Podendo ser apenas um comportamento em resposta a um qualquer estímulo ambiente, muito de agrado de pessoas como Pavlov, um fulano decidiu lembrar-se do meu nome. A lembrança, que certamente não é recíproca, pouco me interessaria, não fosse o caso de o dito ter associado a essa referência um chorrilho mentiras e delirantes disparates. Lamento desiludir o "amiguinho" em questão, mas nunca li as obras que pensa que me marcaram - espero que este desengano não lhe cause transtorno ou posterior trauma. Mais! Mesmo não lhe querendo causar um chilique, arrisco a hipótese de até ter lido livros que nunca lhe passaram pelos dedos, visto ter obras extremamente raras, dificilmente ao alcance de qualquer um... Toma e embrulha! Mas mesmo incorrendo num acto grosseiro de difamação, o fulano falou de mim como se soubesse a minha idade, o que fiz e quero fazer, o que li ou deixei de ler, etc... Dir-se-ia estarmos perante um "zandinga da cascalheira"! Porém, parece-me mais evidente o histérico sobressair de um defeito que associo mais às "velhinhas" ou aos "putos", mesmo sem querer generalizar: a maledicência! E se às queridas velhinhas serve de desculpa a inactividade e o muito tempo livre e aos miúdos a inconsciente idade ou a ausência da educação devida, a um "crescidote" não vejo o que o possa desculpabilizar...  Mas como não quero terminar este post sem o devido conselho pedagógico, aqui fica:

 

 

PS: Fica aqui um aviso à navegação! Aposto que em breve o fulano irá atacar o meu livro! Isto sim é futurologia! :)

publicado por sá morais às 21:23