvez a grande tragédia…

 

No mundo de Goor nada é certo e quem pensar que estas personagens ( e outras porque são muitas ) vão ter um passeio no parque, montados nos seus cavalos brancos, desengane-se…

 

E estas personagens não são heróis que enfrentam tudo de peito aberto e com um sorriso nos lábios. São pessoas vulgares ( como já referi ) com defeitos e virtudes, forçadas por acontecimentos, mas que realmente preferem partir a vergar… 

 

 

Mas em Goor a linha entre a vitória e a derrota é muito ténue. Posso até dizer que o conceito de vitória é enganador…

 

Enfim, não vale a pena estar a desvendar muito sobre este esta história ( até porque já estaria a adiantar-me demasiado )

 

 Este mundo de Goor está no livro para quem o quiser conhecer e conviver com as suas personagens e continuará num segundo volume.

 

Só posso desejar que tenham tanto prazer a lê-lo como eu tive a escrevê-lo para vocês ( e acreditem que foi um prazer de muitas e muitas horas )

 

Obrigado a todos."

 

*Retirado da palestra no Fórum Fantástico 2006

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