Goor - A Crónica de Feaglar 2

31.10.07

                       

 

"As Crónicas de FeaglarDescubre cos comentários da nosa especialista en literatura portuguesa o mistério que se agocha após do tebroso reino de Goor nesta parella de libros fantásticos que están a abraiar a todos pola súa calidade. " ( in Nova Fantasia )
                                                 
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Lançamento de Goor 2 - Gazeta da Beira

26.10.07

 

Fica assim provado que certa imprensa regional ainda vai dando alguma atenção à literatura proveniente da sua região. Obrigado.

 

                                                      

 

 

Prémio Nobel da Literatura para Doris Lessing

25.10.07

 

 

A britânica Doris Lessing, com 87 anos, é a contemplada com o Nobel da Literatura deste ano. Doris Lessing, descrita pela academia como "um exemplar de experiência feminina que, com cepticismo, fogo e poder visionário, sujeitou uma civilização ao escrutínio", tem uma obra vasta e diversificada.

Lessing começou por dedicar-se, na sua ficção, aos temas do comunismo, com "A boa terrorista" ou "Filhos da violência", por exemplo, para se dedicar depois a uma surpreendente ficção científica, ou espacial, com exemplares como "Formação do Representante do Planeta 8". A sua obra está publicada em Portugal em várias editoras, sendo uma das mais populares escritoras, em paralelo com nomes como Marguerite Yourcenar.

Trata-se de uma das “decisões mais pensadas que já tomamos”, disse o director da Academia, Horace Engdahl, depois de dar a conhecer o veredicto.

A autora esteve entre as favoritas ao Nobel durante décadas, ainda que nos últimos tempos fosse menos referida, precisamente pelo largo número de anos que passaram.

A sua antecessora foi a austríaca Elfriede Jelinek, em 2004, e a primeira mulher a receber este prémio foi sueca Selma Laggerlöf, em 1909.

Doris Lessing nasceu a 22 de Outubro de 1919 em Kermanshah, actual Irão. Filha de pais britânicos, um antigo oficial do exército e uma enfermeira, foi criada no Zimbabwe, pelo que plasmou na sua obra muita da sua experiência autobiográfica em África. As referências ao continente são especialmente visíveis na sua obra “A erva canta” (1950).

In Público

 

Este Nobel causou algum espanto por cá, ou não estivessemos a falar de uma escritora que teve o herético desplante de escrever ficção científica. Muitos contorceram-se e grunhiram perante a heresia, perante este belo soco nos seus  bolorentos estômagos repletos de elevados paradigmas, de saberes inatingíveis, a nata intelectual do literariamente correcto, acima dos gostos vulgares dos comuns mortais. Apenas a custo esconderam a sua reprovação, que foi camuflada entre soluços de surpresa.  Houve até aqueles que omitiram essa faceta, para eles vergonhosa, de coisas irreais e imaginativas, como se apenas o miserável e disfuncional sacado ao realismo fosse matéria aceitável. Fosse por cá formado esse júri e a senhora nem sequer ganharia  uma medalha de zinco em jogos florais...

publicado por sá morais às 16:34

Goor - A Crónica de Feaglar I e II

17.10.07

“O livro «Goor, A Crónica de Feaglar II», de Pedro Ventura, vai ser apresentado pelas 15h30, na Livraria Pretexto, em Viseu. Em «Goor, A Crónica de Feaglar II», universos paralelos e mundos concorrentes, tempos e espaços múltiplos, vidas inéditas e mortes carismáticas preenchem a literatura fantástica de Pedro Ventura, que já lhe valeram o reconhecimento do público e críticas favoráveis.”

( in Primeiro de Janeiro )

 

 

 

      "Antes de mais, devo realçar a parte física do livro: a capa não podia ser mais original, mas o que mais influencia a forma como a história é lida é a sua divisão. Não existem capítulos neste livro, quando muito três momentos diferentes, factor que nos faz continuar a leitura, sem querer parar.
Neste livro acompanhamos Feaglar, o rei de Dhorian, um dos Sete Reinos. A história passa-se num tempo conturbado, no qual as disputas políticas se alastram, lançando povos contra povos, em guerras sangrentas. Tudo isto se deve a Caliciada, a rainha dum dos reinos, que, orientada por objectivos pouco claros, vai lançando o caos e a morte.
Numa primeira fase, a história parece pouco consistente, já que os acontecimentos são pouco aprofundados e parecem não ter um grande propósito. Mas há medida que o enredo vai evoluindo e novas personagens nos são dadas a conhecer, dá-se um click e a acção multiplica-se. Cada página torna-se numa nova descoberta, deixando, no entanto, uma série de questões e mistérios por esclarecer."
 
           ( in Crítico - Os Livros -critica a Goor I )

Apresentação de Goor - A Crónica de Feaglar 2

15.10.07
           

     E assim teve lugar o encontro de Goor – A Crónica de Feaglar 2. Um ano depois da sua aparição surpresa no lançamento de Goor 1, o Outsider foi desta vez o apresentador convidado e fê-lo em grande estilo. E podemos dizer que passou com distinção na "prova oral"! Mas o que seria de esperar com o entusiasmo e boa-disposição deste amigo e conneiseur da literatura fantástica?

                

 

       Um obrigado muito especial à minha esposa, filho ( que se portou bem e ganhou muitas das atenções ), pais, familiares e amigos.

     Também gostaria de agradecer à Livraria Pretexto pela sua hospitalidade, ao vice-presidente da Câmara de Viseu, Sr. Américo Nunes, à Editora Papiro e à sua representante, a simpática Liliana Pacheco.

                

Uma referência especial para alguns amigos blogosféricos que marcaram presença: Os “nossos” TB, Vítor e Miguel ( sempre com grande “alto astral” e prontos para darem um apoio aos amigos. ), o pessoal da Oficina dos Baixinhos, Luís e Tânia ( tive pena de não ter tido tempo para falar melhor com eles, mas estou certo que haverão novas oportunidades. )e a artística e habilidosa Pandora  ( Finalmente! Mas o tempo também foi pouco... )

                       

    A todos os que estiveram presentes, alguns vindos de bem longe, o meu sentido agradecimento. Uma saudosa referência a todos os que não puderam estar presentes e que têm apoiado o Goor das mais variadas maneiras.

    

                           

 Um grande bem haja!

Critica a Goor 2 no site Nova Fantasia

09.10.07

Goor - A Crónica de Feaglar I

Título Goor - A Crónica de Feaglar II
Autor Pedro Ventura
Editorial Papiro Editora (2007)
Calificación: estrelaestrelaestrelaestrela

Por fin chegou ás nosas mans a segunda parte da Crónica de Feaglar. E se me pedides que vola resuma nunha frase, direi-vos que concordo que as segundas partes non son boas, neste caso, son mellores!

Nesta segunda parte acabaron as presentacións e comeza a aventura sen mais dilacións. Cun desenrolo xa prácticamente liñal e mais lixeiro, a longa viaxe deica Goor vainos esclarecendo moitas das dúbidas ao redor dos personaxes principais, da súa verdadeira orixe e das súas motivacións.  Pouco a pouco imos desfiando a madeixa, e imos comprobando como algunha das nosas suposicións eran certas, e tamén, imos sorprendéndo-nos con novas revelacións. É certo que existe o Draidex, e que cómpre acadalo antes de que caia nas mans de Calicíada, unha  raiña cobizosa e sen escrúpulos, capaz do pior. Pero tamén é certo que a pesares das profecías, o consegui-lo dependerá da resolución dos homes. Porén, o Draidex é apenas a punta dun iceberg. Arredor del existe todo un mundo xa desaparecido pero que pode influir de forma decisiva no futuro do que xa coñecemos.

Podemos facer duas lecturas diferentes: unha, as aventuras e desventuras duns homes coraxosos loitando por conservar o único mundo que coñecen, e outra, para min mais interesante aínda, as chaves da verdadeira natureza humana, capaz do mellor e do peor. O heroe por excelencia, Feaglar, revélase coma un home coas mesmas fraquezas que calquera outro, que falla ás suas mais férreas conviccións e promesas por ser apenas iso, un home.

O ben  e o mal nunca son absolutos, e personaxes que poden parecer abomináveis nun momento, conseguen gañar a nosa simpatía noutra altura simplemente porque no fondo, e todos sabemos iso, a vida pon-nos en situacións nas que nada do que creiamos é inmutábel.  A grandeza da historia reside, ao meu parecer, neste punto. Porque é unha historia de seres humanos. Non é unha epopeia, é un reflexo do que podería pasar en calquera parte, se eliminásemos os elementos máxicos ou fantásticos.  Non hai vitórias ou derrotas absolutas, e algunhas das vitórias son realmente amargas. Pero iso é algo que só lendo esta crónica pode ser descuberto. Dar mais detalles sería innecesário, coido eu, e podería mesmo romper a máxia da lectura. Polo tanto, amigos, facédeos cun exemplar e sacade as vosas próprias conclusións.

Eu pola miña banda só podo dicir que fico coa mesma sensación que cando acabo un bo libro ou unha película: qué magoa que xa acabase,  pero disfrutei tanto mentras...

De novo, os nosos parabéns, Pedro e deica outra

Critica a Goor 1 no site Nova Fantasia

08.10.07

 

Título Goor - A Crónica de Feaglar I
Autor Pedro Ventura
Editorial Papiro Editora (2006)
Calificación: estrelaestrelaestrela

Antes de vos presentar o meu parecer sobre a novela de Pedro Ventura, A Crónica de Goor, coido que deberia aclarar que non son una leitora habitual do xénero fantástico, o que fai que me encare ao texto dende unha perspectiva tal vez menos viciada. Tamén gostaría de facer unha louvanza á capa. Sei que o continente non é o mais importante, pero tamén por deformación profesional coido que ao ser a primeira percepción que temos do libro, esta debe ser boa, e neste caso, tráta-se dunha excelente presentación.

En principio, cháma-me a atención o estilo narrativo, nada complicado e moi directo. Nada a ver có seu compatriota Saramago, por exemplo, pero estamos a falar de duas visións completamente diferentes da literatura, polo que as comparanzas sobran. Ainda que coido que os leitores agradecerán que Pedro non perda o tempo con filigranas estilísticas e pase a revelarnos mediante unha técnica concéntrica as chaves da história. E digo isto porque o que en principio poden parecer detalles sen importancia, a medida que transcurre a acción, imos decatándonos de que aquel episodio sobre o que pasa sen facer ruido, resulta revelador. Póren en conxunto debemos dicir que á vez que avanza a historia, o mistério que rodea ao Draidex, faise aínda mais intrincado, envolvendo todo o que se pasa nos Sete Reinos: Qué é o Draidex? Por que algo do que ninguén sabe se existe ou non convérte-se de súpeto en algo tan cobizado? Por que Feaglar, o rei dhorian vé-se case obrigado a saír na súa procura cando nin el mismo cré na súa existencia?

Ainda que os ingredientes utilizados nesta novela son abundantes no xénero fantástico – un elemento máxico, a loita eterna entre o Ben e o Mal, unha viaxe iniciática, a aparición dun personaxe-talismán...- debo recoñecer que dá vontade de ler o libro dunha soa vez para atopar resposta a todas as preguntas que van xurdindo na nosa mente. Pode ser que ao comezo pareza unha história típica, pero como se adoita a dicir, engancha.

Cando chegamos ao final desta primeira parte, o noso corazón xa está tamén pronto para viaxar có rei Feaglar, a súa enigmática muller Gar-Dena e o resto de valentes cára a Goor, a terra maldita, na procura do mítico Draidex antes de que caia nas mans erradas e mude para sempre o mundo coñecido polos homes.

Agora, que Pedro Ventura consiga responder ás expectativas criadas na tan desexada 2ª parte, só depende da súa habilidade coma escritor. E despois do lido, non duvidamos de que o acadará.

Bom sucesso, Pedro, e obrigados por esta história.

 

Comentário de Maria Comesaña

 

Obrigado a Maria Comesaña e a toda a equipa do site NOVA FANTASIA. Este é um agradecimento ( não só pela critíca em si e pelo que julgo ser um correcto entendimento do que foram os meus objectivos em Goor 1 ) carregado de sinceridade e muito especial. Na Galiza tiveram o trabalho de ler este extenso livro, em português, de um autor desconhecido... Por cá... Bem, dizer o quê?

Muito obrigado Galiza!! 

Convite a toda a comunidade!

01.10.07

 

   O autor, Pedro Ventura ( Sá Morais ), e a Papiro Editora têm o prazer de convidar a comunidade blogosférica a estarem presentes no lançamento promocional do livro "Goor - A Crónica de Feaglar II", que terá lugar no dia 13 de Outubro de 2007, pelas 15h30, na livraria Pretexto ( R. dos Andrades, 55 - Viseu )

  O apresentador convidado será o nosso amigo Outsider

  Mais uma vez obrigado a Fran Morell e a toda a equipa do Nova Fantasia.

   Obrigado também aos amigos da blogosfera que têm promovido este lançamento, o livro e a literatura fantástica. 

Critica a Goor - A Crónica de Feaglar 1

01.10.07
"Quanto à análise ao livro, só tenho uma palavra, FABULOSO!!! Estou a esforçar-me muito para o ler calmamente… É daqueles prazeres que não queremos que acabe e por isso esforçamo-nos para só usufruir um pouco de cada vez, para não acabar logo… Mas está a ser difícil controlar-me.
O livro é fabuloso, estou a adorar lê-lo. As personagens são fantásticas, cada uma com os seus segredos e personalidades, as batalhas descritas com emoção, as descrições belíssimas dos vários reinos e a sugestão constante que se caminha para algo muito funesto, prende-nos ao livro, não conseguindo parar de ler. Nota-se ao longo das linhas a inclusão de vários valores muito importantes e a constante referência ao amor como alimento da alma, veio de condução do destino e tábua de salvação contra toda a adversidade. Em suma, estou maravilhado com o livro."
 
Nuno Loureiro
 
 
 
 
 
"Personagens: Adoro os personagens e a forma como os descreves. Ficamos logo a saber as características principais de cada um, e estas desenvolvem-se ao longo do livro. Os personagens principais são fabulosos, cada um com a sua personalidade, que tão bem nos descreves ao longo da história. O modo como através destes personagens transmites valores que eu acho importantíssimos, como a Justiça, Amor, Lealdade, Bondade, etc, é genial . Gostei também dos poderes sobrenaturais de personagens como a Gar-Dena e a Banstámas/Calédra, e dos Nilmec que tinham o dom. (...)
 
História: A história é magnifica e relatada a bom ritmo. A constante lembrança da certeza de um destino funesto a que as personagens não poderão fugir é um excelente meio de querermos saber o que vai acontecer. Os pequenos mistérios que vão surgindo ajudam esta situação. Quanto às descrições dos lugares, batalhas e lutas achei-as excelentes. A minha única crítica é que achei que devias ter colocado mais capítulos no livro, pois assim não temos onde parar de ler. Eu não gosto nada de parar a meio do texto, gosto sempre de parar no fim de um capitulo, tirando isso, nada a assinalar. Em suma, li o livro avidamente e quero mais. "
 
 
 
 
 
Outsider
 
 
 
 
"Estou na penúltima página... E achei simplesmente admirável, e a recta final estava muito bem balanceada! A introdução de questões mais esotéricas e o aprofundamento do carácter de Bastmanas foi soberbo... A concepção do mundo de Celénia foi brilhante e revela uma imaginação profunda e mantiveste a coerência interna, o que é sempre difícil nestas "demiurgias"..."
 
 
Rui Martins
 
 
 
 
 
 
"Este livro, que corporiza a forma literária do romance, com processos narratológicos bem medidos, boa planificação da caracterização das personagens e também na elaboração de diálogos, abre-nos os sentidos no lúdico caminho da conceptualização da escrita fantástica, onde, a acção, acaba por estar sempre presente; num país, numa sociedade fantástica e num mundo em mudança. Mas não se trata só disso; o Pedro Ventura não foge da sua concepção moral e filosófica, embora não pretenda fazer declarações morais, pregar filosofias ou proferir juízos de valor, mas simplesmente contar uma bem engendrada história.

Este é um livro, que não sendo um dos enredos de Hamlet ou uma metamorfose Kafkiana, é extremamente colorido, inventivo e cheio de belas imagens, e, sendo o primeiro livro do autor, que se revela já como um exímio contador de histórias, deixou-me deveras surpreendido e expectante sobre o segundo que, espero desde já."

Pires F.
 
 
 
 
 
 
"Tenho andado entretida a ler este livro.
De autor português e Viseense, Pedro Ventura, mostra que não são só os estrangeiros que sabem escrever, e inventar histórias.
Para quem gosta do fantástico, e de voar nas asas da imaginação, aqui fica uma boa oportunidade de sonhar.
Se se prestar atenção, encontrar-se-á, em alguns parágrafos, detalhes que demonstram a personalidade do autor.
Parabéns, e fico á espera do 2."
 
Maria Cristina Amorim
 
 
 
 
 
 
 
"(…) um excelente livro que já está à venda em Viseu e que em breve estará por todo o país. Esqueçam a high-fantasy estrangeira! Este livro é de um autor português e é bem capaz de se tornar um sucesso. Tem todos os ingredientes: acção, intriga, romance... Se gosta do género, vai adorar este livro. Eu já vou a meio e estou a adorar! A história é fluida e interessante, tendo lugar num mundo imaginário, onde o valor humano tem um papel muito importante.  Quem não comprar este livro não sabe o que perde..."
 
 
 
 
A.Torres
 
 
 
 
 
 
 
"Já há quem fale do teu livro. Uma boa obra, mesmo com uma má divulgação por parte da editora acaba sempre por encontrar o reconhecimento do passa palavra. O tempo vai mostrar o valor daquilo que escreveste. Já tenho algumas prendas para este natal embrulhadas com uma bela história lá dentro."
 
 
 
João Pestana
 
 
 
 
 
 
 
 
"O que tem qualidade, mais dia menos dia é reconhecido.
Escreveste uam história fantástica de gente com alma e sentimentos.
Também eu fico ansiosamente á espera da continuação..."
 
 
Teresa Bonito
 
 
 
 
 
 
 
 
"5 Estrelas!"
 
Liliana Quadros
 
 
 
 
 
 
 
 
"Tem tudo o que eu gosto num livro: Acção, romance, fantasia, amizade... è muito bom! recomendo!"
 
 
Rui S.
 
 
 
 
 
 
 
 
"Já li e fiquei supreendido! Não esperava um livro assim. Este livro é do melhor deste género. Com alguma publicidade podia tornar-se uma caso sério de sucesso."
 
 
Artur
 
 
 
 
 
 
 
"AINDA NÃO ACABEI DE LER ESTA OBRA MAGNÍFICA, MAS ACONSELHO-A A TODOS OS QUE TEM UM FASCÍNIO PELO IMAGINÁRIO."
 
 
 
Cristina Pinto
 
 
Na introdução (coisa que me acontece em todos os livros tenho que o afirmar) achei um bocado, como dizer... maçudo. A partir que aparece a personagem "princesa Gar- Dena ", a história começou a abrir, a ter mais acção. Gostei também das descrições das cidades, que são imponentes, ao bom nível do tipo desta literatura, das descrições das tramas de combate, como a da cidade onde fora encontrado Thalian, uma das personagens que, a meu ver, mais se transformou, de um bêbado para um valoroso soldado fiel a seu rei Feaglar e à Princesa Gar- Dena , que o ajudara a vencer o seu próprio "medo", As personagens femininas muito fortes, tanto fisicamente como espiritualmente, sem que deixassem a beleza feminina para traz, como exemplo para isto evoco a luta entre Bastamás e Gar- Dena, uma luta que posso considerar psíquica, porque foi realizada quando a princesa estava a dormir. Também é de salientar a figura de Drell G'Bor, personagem misteriosa que deu à princesa o conhecimento da sua força interior. Que posso dizer mais, Gostei das descrições dos locais não citadinos, como o lago onde a princesa e o rei se casaram, das praias, dos sítios místicos, e da história em si, estou ansioso para saber o que irá acontecer a Feaglar e aos seus amigos no segundo livro, quando sai?
Fico à espera, até lá "que a brisa da noite vos traga serenidade"
 
 
 
 
 
 
 

 

 

F. Fiuza

 

 

 

 

 

 

Finalmente tive tempo para ler o Goor. Valeu a pena :)
A ausência de capítulos só tornou mais difícil de parar de ler, resultado li tudo em pouco mais de um dia.
O universo está bem descrito e o desenrolar da história é bom. Normalmente tenho fobia a livros portugueses por me obrigarem ou a terem um dicionário ao lado ou a paragens obrigatórias para tentar discernir a mensagem no meio de tanta arte. Na minha opinião o que conta num livro de prosa é a história, o resto são floreados que por muitas vezes só dificultam o conhecimento da mesma.
Este livro, apesar de não ser despido de qualidade literária, não cai no erro de se tornar demasiado pesado. OK, o prelúdio é um pouco pesado, mas necessário...

Como disse a Tânia, alguns personagens poderiam ser mais explorados. Mas eu vou mais longe, e como qualquer apreciador deste tipo de literatura, acho que algum contexto histórico deveria ser mais explorado ou ter direito mesmo ao seu livro.
Estou ansioso para ler a continuação...

LBaixinho



(...) primeiro que tudo Parabéns! é sempre um feito contar e escrever uma história com pés e cabeça.
toda a informação sobre geografia, instinto, sociedade e cultura dos povos descritos no livro fascinou-me completamente. Nada aborrecido pelo contrário, fez-me viajar até lá. (tens poder!! :) Acho que um ou outro personagem "secundário" é muito mais do que isso, pela sua riqueza de ideas e carácter. (adoro quando isso acontece). O fantástico está bem doseado, sem cair no excesso. Quero mais!!
O fim pareceu-me um pouco apressado, tens tão boas ideias no final do livro que podia dar perfeitamente para escrever mais 1 ou 2 livros.
Para quando o II ?

Tânia

 

 

 
 

 


 

 

 

 
 

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