Em Portugal, as listas de livros condenados pela Igreja foram tardias ( meados do séc XVI ) e pouco precisas, mas deixaram, mesmo assim, de serem a repetição de um crime civilizacional, que assolou uma parte da Europa. Obras de cientistas, filósofos, enciclopedistas ou pensadores como Galileu Galilei, Nicolau Copérnico, Nicolau Maquiavel, Erasmo de Roterdão, Baruch de Espinosa, John Locke, passaram a ser proibidas e destinadas ao fogo.

 

Rois e Indices Expurgatórios Portugueses:

 

1547 - Prohibição dos Livros Defesos

 

1551 - Rol dos Livros Defesos por o Cardeal Iffante Inquisidor Geral

 

1559 (?) - Index Authorvm et libroru, qui ab officio sanctae Rom e Unixervalis inquisitionis caueri ab omnibus et singulis in universa (...)

 

1561- Rol dos Livros Defesos Reinos & Senhorios de Portugal que ho senhor cardeal Iffante Inquisidor geral mandou fazer (...)

 

1564 - Index Librorum prohibitorvm cvm regvlis confecis per patres à tridentia synodo delectos (...)

 

1581 - Index Librorum prohibitorvm cvm regvlis confecis per patres à tridentia synodo delectos (...)

 

1597 - Index Librorum prohibitorvm cvm regvlis confecis per patres à tridentia synodo delectos (...)

 

1624 - Index Auctorvm danatae memoriae (...) Editus avctoritate D. Fernandi Martins Mascaregnas

publicado por sá morais às 01:51