Regresso dos Deuses - Rebelião ( titulo provisório )

30.04.10

Em relação ao meu novo manuscrito ( Regresso dos Deuses - Rebelião ), decidi fazer um trailer, uma pequena brincadeira. Espero que gostem!

 

Conversas Imaginárias 2009

29.04.10

Conversas Imaginárias - Auto-edição em Portugal: oportunidades e problemas.

Mesa: Rogério Ribeiro, Pedro Ventura, Rafael Loureiro

Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro - Telheiras

28 de Novembro de 2009

 

 

Goor - A Crónica de Feaglar 2 na Galiza ( já lá vão 2 anos )

29.04.10
Critica a Goor 2 no site Nova Fantasia ( Galiza )
Título Goor - A Crónica de Feaglar II
Autor Pedro Ventura
Editorial Papiro Editora (2007)
Calificación:

Por fin chegou ás nosas mans a segunda parte da Crónica de Feaglar. E se me pedides que vola resuma nunha frase, direi-vos que concordo que as segundas partes non son boas, neste caso, son mellores!

Nesta segunda parte acabaron as presentacións e comeza a aventura sen mais dilacións. Cun desenrolo xa prácticamente liñal e mais lixeiro, a longa viaxe deica Goor vainos esclarecendo moitas das dúbidas ao redor dos personaxes principais, da súa verdadeira orixe e das súas motivacións.  Pouco a pouco imos desfiando a madeixa, e imos comprobando como algunha das nosas suposicións eran certas, e tamén, imos sorprendéndo-nos con novas revelacións. É certo que existe o Draidex, e que cómpre acadalo antes de que caia nas mans de Calicíada, unha  raiña cobizosa e sen escrúpulos, capaz do pior. Pero tamén é certo que a pesares das profecías, o consegui-lo dependerá da resolución dos homes. Porén, o Draidex é apenas a punta dun iceberg. Arredor del existe todo un mundo xa desaparecido pero que pode influir de forma decisiva no futuro do que xa coñecemos.

Podemos facer duas lecturas diferentes: unha, as aventuras e desventuras duns homes coraxosos loitando por conservar o único mundo que coñecen, e outra, para min mais interesante aínda, as chaves da verdadeira natureza humana, capaz do mellor e do peor. O heroe por excelencia, Feaglar, revélase coma un home coas mesmas fraquezas que calquera outro, que falla ás suas mais férreas conviccións e promesas por ser apenas iso, un home.

O ben  e o mal nunca son absolutos, e personaxes que poden parecer abomináveis nun momento, conseguen gañar a nosa simpatía noutra altura simplemente porque no fondo, e todos sabemos iso, a vida pon-nos en situacións nas que nada do que creiamos é inmutábel.  A grandeza da historia reside, ao meu parecer, neste punto. Porque é unha historia de seres humanos. Non é unha epopeia, é un reflexo do que podería pasar en calquera parte, se eliminásemos os elementos máxicos ou fantásticos.  Non hai vitórias ou derrotas absolutas, e algunhas das vitórias son realmente amargas. Pero iso é algo que só lendo esta crónica pode ser descuberto. Dar mais detalles sería innecesário, coido eu, e podería mesmo romper a máxia da lectura. Polo tanto, amigos, facédeos cun exemplar e sacade as vosas próprias conclusións.

Eu pola miña banda só podo dicir que fico coa mesma sensación que cando acabo un bo libro ou unha película: qué magoa que xa acabase,  pero disfrutei tanto mentras...

De novo, os nosos parabéns, Pedro e deica outra.

Entrevista a Pedro Ventura no blog Bran Morrighan

28.04.10

As boas surpresas ligadas ao mundo da escrita não são abundantes... Mas quando ocorrem são realmente marcantes. Ter conhecido ( devido a esta entrevista ) a simpática Sofia ( Morrighan ) foi uma dessas boas surpresas, num meio em que a maioria parece entregue à mesquinhez e ao gosto em odiar o próximo. A Sofia tem um gosto genuino pelos livros e isso é algo deveras precioso. Agradeço-lhe o "tempo de antena" que me concedeu e que tem dado a outros escritores portugueses.

 

Para a entrevista clique AQUI

 

...

26.04.10

publicado por sá morais às 22:45

Leituras: Espaço 4

25.04.10

 

Esta antologia de FC ( a que hoje prefiro chamar ficção especulativa ) com introdução de Richard Davis, inclui obras de Ray Bradbury, David Campton, Glenn Chandler, Arthur C. Clarke, Richard Faust, Tony Richards e Frances Stephens foi devorada nos idos anos 80. Hoje foi novamente retirada da estante e (re)li o conto Aquele que Espera de Ray Bradbury e não é que voltei a gostar... Certas coisas entranham... Felizmente!

publicado por sá morais às 23:33

Fett, Boba

25.04.10

  

 

 

A faceless enforcer, Boba Fett's distinctive armor strikes fear in the hearts of fugitives. He is a legendary bounty hunter, accepting warrants from both the Empire and the criminal underworld. He is all business, laconic, and deadly.

Fett has carefully guarded his past, cultivating a curtain of mystery around his origins. He is in truth a clone, an exact genetic replica of his highly skilled "father," Jango Fett. From Jango, Boba learned valuable survival and martial skills, and even as a child he was proficient with a blaster or laser cannon.

 

Fett was raised in isolation in the hermetic cities of Kamino, where he was protected not only from the ceaseless storms, but also the harsher elements of his father's career. Young Boba's life changed when a tenacious Jedi Knight, Obi-Wan Kenobi, came looking for his father. Sent to apprehend the bounty hunter for the attempted assassination of a Naboo Senator, Kenobi brawled with Jango as the Fetts sought to escape from Kamino. Young Boba helped his father by pinning the Jedi down with explosive laser fire from the Fett starship, Slave I.

 

Fleeing from Kamino, the Fetts journeyed to Geonosis, where Jango's benefactor resided. Boba watched as his father's enemies were sentenced to death, but Jedi prove very hard to kill. A huge battle erupted as Jedi reinforcements stormed Geonosis to free their fellow Jedi. Jango entered the fray, only to be killed by Jedi Master Mace Windu. Boba was shocked to witness his father's swift death, and he quietly cradled Jango's empty helmet as Geonosis erupted into all-out war.

 

During the time of the Empire, Boba Fett emerged as the preeminent bounty hunter of the galaxy. Boba Fett's armor, like his father's, is a battered weapon-covered spacesuit equipped with a rocketpack. His gauntlets contain a flamethrower, and a whipcord lanyard launcher. His kneepads conceal rocket dart launchers. Several ominous braids hang from his shoulder -- trophies from fallen prey -- that underscore this hunter's lethality.

 

Shortly after the Battle of Hoth, Darth Vader desperately wanted to capture the fugitive Rebel craft, the Millennium Falcon. To that end, he hired a motley assortment of bounty hunters, including the legendary Fett. Vader specifically pointed out to Fett that the Falcon's passengers were to be taken alive. "No disintegrations," rumbled the Dark Lord, obviously familiar with Fett's reputation.

 

It was Fett who successfully tracked the Falcon from Hoth to Bespin. Arriving at the gas giant before the Falcon, Fett and Vader sprung a trap on the ship's hapless crew. Fett, a shrewd negotiator, received his bounty for capturing the crew, but also was given custody of Han Solo. The bounty hunter was set to collect the reward on Solo's head placed there by the vile gangster Jabba the Hutt.

 

Whisking the carbonite-frozen form of Han Solo away from Bespin, Fett eventually arrived on Tatooine aboard his starship, the Slave I. Fett delivered Solo to Jabba, his some-time employer, and was many thousands of credits richer. Fett stayed at Jabba's palace, and was present when Solo's friends attempted to rescue the carbon-frozen smuggler.

 

Jabba, enraged at the attempted prison break, brought his captives out to the Tatooine desert, to execute them in the Great Pit of Carkoon. In the sandpit lay the immense Sarlacc, a vile creature that would digest its prey over thousands of years. Rather than let themselves be thrown in the Sarlacc's maw, Solo's friends, led by Luke Skywalker, fought against their captors. In the chaos that followed, Fett entered the fray.

 

Solo, free of the carbonite and suffering blindness from hibernation sickness, wildly swung a vibro-ax into an inattentive Fett's rocketpack. The pack activated, and the bounty hunter soared into the air, out of control. The airborne Fett slammed into the side of Jabba's sail barge before tumbling into the Sarlacc's mouth. With a sickly belch from the desert creature, it seemed as if Fett's career as the galaxy's most notorious bounty hunter was brought to an end.

 

 

Mais AQUI

 

publicado por sá morais às 23:14

Shadows In Silence - Enigma

24.04.10
publicado por sá morais às 23:19

Infinity

24.04.10

 

 

By : ToBiOh

publicado por sá morais às 23:11

As Ruínas de Palmira - Conde de Volney

21.04.10

 

 

 

 

Volney

Conde de Volney, Constantin François de Chasseboeuf, nascido em 1757 e falecido em 1820, foi um apaixonado pela história e pelas línguas antigas. Órfão de mãe, desde os dois anos, estudou num colégio de Angers, onde se revelou brilhante. Apesar de aos dezassete anos ser emancipado pelo pai, a sua liberdade foi usada no estudo da medicina e das línguas orientais. Depois de em 1781 herdar uma importante fortuna, decide viajar pelo Oriente, ao encontro das antigas religiões e movido pela curiosidade filosófica. É nesta altura, antes de partir, que decide mudar o apelido de Boisgirais, que possuía, para o de Volney, formado pela contracção de Voltaire et Ferney, os autores que marcaram o seu pensamento. A publicação da obra Viagem ao Egipto e à Síria, em 1787, celebrizou-o, encontrando um público receptivo que apreciou a sua eloquência e o seu génio.
Em 1789, foi eleito deputado aos Estados Gerais, sendo primeiro secretário na Assembleia Constituinte. Depois de preso durante o regime do Terror, é nomeado para a Câmara de Pares durante a Restauração.
Arabista, historiador e político ligado à Revolução Francesa, é autor de Ruínas ou Meditações sobre as Revoluções dos Impérios (muitas vezes conhecido por As Ruínas de Palmira, pois a descrição das ruínas daquele lugar, que abre majestosamente o livro, é uma das mais belas páginas da literatura francesa, como reconhece Larousse).
Li este livro quando ainda era jovem ( uma edição dos anos 30/40 se bem me recordo ) e talvez o tivesse feito mais tarde, pois achei-o deveras perturbador, tal era a sua crueza e o seu realismo. Apesar de ( ainda hoje ) não concordar com algumas ideias mais empolgadas por um certo fundamentalismo da época, o livro Ruínas de Palmira traz-nos uma verdade incontornável, enquanto nos leva até às distantes sombras de um império esquecido em pleno deserto sírio - nada é eterno, nem mesmo os grandes impérios! O que descreve não são pedras caídas, mudas recordações de um radioso império, antes os restos mortais da glória, da grandeza, do materialismo, da insensatez humana... Leiam e reflictam!
Só é pena que este livro ande esquecido...
publicado por sá morais às 22:59

O Fantástico na Realidade - 2012

20.04.10

 

Os maias não previram em seus textos e sua simbologia que no ano de 2012 o mundo vai acabar, afirmou neste sábado o peruano Ricardo González, um investigador da vida extraterrestre.

"Em nenhum momento os maias deixaram uma advertência de destruição do planeta porque não está assinalado nem em seus códices nem em seus símbolos de alto relevo, nos sítios arqueológicos", disse González à agência Efe.

Os maias, que habitaram territórios do México, Guatemala, Belize, Honduras e El Salvador entre os anos 800 antes e 900 depois de Cristo, "tinham efemérides astronômicas e grandes ciclos que, esotericamente, misticamente, alguns interpretaram como o fim de nossa civilização", disse ele.

No dia 21 de dezembro de 2012 deve ocorrer o fim de ciclo, segundo o antigo calendário maia, o que gerou um sem número de teorias, programas nos meios de comunicação, livros, sítios na internet e filmes como "2012", do diretor Roland Emmerich.

González afirmou que "temos que interpretar tudo isto como o fim de um ciclo", que começou no ano 3.113 antes de Cristo e "o início de outro, que deveria ser mais positivo, com maior esperança para a humanidade, mas não é o fim do mundo".

 

In Arquivos do Insólito

 

Nota: Assim seja!

publicado por sá morais às 22:52

Fórum Fantástico 2010

20.04.10

Foi anunciado no blogue de Rogério Ribeiro que o próximo fórum fantástico será em Novembro deste ano, na excelente Biblioteca de Telheiras, em Lisboa.

É o evento do ano para o fantástico português, por isso se vos for possível não faltem!

Mais informações serão disponibilizadas pelo Rogério, fiquem atentos ao seu blogue:

http://idreaminfrared.blogspot.com/

 

in Correio do Fantástico

O Fantástico Nacional - Guerras da Fantasia

15.04.10

        

    

 

     Tenho acompanhado as mais recentes discussões ligadas ao Fantástico e constato com alguma tristeza que continua a imperar o constante clima de "estafada e bolorenta guerra civil". A maior parte das vezes nem entendo muito bem os fundamentos de tais sarrabulhos que levam a uma verborreia que evoca o rasteiro nível de uma discussão futebolística numa qualquer betesga … Não percebo nem quero perceber...  Guerras entre editoras? Confrontos entre egos desmesurados? Choques de visões fundamentalistas? Mesquinhez exacerbada na defesa de determinadas visões e conveniências? Não me interessa... Já lá vai o tempo em que me irritava. Todas essas tretas não passam de notas de rodapé do que realmente é importante. Além do mais, tenho outras coisas em que pensar — talvez seja isso que falta a muita gente…

     No entanto, vistas do exterior, essas querelas causam muito má impressão e afastam as pessoas (os leitores) de um mundo que vai agonizando e mantendo uma imagem de “feudozinho” odioso, controlado por raivosas facções fortemente entrincheiradas nos seus elevados dogmas. Enquanto esta situação prevalecer, o Fantástico nunca sairá da pequenez que actualmente o caracteriza. Quem sai a ganhar com esta situação? Todos aqueles que pretendem inferiorizar e eclipsar o Fantástico!

      Felizmente, há excepções, pessoas que tentam pacificar o meio mas, curiosamente, é o ruído dos beligerantes que acaba sempre por imperar.

      O que os leitores e entusiastas do Fantástico desejam são lugares onde possam partilhar e discutir (de forma civilizada e genuína) o prazer que advém das suas leituras, sem serem constantemente acossados por mastins da facção A ou B, sempre sedentos de sangue, sempre desejosos de humilhar aqueles cujos gostos são diferentes dos seus.   

      A crítica construtiva será sempre fundamental, mas não pode ser a camuflagem de distorcidos anseios em moldar gostos, nem a serventia de determinados interesses.

     Acho que já é altura de deixarmos de lado os agigantados egos (totalmente desfasados da realidade) e começarmos a pensar nos outros, naqueles que são razão da nossa existência e que deviam ser recebidos de braços abertos.     

      Somos dos que mais clamam por respeito dentro da Literatura. Mas o respeito não cai do céu, conquista-se…

publicado por sá morais às 10:58

Divulgação - Guerra da Piramide de Paulo Fonseca

14.04.10

 

"A HM Editora, devido às suas limitações, por ser uma Small Press, está com dificuldades em colocar A Guerra da Pirâmide nas livrarias.

Isto não é novidade nenhuma! Infelizmente...

Assim, teremos de criar a, nas livrarias, a necessidade de terem o livro. Isso pode-se fazer de várias maneiras:

perguntando pelo livro nas livrarias, dando indicação do autor, do título e da editora;

indo aos sites das livrarias e pedir informações sobre o mesmo."

 

Se gostam do género dêem uma oportunidade ao meu colega Paulo Fonseca. Acredito que não ficarão desiludidos!

publicado por sá morais às 17:27

Rick Random ( O Falcão )

12.04.10

 

Rick Random era um dos heróis de Ficção Especulativa da saudosa revista de BD Falcão. Rick era detective ao serviço da Interplanetary Bureau of Investigation e estava sempre pronto para descobrir um qualquer mistério/crime que ocorrese no cenário futurista em que se movimentava. Personagem da autoria do ilustrador britânico Ron Turner  (1922 – 19 Dezembro 1998). Rick Random e o seu mundo tinham traços tipícos da Sci-Fi dos anos 50/60, aos quais Ron dava o seu particular cunho, com impressionantes jogos entre o branco e o preto.

 

 

( Exemplo de um trabalho de Ron Turner )

publicado por sá morais às 13:46

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