Divulgação - Os Passos do Destino

29.08.09

Autor: Carina Portugal – Carla Ribeiro
Editor: Neolivros
Ano de publicação: 2009
Número de páginas: 110

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Sinopse

Quando se conta uma história, abrem-se ao leitor as portas de um novo mundo. Mas onde está a razão das histórias se não há ninguém para as conhecer? É este o objectivo deste conjunto de quatro contos situados no género do fantástico. Dar a conhecer os mundos e a imaginação das autoras que os criaram e mostrar as imagens e os sentidos que neles se escondem. São espadas e anjos, piratas e profetas, unidos e fragmentados na diversidade dos seus próprios mundos. E, no essencial, uma unidade constante: a da vontade de contar e de partilhar o imaginário.

 

O autor

Carina Raquel da Costa Portugal Monteiro nasceu a 19 de Junho de 1989, no distrito de Lisboa. Mora actualmente na Amadora e estuda Biologia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Escreve prosa e poesia por gosto e amor às letras e participou já em alguns projectos, entre os quais a revista literária Alterwords. Alguns dos textos, principalmente de poesia, podem ser consultados no blog da autora: http://asameiasdocrepusculo.blogspot.com

Carla Ribeiro, estudante de Medicina Veterinária, natural de S. Martinho de Mouros, nasceu a 20 de Julho de 1986. Premiada em vários concursos literários, tem textos publicados em diversas antologias e colabora assiduamente em diversas publicações electrónicas. Publicou, além disso, os livros “Estrela sem Norte”, “Alma de Fogo”, “Canto de Eternidade”, “Herdeiros de Arasen, vol. I”, “Herdeiros de Arasen, vol. II” , “O Deus Maldito”, “Alma Abandonada”, “Dualidades” (este em co-autoria com Susana Catalão) e “E Morreram Felizes para Sempre”, bem como os e-books “Derivações de Além-Vida”, “Coração Selvagem” e “Fragmentos de Sombra” (este último também na Neolivros). Informação sobre as publicações e excertos das mesmas podem ser encontrados em www.freewebs.com/carlaribeiro

 

publicado por sá morais às 23:30

Earth vs. the Flying Saucers - Ray Harryhausen ( 1956 )

14.08.09

 

Earth vs. the Flying Saucers is an American black and white science fiction film, directed by Fred F. Sears and was released in 1956. The film is also known[1] as Invasion of the Flying Saucers. It was ostensibly suggested by the non-fiction work Flying Saucers from Outer Space by Donald Keyhoe. The groundbreaking flying saucer effects were created by Ray Harryhausen.

 

The film is set in 1956, a year before the first satellite, Sputnik I went into orbit. In the film, "Project Skyhook," a U.S. effort to launch a dozen satellites, is visited by a flying saucer. A misunderstanding leads to the aliens being fired on, and they retaliate by destroying the project site, killing everyone except the two principal scientists, Dr. and Mrs. Marvin (a married couple). The sequence of events quickly spirals out of control and leads to a full scale invasion. Flying saucers attack Washington, D.C., Paris, London and Moscow. In the end, the alien saucers are defeated over the skies of Washington by a device using high-power sound coupled with an electric field that stops the saucers' propulsion systems.

 

Ray Harryhausen animated the saucers in this movie. That may be considered easier than animating dolls for the usual monsters, but he also animated the falling stones when saucers crashed into buildings so the action would appear realistic. Some figure animation was used to show the aliens emerging from the saucers. A considerable amount of stock footage was also used notably scenes during the invasion which showed batteries of U.S. 90 mm M3 guns and an early rocket launch, presumably standing in for the recently introduced Nike Ajax missile. Stock footage of the explosion of HMS Barham in WWII was used for a USN destroyer attacked by a saucer.

The voice of the aliens was produced from a recording of Paul Frees reading the lines by jiggling the speed control of a reel-to-reel tape recorder so that it continually wavered from a slow bass voice to one high and fast.

During a question and answer period at a tribute to Harryhausen and a screening of Jason and the Argonauts in Sydney, Australia, Harryhausen said he sought advice from George Adamski on the depiction of the flying saucers in the film, but felt that Adamski grew increasingly paranoid as time went on.

Ray Harryhausen (29 de junho de 1921) nascido como Raymond Frederick Harryhausen é um profissional da área de animação stop motion, técnica de animação onde os modelos são fotografados frame por frame. Tornou-se em meados do século XX o principal técnico da área na indústria do cinema norte-americana.

 

Harryhausen era fã do trabalho de Willis O'Brien, no filme King Kong, de 1933, e realizou diversos trabalhos, principalmente em filmes de ficção científica, tendo uma parceria com o produtor Charles H. Schneer.

Seu trabalho é reverenciado por directores como Steven Spielberg, George Lucas e Tim Burton.

 

publicado por sá morais às 21:59

Divulgação - Império Terra de Paulo Fonseca

12.08.09

 

SInopse:

“Caminharam juntos até ao passeio. Laura deixava para trás a sua mota, com pesar. Aquela mota que acompanhara por tantas vezes, e que sentia como parte de si. Fosse como fosse, teria de a deixar para trás quando partissem. Talvez, devesse fazer o mesmo com aquela nova verdade, que a deixara frustrada.
Os seus pais nunca lhe haviam falado de vampiros. Os vampiros faziam parte do imaginário popular, das histórias de terror, do cinema. No fundo era como Gabriel dizia: uma verdade rejeitada pelos eruditos. E os seus pais não eram povo.
Como é que poderia imaginar um mundo maravilhoso com vampiros e lobisomens?!
Se os asquerosos não teriam lugar nesse novo mundo, aqueles também não o teriam. Seria necessário eliminá-los!

De repente a iluminação piscou. Os olhos de ambos fixaram-se no horizonte, até onde alcançavam, e começaram a ver a luzes extinguirem-se, umas atrás das outras, como peças de dominó, como se as trevas fossem tragando a luz num gloop-gloop dantesco; anúncios atrás de anúncios, cartazes electrónicos atrás de cartazes electrónicos, salas de escritórios atrás de salas de escritórios; e os candeeiros nas ruas...
Uma espécie de rastilho correu as ruas de Lisboa apagando tudo o que eram luzes.
Fez-se trevas.
Um piscar trémulo e insistente atraiu a atenção de Gabriel. Um dos candeeiros da Av. 5 de Outubro extinguia-se como uma brasa, para logo se reacender como se assoprado, até que desistiu. Lembrou-o, sarcasticamente, da esperança da humanidade...
As trevas desceram sobre Lisboa.”

(…)

 

Conheça melhor este colega e o seu trabalho no seuBLOG

publicado por sá morais às 21:52

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