Ainda Meyer...

30.08.10

Q: When is a vampire not a vampire?
A: When it goes out in daylight, sees itself in a mirror, doesn’t drink human blood, and still manages to suck.

 

 

 

The release of “Twilight” achieves two significant objectives; not only has Stephanie Meyer’s ponderous salute to teen abstinence and patriarchal supremacy been given physical form, but it also marks the endgame for what has been a decades-long castration of the vampire genre. Anne Rice could pause to savor her flawless victory if she hadn’t turned her back on books about bloodsuckers, and indeed “Twilight” is something Rice herself might have created had she returned to religion in 1978 instead of 1998 and never actually learned to write.

This first adaptation of Meyer’s Sweet Carpathian Valley High series introduces us to awkward teen Bella Swan (Kristen Stewart), who moves from Phoenix, AZ to live with her sheriff father Charlie (Billy Burke) in Forks, Washington. Forks is one of the rainiest places in the mainland U.S., which naturally makes it the perfect location for the local vampire clan.

These vamps are a kindler, gentler breed that have weaned themselves off of human blood. The “father,” Carlisle Cullen (Peter Facinelli), even serves as the town’s doctor. His foster children, including the brooding Edward (Robert Pattinson), attend the local high school with the normal kids. Their presence raises eyebrows due to their unearthly good looks (and diabolical amounts of ivory Max Factor foundation) and the fact that they don’t date outside the clan. How very Mormon.

All this changes when Bella and Edward meet. Bella has some strange pheromone/hemoglobin combination that turns the normally non-murderous Edward into the wolf from those Tex Avery cartoons. Nevertheless, Bella feels more kinship with the unnaturally sophisticated and mysterious Edward than she does with the multicultural group of local kids she’s befriended (that doesn’t seem at all out of place in a rural Washington town of 3,000).

And who wouldn’t? With his yearning eyes and tortured past, Edward is the romantic ideal for most 13-year old girls (and some boys): he’s androgynously gorgeous, has a dope ride, and doesn’t want to do anything but talk about your feelings and snuggle. It would appear that in addition to robbing his brood of their need for blood, Carlisle also removed their balls.

This quaint fantasy of the boy putting the brakes on would never fly in a traditional romance, hence the “vampire” angle, and the first half of the movie is devoted almost exclusively to the pair’s budding courtship. Unfortunately, this translates into scene after scene of Bella and Edward gazing longingly at each other – in the forest, up a tree, beside the cold and lonely sea – before any real tension develops. The conflict comes courtesy of a wandering trio of nomadic vampires committing murders for no apparent reason and not Edward’s “family,” which is largely (and dubiously) accepting of Bella’s potentially disastrous presence. In fact, the only one who shows any sense is his sister Rosalie (Nikki Reed), who wisely suggests killing her before she dooms them all.

True, bumping off Bella would be the prudent vampire course of action, but as I already said, these are some lousy bloodsuckers (direct sunlight doesn’t kill them, for example, it makes them sparkle). And honestly, what have they really got to lose? Edward and company are immortal, possessing super strength and heightened senses, and they’re unburdened by most of the traditional vampire weaknesses. And how have they utilized this awesome power? By going to high school for a hundred years. Worse than that, James – the bad vamp who tracks Bella back to Arizona and is the only wampyr in the movie with any joie de unvivre – is rewarded for embracing his dark gift with dismemberment and immolation. The message is clear: don’t inconvenience that handsome boy who was so gallant in resisting your base urges by also straying beyond the boundaries of domestic complacency.

The action finally picks up in the second act, primarily due to the Cullens’ blunder (hey, we outnumber these guys 7 to 3… let’s split up!), leading to a climax that might have been satisfying had the audience not been lulled to sleep by 90 minutes of soporific direction and eye-rolling dialogue. There’s no doubt “Twilight” will satisfy rabid fans of the book, but it isn’t likely to make converts of anyone else.



Posted on November 21, 2008 in Reviews by Pete Vonder Haar

 

POR: ANDREIA TORRES




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publicado por sá morais às 12:10

Kolchak the Night Stalker - Breve reflexão.

22.08.10

 

 

 Estes eram tempos em que, pelo menos, os "slayers" tinham fisionomias que nos convenciam que, de facto, o poderiam ser. Estes eram tempos em que, pelo menos, os vampiros não eram rapazolas andróginos a assediar mentecaptas em idade escolar. Mas é esse o mainstream, o que se pode fazer? Os livros com essas características fazem as editoras parecerem Macdonalds, tal a velocidade com que saem essas obras "fastfood" e "low fat". Nem é preciso mudar o óleo! É o bota para lá! Mudam-se os nomes, um pouco do enredo e voilà! Temos novo big mac! Perdão, livro! A malta devora-os deliciada, criando uma estranha habituação, talvez até lesões cerebrais - aquilo que a Levis chama de Shrink-to-fit. Ó Kolchak, volta que estás perdoado!

 

Por: ANDREIA TORRES

 

 

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publicado por sá morais às 12:38

The Black Hole Trailer 1979

19.08.10
publicado por sá morais às 23:56

O Deus Maldito de Carla Ribeiro por Pedro Ventura

18.08.10

 

 

Decidi revisitar esta crítica feita por Pedro Ventura sobre o livro de Carla Ribeiro. Não tenho muito a acrescentar. Apesar de ter algumas arestas por limar, a escrita da Carla é prometedora e indícia um potencial que já devia ter explodido numa editora de maiores dimensões. O estilo é leve e sui generis, constituindo bom entretenimento. Mas o que mais me agradou foi o facto de não ser apenas mais um copycat, apesar de uma certa mistura de géneros, que acaba por "colar" com a leitura.

 

 

Por Andreia Torres

publicado por sá morais às 23:41

Mais Fantasy Art não! Please!!!

16.08.10

Geralmente, quando se faz uma busca por FANTASY ART na internet, levamos com uma vaga de imagens deja vu ( over and over ) do guerreiro tipo Conan ( com bíceps que parecem ir explodir a qualquer momento ) e da guerreira típica que tem duas variantes: uma também é tipo Conan mas no feminino e a outra, de formas mais arredondadas e generosas, faz-nos pensar que o silicone será para alguns uma espécie de couraça pessoal, coisa que não é. Resumindo: ridicularia não falta! Quando se faz a mesma pesquisa por EPIC ART, surgem trabalho que, pelo menos, são diferentes. Neste caso - wraithdt da DEVIANTART - até surge qualidade!

 

 

 

Epic Monster Battle

 

 

 

Springs of Cresson

 

 

Artigo por ANDREIA TORRES

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publicado por sá morais às 23:08

ContraLuz - Uma reflexão

16.08.10

 

Ainda só se degustava o trailer e já havia quem se enroscasse no habitual "bota-abaixo portuga" , descobrindo defeitos e imprecisões, cortando a eito com o reinventado lápis azul tudo aquilo que a referida "autoridade intelectual" considerasse nefasto e de mau gosto, à luz do interesse de todos. Reparem que não estou a defender o filme, refiro-me sim a essa censura prévia, mesquinha e até saudosista, talvez involuntária, mas certamente serôdia e fétida. Discute-se como deveria ser o trailer, avançando com sugestões que, ao invés de serem brilhantes, contribuiriam, elas sim, para o desfile carnavalesco do cliché.  E com o cadáver aparentemente à disposição, os necrofagos entreteem-se com vénias e salamaleques absurdos. Julgando ter em seu redor uma vasta audiência, gabam o próximo, como se os verdadeiramente grandes  precisassem de bajulação que os faça sobressair.

 

Dito isto, irei ver o filme. Talvez até seja bom ou mau, não sei. Uma coisa sei: já vai sendo tempo de se parar de criticar de antemão aqueles que, pelo menos, fazem alguma coisa. Já vai sendo tempo de deixarmos de lado a mentalidadezinha de presidentes de uma qualquer mesa censória...   

 

Por: Andreia Torres

publicado por sá morais às 22:28

Happy Birthday Mr. Pedro Ventura*

14.08.10

 

* whereever you are.

 

 

Publicado por ANDREIA TORRES

 

publicado por sá morais às 00:17

Personagens Femininas Fortes da Literatura, Televisão e Cinema

13.08.10

Decidi pegar neste desafio que encontrei na internet e usá-lo aqui.

I want to compile a list of strong female lead characters from sci-fi, fantasy and action media– literature, film, television. I do have a few restrictions–

  • No co-star/ensemble leads. They must be the definitive lead, no True Lies or The Incredibles, or Mr. & Mrs. Smith style answers, please.
  • No Damsel in Distress syndrome. It’s fine if a man comes to their aid once, maybe twice, but ultimately they must be strong enough to get themselves out of their own scrapes.
  • No anime. Sorry, but the anime sub genre is a whole separate focus.
  • No comic book or videogames exclusive characters. Again, whole separate focus.
  • No children. Teenagers and up, only. I reserve the right to alter this rule in one direction of the other.
  • No “sex pots.” Good rule of thumb–if each breast is roughly the size of their head, or they perform a strip tease for no good reason–don’t suggest them.

 

Vou recordar apenas duas (óbvias ) personagens do cinema, mas espero que tragam mais. Será uma boa forma de recordar e reflectir sobre personagens que quebraram muitos dos estereótipos que ainda hoje surgem como um estigma. Atenção! Não pretendo personagens tipo Barb Wire nem duplas! 

 

 

Ellen Ripley ( Sigourney Weaver – Alien ) Definida como "one of the first female movie characters who isn't defined by the men around her, or by her relationship to them", esta é uma personagem incontornável quando se fala de personagens “fortes”e de ficção cientifica. Esta “heroína improvável” é empurrada pelas circunstâncias e acaba por ter sucesso onde nem os duros “space marines” ou “double-Y”conseguem, enfrentando uma das “piores espécies do cinema”, sem nunca perder as marcas da sua feminilidade. Muitas vezes movida pelo puro instinto de sobrevivência, Ripley também revela inteligência, adaptabilidade, um feroz desejo de “acertar contas” e até instintos maternais - veja-se o salvamento desesperado de Newt em Aliens. 

 

 

Yu Shu Lien (Michelle Yeoh) Um pouco esquecida, esta personagem teve a “sorte” de ser encarnada pela Michelle que lhe empresta uma férrea serenidade. Confiança, altruísmo, honra, talento, sabedoria e força não lhe faltam. A sua  relação com Li Mu Bai é retratada com grande beleza e sem os “disparates parvo-românticos” do costume. Uma mulher que, sendo vulgar, não o é.

 

 

No panorama nacional é muitíssimo difícil encontrar personagens que “encaixem” neste escrutínio. Assim de memória, apenas me lembro de uma. 

 

 

Calédra Denaris ( Goor – A Crónica de Feaglar ) – Mesmo sendo referida como extremamente bela, não faz dessa característica uma “arma de destruição maciça” e é por isso que não é excluída – razão que leva, por exemplo, Lara Croft a o ser. Atraiçoada, incapaz de salvar os filhos, encarcerada, deixada para morrer, Calédra resiste a tudo, apesar de isso deixar profundas marcas no seu carácter algo volúvel – oscilando entre a vilania e a heroicidade, o que lhe dá autenticidade. Vaidosa, prepotente, talentosa e temerária, este “uplift” de uma raça já por si “superior”( sem feitiçarias ou passes de mágica ) surge como um volte-face no enredo e assume um protagonismo pouco usual num Género em que as mulheres geralmente não passam da princesa chorosa e tremente.    

 

 

Por: ANDREIA TORRES 

CineCelénia - LifeForce - trailer

11.08.10
publicado por sá morais às 12:38

Babydoll - Sucker Punch

09.08.10

publicado por sá morais às 22:28

Goor - A Crónica de Feaglar I e II

03.08.10

 

 Tenho recebido imensos emails de pessoas que gostavam de ler os "Goor". No entanto, ao que sei, a edição está esgotada e não é possível encontrá-los à venda. Porém, ambos os livros são disponibilizados pela Biblioteca Municipal Central - Palácio Galveias.

 

 

Aceda aqui para GOOR I

 

Aceda aqui para GOOR II

Crítíca a Goor - A Crónica de Feaglar por PiresF

01.08.10

 Quando li o Goor - A Crónica de Feaglar I (Goor I), de forma prudente, tive oportunidade de me pronunciar aqui, quanto ao processo narratológico, planificação e caracterização das personagens de um épico romance/aventura, sem os habituais dragões e elfos que povoam a memória colectiva, mas com a conceptualização do fantástico de uma cultura laica e racionalista. Agora, no Goor - A Crónica de Feaglar II (Goor II), e embora não o aconselhe, pode ser lido sem passar pelo Goor I, o Pedro, volta a surpreender, conseguindo a façanha de escrever uma segunda parte, melhor que a primeira. Coisa, diga-se, não é habitual.

Os Goor, I e II, giram à volta de uma demanda. Os seus personagens, esteticamente humanos com roupagem do lugar e do tempo, são instâncias metafóricas densamente significantes, com fraquezas e erros de qualquer um, e vão-nos envolvendo no entrelaçado de histórias bem imaginadas pela criatividade do Pedro, que, chega a ser poética e não raras vezes filosófica, sublinhando a ideia de uma intencionalidade da consciência que emerge de um passado, mas não fica no passado.
Logo nas primeiras páginas, sentimos que o escritor cresceu com as personagens. A elaboração dos diálogos e a narração, deram o salto para a mensagem da dimensão da alma humana que é singular a cada um de nós: não perde de vista a condição de sermos seres como os outros e que a felicidade (estética) depende do máximo de felicidade (ética), levando-nos a um mundo em que nada é absoluto ou imutável, que é por excelência o mundo dos humanos, gente de sentimentos variados que podem hoje ser bons e amanhã o contrário, na medida em que, significa, o ser melhor num cosmos (mãe natureza) comum, e o abraçar as singularidades para promover o ideal imaginado, com motivações e angústias que vão sendo desvendadas com novas, surpreendentes e bem medidas revelações, terminando no encontro da paz interior quando, Feaglar, sobe a falésia e dança com o vento.

Dos vários e “ricos” personagens, cativam-nos, principalmente, a cintilante guerreira aurabrana, Calédra, uma encantadora e fantástica mulher que imagino de beleza imoral, imanente a ela mesma e transcendente das demais que, com Feaglar, o rei do reino Dhorian, é a ordem da autenticidade e suporte de toda esta trama.


Uma coisa é certa, quando acabamos de ler, Goor - A Crónica de Feaglar II, fica-nos a mágoa de não o continuarmos a ler.
in Espreitador
13.6.08

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