Goor - A Crónica de Feaglar 2

19.05.08
 
 
 
 
" (...)mas de todos os livros que li durante o ano, sem duvida alguma “Goor - A Crónica de Feaglar 2“ foi o melhor do ano, melhor de todos, daquele tipo de livro que tenho sempre a mão para uma releitura, e posso indicar com toda confiança como sendo um livro completo."
in Realidade Torta - Brasil
 
"Este romance de aventuras épicas “adocicado com o toque mágico da fantasia” merece, sem dúvida, a nossa atenção. Valores como a amizade e a liberdade, tão essenciais à nossa condição humana, estão aqui sempre presentes."
in Montijo Agenda
 
"Regresso a Goor, mundo fantástico capaz de fazer corar o Senhor dos Anéis!"
in Correio da Manhã
 
 
Pontos de venda na Internet:
 
 
Os livros Goor - A Crónica de Feaglar I e II estão disponíveis na Biblioteca Municipal Central - Palácio Galveias 

 

Sugestão de Leitura - Sandra Carvalho

18.05.08

 

Sandra Carvalho é, hoje, uma das escritoras portuguesas que mais sucesso alcançou na Literatura Fantástica; Faz parte de um pequeno grupo de novos talentos do fantástico (Inês Botelho, Cátia Palha, Filipe Faria, Pedro Ventura,etc...) que tanto prazer têm trazido aos leitores portugueses; Vale a pena conhecer os seus mundos...


 


"A saga das pedras mágicas": Tudo começou quando a feiticeira Aranwen se apaixonou por um humano e decidiu ludibriar o Conselho dos Seres Superiores, mantendo o seu poder na Terra encarcerado dentro de sete pedras mágicas... Ou talvez, não! Talvez esta aventura se tenha iniciado no momento em que os Feiticeiros encontraram os cristais do Sol e da Lua e decidiram formar a Ordem do Dragão. Quem sabe?
A Pedra do Tempo guarda as soluções de todos os enigmas passados e futuros, porém, só as revela quando quer e a quem quer. Todavia, a sua Sabedoria Suprema está a ameaçada pelo nascimento do primogénito varão do Rei da Lua e da Rainha do Sol, capaz de libertar o Poder Superior. O que esse homem fará quando se tornar deus, só o próprio Deus pode prever.


 


A autora dirige-se aos seus leitores, apresentando-se:


"Bem-vindos ao meu sonho!
O meu nome é
Sandra Carvalho e nasci a 29 de Junho de 1972, em Sesimbra, numa rua antiga virada para o mar.
Descendente de uma família de pescadores, desde cedo aprendi a respeitar e a amar o gigante azul que alimenta a minha imaginação. Dei os primeiros passos na areia branca da praia, enquanto ouvia as histórias maravilhosas da minha avó e, não tardei a inventar as minhas próprias histórias. Durante anos escrevi pelo simples prazer de escrever. Cresci dividida entre o mundo real e os incontáveis universos criados pela minha mente, sem nunca reunir coragem para revelá-los... Até agora.
Esta aventura que estou a viver, e que desejo partilhar convosco, é a prova de que os sonhos se tornam realidade. Espero que a vossa satisfação ao ler as minhas palavras seja tão plena como a que eu sinto ao escrevê-las."

 

 

Texto de Igdrasil ( publicado no blog Correio do Fantástico )

 

Viriato - Teófilo Braga

16.05.08

 

 

Chamo a este blog uma obra que é um dos meus romances épicos ( se é que posso usar esta terminologia ) preferidos. Aqui voltam as minhas influências, talvez incomuns...

Esta é uma história que, para mim, em nada fica atrás de obras de referência do género. Cometendo eu mesmo a heresia ( será ) de dizer que esta obra compete com qualquer obra de fantasia épica, mesmo sendo traçada sobre uma base verídica. Aqui a "fantasia" é o maravilhoso mitológico num estado muito puro, mas intenso. Temos perante nós um relato épico centrado num herói, cuja dimensão poderia levá-lo para qualquer cenário. Esqueçam o pastorzinho a atirar pedrinhas ao invasor - nunca acreditei no Viriato como modesto e inculto guardador de rebanhos, levado aos tropeções pela enchurrada dos acontecimentos... Teófilo apresenta um Viriato com "alma", corajoso, indómito. Teófilo apresenta um personagem "fantasioso", mas que julgo mais "real" do que o "oficial". Este Viriato não ficaria mal entre espartanos, nas hostes dhorians ou na Terra Média. Experimentem e verão que esta obra pode agradar a muitas sensibilidades.
 
 
 
"Esta obra é também recolha de tradições populares, de cantigas e de poesia, mergulhando nas origens dos Lusitanos e contando fantasiosos episódios. Viriato é o herói mítico, com uma roupagem homérica, destemido, astuto e conhecedor de todos os …“montes e vales, covões, algares, cavernas e passagens de vaus de ribeiras e de caudalosos rios”.
Narrava o general e procônsul Caio Lellio, no ano de DCIX da fundação da cidade, para o Senado de Roma que …“cumpre ter presente que a Lusitânia é habitada pela mais poderosa das nações hispânicas e que achando‑se já subjugadas todas as outras, é esta que se atreve ainda a deter as armas romanas”.
Major‑General Manuel de Campos Almeida
Vogal da Direcção da Revista Militar

 


Mais sobre a vida e obra de Teófilo de Braga - AQUI

Pedro Ventura ( também publicado no blog Correio do Fantástico )

 

 

publicado por sá morais às 13:38

Critica a Goor 2 no Espreitador

03.05.08

 

"Desafiava-me o Pedro Ventura, aqui a atrasado no blog “Correio do Fantástico”, que definisse o que era afinal a literatura Fantástica. Depois de algumas considerações de género, dando os exemplos de Jack o Estripador de Bram Stoker, Frankenstein de Mary Shelley, os neofantásticos Kafka, Borges e Cortázar, os clássicos Maupassant, Hoffmann, Poe e Gogol, respondi-lhe, que era toda a literatura construída através de sistemas simbólicos, ambíguos e estéticos, com intencional transgressão dos preceitos racionais vigentes, equacionando os domínios do natural e do sobrenatural, do estranho e do maravilhoso, do tempo cronológico e do tempo subjectivo, que tentava contornar o incontornável real.
Posto isto, e porque no mesmo tempo lia o seu segundo livro a solo, (é co-autor com Teresa Branco, do “Astrologia, o Trabalho e o seu Destino”, da Livros Novalis), permitam-me os amabilíssimos leitores deste post, que diga antes de mais: O romance/aventura de Pedro Ventura, Goor - A Crónica de Feaglar II, da Papiro Editora, que podem encomendar aqui, é arte épica da Literatura Fantástica em todo o seu esplendor e, exemplo, de como em Portugal já se escreve a sério neste género literário.

Quando li o Goor - A Crónica de Feaglar I (Goor I), de forma prudente, tive oportunidade de me pronunciar aqui, quanto ao processo narratológico, planificação e caracterização das personagens de um épico romance/aventura, sem os habituais dragões e elfos que povoam a memória colectiva, mas com a conceptualização do fantástico de uma cultura laica e racionalista. Agora, no Goor - A Crónica de Feaglar II (Goor II), e embora não o aconselhe, pode ser lido sem passar pelo Goor I, o Pedro, volta a surpreender, conseguindo a façanha de escrever uma segunda parte, melhor que a primeira. Coisa, diga-se, não é habitual.

Os Goor, I e II, giram à volta de uma demanda. Os seus personagens, esteticamente humanos com roupagem do lugar e do tempo, são instâncias metafóricas densamente significantes, com fraquezas e erros de qualquer um, e vão-nos envolvendo no entrelaçado de histórias bem imaginadas pela criatividade do Pedro, que, chega a ser poética e não raras vezes filosófica, sublinhando a ideia de uma intencionalidade da consciência que emerge de um passado, mas não fica no passado.
Logo nas primeiras páginas, sentimos que o escritor cresceu com as personagens. A elaboração dos diálogos e a narração, deram o salto para a mensagem da dimensão da alma humana que é singular a cada um de nós: não perde de vista a condição de sermos seres como os outros e que a felicidade (estética) depende do máximo de felicidade (ética), levando-nos a um mundo em que nada é absoluto ou imutável, que é por excelência o mundo dos humanos, gente de sentimentos variados que podem hoje ser bons e amanhã o contrário, na medida em que, significa, o ser melhor num cosmos (mãe natureza) comum, e o abraçar as singularidades para promover o ideal imaginado, com motivações e angústias que vão sendo desvendadas com novas, surpreendentes e bem medidas revelações, terminando no encontro da paz interior quando, Feaglar, sobe a falésia e dança com o vento.

Dos vários e “ricos” personagens, cativam-nos, principalmente, a cintilante guerreira aurabrana, Calédra, uma encantadora e fantástica mulher que imagino de beleza imoral, imanente a ela mesma e transcendente das demais que, com Feaglar, o rei do reino Dhorian, é a ordem da autenticidade e suporte de toda esta trama.


Uma coisa é certa, quando acabamos de ler, Goor - A Crónica de Feaglar II, fica-nos a mágoa de não o continuarmos a ler. "

...

01.05.08

publicado por sá morais às 01:14

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