In the Shadow, in the Light

24.04.06

"In The Shadow, In The Light"

I promise you, for all my life
I'll be Always on your side
In the shadow, in the light.

I'll follow you, wherever life goes
But I'll always be aside
In the shadow, in the light.

But if we don't understand...
Hell is happy, heaven is sad
And that's the result of our brain...
Insane...

Caravan of life
By day and by night
Every tile's a part of life
If it's shadow, or if it's light

I promise you, even when the tide is high
I'll be always on your side
In the shadow, in the light

Enigma

publicado por sá morais às 18:26

Secreta- uma das primeiras amigas da blogosfera

23.04.06

Vale sempre a pena visitar este excelente blog, onde os sentimentos são o aroma preferido.

publicado por sá morais às 18:01

Gaivotas

11.04.06

Gaivotas...

Não são apenas asas ao vento.

Não...

São movimento, cores e sons,

São memórias num dia de Sol...

E ao levar ao mar o pensamento,

Logo cresce esta tempestade...

Esta recordação...

Que me agita... 

Que faz do meu coração

Barquito pequeno,

Navegando sem destino.

Mas fosse eu uma destas gaivotas

E  tu este imenso mar...

 E juro-te que mergulharia em ti,

 Para não mais regressar...

 

Feaglar

publicado por sá morais às 19:39

Modern Crusaders

07.04.06

 "We’re not submissive, we’re not aggressive
But they think we can’t defend

Stand up, join us, modern crusaders alive
We have the power to face the future
Cause we are the fighters
Just fighting for our rights

They’re accusing, like always without knowing
What is just fiction or what is the truth
They have no mission, they have no passion
But they dare to tell us what’s bad and what’s good!

Stand up, join us, modern crusaders alive
We have the power who’ll face the future
Cause we are the fighters
Just fighting for our fights"

Enigma - Modern Crusaders

publicado por sá morais às 14:50

Gar-Dena

05.04.06

Com o cair da tarde, decidiram parar e acampar junto a um pequeno ribeiro. Enquanto se apeava do cavalo, Feaglar reparou que Gar-Dena abandonara o grupo, dirigindo-se para um campo perto do ribeiro. Decidiu ir ao seu encontro mas, ao chegar perto dela, não conseguiu encontrar palavras ou assunto para lhe falar e foi ela quem, sem o encarar, voltou a tomar a iniciativa:

- Já viste tamanha beleza?

De facto, estavam num aprazível campo coberto de coloridas flores silvestres, iluminadas pela esbatida luz do Sol, que já se escondia no horizonte, dando-lhes um brilho suave e único, que só o pôr do Sol consegue criar, em breves instantes de pura excelência. Ele desejou conseguir responder àquela pergunta através de uma resposta que a sua mente de imediato formulou, mas que não seria propriamente relativa à beleza natural daquele lugar...

- Entre os dhorian não há a tradição de oferecer uma flor à mulher amada? – perguntou novamente, tentando ser um pouco mais audaciosa.

Ele aproximou-se dela e circundou-a, de maneira a puder olhá-la de frente.

- Sim. Mas não gosto de as cortar... – respondeu com sinceridade. - Se o fizer apenas apressarei a sua morte, o fim da sua beleza. Posso oferecê-las todas assim, sem as tirar do seu lugar. Não é verdade que se entrega um coração sem se ter de o arrancar?

Gar-Dena olhou-o fixamente, tão fixamente que ele pôde reparar nos finos círculos negros que circundavam os seus belos olhos castanhos. A expressão da jovem tornou-se mais carregada, com se algo no seu íntimo a atemorizasse. Chegou mesmo a arrepender-se de os seus sentimentos a terem tornado tão arrojada.

- Serias capaz de oferecer o teu, mesmo sabendo que era uma oferta condenada? – perguntou-lhe a princesa, com um ar sério. - Que tendo de o arrancar, poderias perdê-lo para sempre?

(...)

- Não, Gar-Dena!... – interrompeu. - Tu és uma pessoa e não um rio que corre sem razão, apenas esperando chegar ao mar. A minha vida está nas tuas mãos, Gar-Dena... Se te conseguisse explicar!... Se te pudesses ver pelos meus olhos...

Os longos dedos dela envolveram as suplicantes mãos do rei.

- Feaglar... O que eu pudesse ver não me daria asas para voar para longe, não faria este momento ser eterno, sem passado, presente ou futuro... – confessou comovida. - Não vês as coisas terríveis que eu trouxe para a tua vida? Se percebesses, nem me olharias. Se eu soubesse...

Ele não entendia o significado daqueles receios obscuros e o seu discurso ia-se caracterizando  por uma crescente e esperançosa ousadia.

- O que eu vejo, o que senti quando te vi, foi a certeza de saber que te esperava, mesmo sem te conhecer. Agora que te conheço, nada mais tenho para esperar... Sim, desconheço esses perigos a que te referes, mas a decisão é minha... E se eles forem o preço que tenho de pagar por te  ter encontrado, não me queixarei do meu destino.

Gar-Dena quase deixou escapar uma lágrima. Sentiu-se tão humana, tão viva, como se respirasse pela primeira vez. Sentia-se assolada por sensações genuínas, contraditórias, dispersas, mas muito fortes...

 

Goor - página 9 e 10

Falta de tempo

04.04.06

Não tenho tido muito tempo para andar pela net, nem para agradecer as vossas palavras. Mas prometo fazê-lo em breve! Entretanto, aqui fica a foto da "Guiné", em mais um momento de repouso - coisa que eu não tenho tido.

 

 

 

publicado por sá morais às 15:57

Alucinação.

03.04.06

Drogas-me os sentidos

E eu, louco, deixo-me levar...

Acendendo essa amarga ilusão,

De ser meu o fogo do teu olhar.

 

Sucumbo e deixo-me alucinar,

Abraço o caos no meu pensamento,

Mas nem a insanidade consegue vergar

A loucura deste sentimento.

 

 

Deixo-me levar...

Tenho o vício  no coração...

E nem o ópio consegue apaziguar

Esta droga de solidão...

 

Feaglar

 

publicado por sá morais às 15:53

The Black House

03.04.06

Black walls surround me!

They painted them white

But I know their true color...

Those fools...

They told they were made of sugar,

But they are cold as ice...

My all life is played,

As someone rolls his dice.

I see myself screaming,

But I can't hear any sound...

I'm silenced by my own bound.

I try to reach something,

but there's nothing to reach,

On those lies they always preach...

I lay my hands on these bitter walls

And I almost see you...

But all I perceive are reflections,

Of what I feel...

Of what I do...

Weird damned house,

From where I can't escape!

They can feast with my flesh,

But my soul they'll never rape...

Black house!

I dare you!

Surround me!

My dreams will remain free...

Carve me up and with my body play!

Imitate the games from hell!

Can't take my soul away...

 

1997

publicado por sá morais às 12:31

Esta imagem é para uma pessoa SUperfofinha k partilha os meus momentos !

01.04.06

 

sinto-me: E tu um xapinho!
publicado por sá morais às 22:49

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