
Roberto Bilro Mendes

Textos inéditos e fundamentais sobre Os Outros Mundos
Ao longo do século XX, milhares de portugueses confrontaram-se com o inesperado
e o desconhecido, vindos de algures. Cerca de 800 “encontros” súbitos, por vezes traumáticos, com “luzes” e objectos voadores vindos de algures, mas também com seres insólitos, estranhos, aparentemente pouco humanos...
Dos arquivos do CTEC – Centro Transdisciplinar de Estudos da Consciência,
da Universidade Fernando Pessoa, revela-se finalmente um retrato de “corpo inteiro” do ideário Extraterrestre, tal como foi sendo vivido entre nós, as suas experiências incríveis e as visões celestes” protagonizadas por cidadãos comuns.
Um estudo único participado por experimentados investigadores e teóricos nacionais
que se juntaram num projecto singular. Da antropologia à física, passando pela psicologia e a religião, variadas são as propostas de leitura e interpretação destas caprichosas “observações” e dos eventuais agentes que as provocam.
Esta antologia, a primeira no seu género, em língua portuguesa, elaborada
por uma vasta equipa de académicos nacionais, propõe-nos uma digressão por “outros mundos” que se atravessaram, subitamente, no quotidiano normal de pessoas normais.
Uma visita guiada pela mão de especialistas, de diferentes disciplinas aos conceitos, ideias e imagens geradas em Portugal durante um século.
De onde procedem estas “aparições” de fenómenos extraordinários que, durante décadas, espantaram e muitas vezes confundiram cidadãos de todas a idades e condições sociais em toda a geografia do território nacional? Um grande inquérito a um verdadeiro “mito” vivo: a ideia do Outro além de nós. Que origens, que evolução, que modelos foi revelando esse imaginário ET como parte integrante da nossa cultura contemporânea?
Joaquim Fernandes - professor na Universidade Fernando Pessoa e co-fundador do Centro Transdisciplinar de Estudos da Consciência (CTEC). É licenciado em História pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, e mestre em História Moderna. Doutorou-se em História, com a tese “O Imaginário Extraterrestre na Cultura Portuguesa – do fim da Modernidade até meados do século XIX”, a primeira no seu género a ser apresentada numa universidade portuguesa e europeia.
Autor de várias obras de investigação histórica, é co-editor da revista anual Cons-Ciências, e publica na Imprensa diária centenas de artigos referentes à Cultura Científica, tendo coordenado em 2008, a série televisiva “Encontros Imediatos” para a RTP 2, a primeira realizada no nosso país sobre a Cultura ET.

Giordano Bruno (Nola, 1548 — Roma, Campo dei Fiori, 17 de fevereiro de 1600) foi um teólogo, filósofo, escritor e frade dominicano italiano, condenado à morte na fogueira, pela Inquisição romana (Congregação da Sacra, Romana e Universal Inquisição do Santo Ofício), por heresia. É também referido como Bruno de Nola ou Nolano.
Filho do militar João Bruno e de Flaulissa Savolino, seu nome de batismo era Filippo, tendo adotado o nome de Giordano quando ingressou na Ordem Dominicana (no convento de Nápoles em 1566). Lá, estudou profundamente a filosofia de Aristóteles e de São Tomás de Aquino, doutorando-se em Teologia.
Sempre contestador, não tarda a atrair contra si próprio opiniões contrárias e perseguições. Em 1576 abandona o hábito ao ser acusado de heresia por duvidar da Santíssima Trindade. Inicia, então, uma peregrinação que marcou sua vida, visitando Gênova, Toulouse, Paris e Londres, onde passou dois anos (1583 a 1585) sob proteção do embaixador francês, freqüentando o círculo de amigos do poeta inglês Sir Philip Sidney. Em 1585, Bruno retornou a Paris, indo em seguida para Marburg, Wittenberg, Praga, Helmstedt e Frankfurt, onde conseguiu publicar vários de seus escritos.
Defensor do humanismo, corrente filosófica do Renascimento (cujo principal representante é Erasmo), Bruno defendia o infinito cósmico e uma nova visão do homem. Embora a filosofia da sua época estivesse baseada nos clássicos antigos, dentre os quais principalmente Aristóteles, Bruno teorizou veementemente contra eles. Sua forma e conteúdo são muito semelhantes às de Platão, escrevendo na forma de diálogos e com a mesma visão.
Nômade por natureza e modo de vida, Bruno baseou sua filosofia apoiado nas suas intuições e vivências fora do comum. Defendeu teorias filosóficas que misturavam um neo-platonismo místico e panteísmo. Acreditava que o Universo é infinito, que Deus é a alma universal do mundo e que todas as coisas materiais são manifestações deste principio infinito. Por tudo isso, Bruno é considerado um pioneiro da filosofia moderna, tendo influenciado decisivamente o filósofo holandês Baruch de Espinoza e o pensador alemão Gottfried Wilhelm von Leibniz.
Ao contrário do que se pensa comumente, Giordano Bruno não foi queimado na fogueira por defender o heliocentrismo de Copérnico.
Um dos pontos chaves de sua teoria é a cosmologia, segundo a qual o universo seria infinito, povoado por milhares de sistemas solares, e interligado com outros planetas contendo vida inteligente. Para esta perspectiva bebeu na fonte de Nicolau da Cusa, Copérnico e também de Giovanni Della Porta.
John Gribbin, em seu livro "Science: A History 1543-2001" explica que Bruno participava de um movimento chamado Hermetismo, que se baseava em escrituras que, de acordo com o que era dito, teriam se originado no Egito na época de Moisés. Entre outras referências, esse movimento utilizava os ensinamentos do deus egípcio Thoth, cujo equivalente grego era Hermes (daí hermetismo) - conhecido pelos seguidores como Hermes Trimegistus. Bruno teria abraçado a teoria de Copérnico porque ela se encaixava bem na idéia egípcia de um universo centrado no Sol.
Deus seria a força criadora perfeita que forma o mundo e que seria imanente a ele. Bruno coaduna com os poderes humanos extraordinários, mas enfrentou abertamente a Igreja Católica e seus preceitos.
O nobre veneziano chamado Giovanni Mocenigo, membro de um das mais ilustres famílias de Veneza, encontrou Bruno em Frankfurt em 1590 e convidou-o para vir a Veneza, sob o pretexto de ensinar a mnemotécnica, a arte de desenvolver a memória, em que Bruno era perito. Segundo Will Durant (História da Civilização, volume VII), Bruno fora há muitos anos posto fora da lei pela Inquisição, ansiosa por prendê-lo por suas doutrinas subversivas, mas Veneza gozava da fama de proteger tais foragidos e o filósofo sentiu-se encorajado a cruzar os Alpes e regressar. Como Mocenigo quisesse usar as artes da memória com fins comerciais, segundo alguns, ou para prejudicar seus concorrentes e inimigos conforme outros, Bruno negou-se a lhe ensinar. Segundo Durant, Mocenigo, católico piedoso, assustava-se com "as heresias que o loquaz e incauto filósofo lhe expunha", e perguntou a seu confessor se devia denunciar Bruno à inquisição. O sacedote recomendou-lhe esperar e reunir provas, no que Mocenigo assentiu; mas quando Bruno anunciou seu desejo de regressar a Frankfurt, o nobre denunciou-o ao Santo Ofício. Mocenigo trancou-o num quarto e chamou os agentes da Inquisição para levarem-no preso, acusando de heresia. Bruno foi preso no San Castello no dia 23 de maio de 1592.
Por estas opiniões quentes e perigosas para a época que Giordano Bruno foi condenado pela Inquisição, tendo passado seus últimos oito anos sofrendo torturas e maus tratos de todos os tipos. No último interrogatório não se submete, mostra força e coragem. Por não abjurar, é condenado à morte na fogueira, mas antes de morrer queimado no Campo de Fiori, ele afronta ainda mais uma vez seus inquisidores. É dito que cuspiu no crucifixo dos os que o mataram. Porém alguns consideram que não o tenha feito e este relato seja para tentar depreciar mais sua imagem. Morreu na fogueira com tábua e pregos na língua, para parar de "blasfemar".
Ao ser anunciada a sentença de que seria executado piamente, sem profusão de sangue (que em verdade significava a morte pela fogueira) disse: "Teme mais a Força em pronunciar a sentença do que eu em escutá-la"
Bruno também escreveu um livro polêmico, "A ceia das Cinzas", que foi queimado pela Igreja Católica.
É bom saber que existe um jornal em Viseu que se interessa pela cultura - Made in Viseu. O meu obrigado!

LISTA DE PARTICIPANTES:
Ana Vicente Ferreira (literatura)
Andreas Rocha (concept art)
António de Macedo (cinema)
Bruno Martins Soares (literatura)
Carla Ribeiro (literatura)
David Soares (BD e literatura)
Fábio Ventura (literatura)
Filipe Melo (cinema e BD)
Filipe Teixeira (concept art e BD)
Gonçalo Sousa (concept art)
João Barreiros (literatura)
Nuno Fonseca (literatura)
Paulo Fonseca (literatura)
Paulo Prazeres (cinema)
Pedro Florêncio (cinema)
Pedro Ventura (literatura)
Rafael Loureiro (literatura)
Ricardo Venâncio (BD)
Rui Ramos (BD)
Telmo Marçal (literatura)
I am hunted by the future
Will the future be my past?
Or is time a fade out picture
of my everlasting cast?

Clash of the Titans é um remake do original de 1981 sobre o mito de Perseu e sua batalha mortal contra Medusa e o monstro Kraken para poder salvar a princesa Andrómeda. Dirigido por Louis Leterrier, o filme tem Sam Worthington no papel de Perseu. O lançamento está previsto para 26 de março de 2010 nos Estados Unidos e Reino Unido.
As filmagens começaram em 27 de abril de 2009 em Londres, nos estúdios Shepperton. As filmagens também terão como locação o País de Gales, as Ilhas Canárias, Islândia e Etiópia.
A música será composta por Craig Armstrong.
Está agendada para 2010 a estreia deste filme de "Fantasia Pura e Dura", um remake do filme com dedo de Ray Harryhausen. Veremos se o imenso potêncial da mitologia ocidental é aproveitado. Espero que sim... Para já, a participação de Craig Armstrong promete uma BSO à altura e Sam Worthington promete um Perseus que poderá ser credível.

O escritor português está surpreendido com o falatório em torno do mais novo romance: “tantos que falaram dele sem o ler”, disse. Em conferência de Imprensa, não deixou passar em claro a forma apressada como a Igreja reagiu a "Caim".
“É o livro de que mais se tem falado, embora não tivesse sido lido”, disse José Saramago, sobre a obra “Caim”, em conferência de Imprensa. “É quase magia, ou em relação a certos sectores, milagre”, acrescentou o escritor, surpreendido com o falatório que a obra suscitou.
“Todo este alvoroço se levanta não por causa do livro mas por causa de uma palavras que disse em Penafiel. E não disse nada que não se soubesse já”, referiu Saramago, sumariando o inferno que há na Bíblia: “Incesto, carnificina e violência de todo o tipo”.
"O Deus da Bíblia é rancoroso, vingativo e má pessoa. O Deus da Bíblia não é de fiar", sublinhou o Nobel da Literatura, com o exemplo da história de Sodoma, em que Deus esqueceu as crianças e os inocentes, ardendo todos no fogo.
“O que a Igreja queria, e não consegue, era ter um teólogo ao lado de cada leitor da Bíblia para explicar o que lá está”, argumentou. “Eu sou suficientemente ingénuo para ler o que lá está”, argumentou.
Escusando-se a comentar as palavras do eurodeputado do PSD, Mário David, que o exortou a desistir da nacionalidade portuguesa, o escritor estranhou a forma rápida como a Igreja respondeu. "Ainda o livro estava no forno, a sair para as livrarias, e já a Igreja estava a pronunciar-se", acrescentou.
“Não ando atrás de polémicas. Tenho umas certas convicções e digo umas certas coisas. Nada disto é gratuito. O Caim é uma companhia muito minha há muitos anos”, revelou José Saramago.
"Que há incompreensão, resistências e lóbis velhos, já se sabia", continuou. "Sou uma pessoa que desperta anti-corpos em certas pessoas, não sei bem porquê. Mas consigo viver bem com isso", argumentou.
O escritor reiterou a sua já conhecida opinião sobre a Bíblia e sobre Deus mas concedeu que o livro sagrado, não obstante ser “um rosário de incongruências", tem cosias admiráveis do ponto de vista literário e do pensamento”. E citou como exemplos positivos “O Cântico dos cânticos” e o “Livro dos Salmos”.
Raphael Lacoste lives in Canada, Montreal, with wife and son since 2002. He was born in 1974 in Paris, but lived mostly around Bordeaux, south west of France until he left for Canada..

He studied in 1993 at Fine Arts school, Art and Media option, Photography and Video, at the same time, he was photographer and composer for a theatre company "les Pygmalions". He was already attracted by the scenery, mood and lighting. The Company Gave him the opportunity in 1997 to work on "the little Prince" of St Exupéry, he did there his first 3D pictures that were projected on giant screens with Pani 6KW projectors, Raphael was also the screening coordinator.
Later in 1998, he went to CNBDI school (Angouleme, France) and got a European Master of Art in 3D animation, his movie "Nîumb" was screened at Siggraph 2000, Imagina 2000, Anima mundi 2001...
He had teachers like René Laloux, Director of "Time masters", "Gandahar", "Fantastic Planet"... Raphael was very impressed by the work of his teacher and learned a bit of his knowledge...


Retirado do bolg "I Dream in Infrared" de Rogério Ribeiro


imagem: Paulo Madeira


Opinião:
Quando tirei este filme da prateleira pensei: "Ainda me vou arrepender!". No entanto, o género era-me apelativo e aluguei. O argumento tinha todos os ingredientes ( o imaginário das experiências científicas nazis é um filão ) para uma grande história e, de facto, até perto do fim, o filme foi uma boa surpresa - a produção visual e a fotografia eram boas, as personagens coerentes ( apesar do deja vu no estilo... ), boa caracterização, boa realização, intensidade, etc... Como já disse, tinha tudo para ser um bom filme... O problema é que, no fim, Steven Barker, "borra a pintura" ( pardon my french ) com inconsistências elementares que obliteram o enredo e a essência do próprio filme. É pena... Quem me dera só ter visto a parte inicial do filme e deixar para a imaginação o desenlace. Era difícil fazer pior...
Pedro Ventura já tem editora para o seu terceiro livro que, em princípio estará terminado no fim deste ano. O livro será um regresso ao mundo de Goor, apesar de não ser uma continuação directa das obras anteriores.
O REGRESSO DOS DEUSES
- REBELIÃO -

Em Agosto de 1919, o Evening News de Oklahoma, publicou uma história do veterano capitão canadiano FJ Newhouse.
O terror da Terra de ninguém que perseguia os soldados entre os cadáveres e arrastava-os para a morte, não era uma aparição causada pelo medo de uma mente enlouquecida, ele disse.
Não era um fantasma, nenhuma alucinação, não era uma ficção ... mas uma realidade terrível da Grande Guerra.
A criatura era o resultado de uma experiência científica, talvez a mais repugnante que o mundo tenha conhecido, a criatura era um cão gigante com o cérebro de um homem louco.
Mas, como bem lembra Paijmans, talvez um cão gigante realmente assombrasse as trincheiras, abandonado por seu dono, com fome, rondando o campo de batalha.
E talvez Agatha Christie tivesse algumas boas razões para a escolha da Bélgica durante a Primeira Guerra Mundial como cenário para um dos seus contos sobrenaturais, intitulado ... The Hound of Death (1933).
in Arquivos do Insólito
O Capitão Newhouse declarou que certos fatos foram trazidos à luz, como resultado da recente morte do Dr. Gottlieb Hochmuller num motim de Berlim.
Documentos secretos foram encontrados em sua casa, e provavam que o Cão do Inferno de Mons realmente existiu.
The Day the Earth Stood Still (em português, O dia em que a Terra parou) é um filme americano de 2008, do género ficção científica, realizada por Scott Derrickson. É uma refilmagem do clássico homónimo dirigido por Robert Wise em 1951. Contudo, desta vez, a ameaça à Terra não é a corrida ao armamento, mas sim os danos ao meio ambiente.
A película estreou em Portugal no dia 11 de dezembro, numa distribuição da Castello Lopes Multimedia.

Sinopse:
Inspirado no filme original feito em 1951, The Day The Earth Stood Still é um filme norte-americano que mostra a situação de uma invasão alienígena ao planeta Terra. Numa família normal, uma mulher é capturada pela polícia que a leva para uma reunião secreta com outros cientistas. O objectivo é anunciar que em algumas horas, algo, semelhante a um asteróide chocará com a Terra. Na verdade, o suposto asteróide era um globo gigante que fez um pouso suave no Central Park, em Nova Iorque. De dentro do globo, sai um homem, e um robot gigante. O homem (Klaatu), leva um tiro ao sair, mas recupera, e é interrogado horas depois. Depois desse dia, outros pequenos e grandes globos pousam na Terra.


Como grande fã da versão antiga, comecei a ver este filme com algum receio. No entanto, acho que se conseguiu manter a magia do filme original, por se ter actualizado o tema, mas mantido a trama central. Os actores foram a escolha certa. Scott Derrickson com nota positiva!

O Grupo GICAV está a preparar a segunda edição de uma colectânea de textos de autores de Viseu. Já em 2008, o grupo publicou o livro "Páginas Lentas", uma obra composta por textos de 19 autores de viseu. O resultado da primeira experiência pode ser consultado em www.paginaslentas.blogspot.com.
in Jornal do Centro

Elenco
Martin Landau, como comandante John Koenig
Barbara Bain, como Dra. Helena Russell
Barry Morse, como prof. Victor Bergman (1ª temporada)
Catherine Schell, como Maya (2ª temporada)
Tony Anholt, como Tony Verdeschi
Nick Tate, como cap. Alan Carter
Prentis Hancock, como controller Pawl Morrow (1ª temporada)
Zienia Merton, como Sandra Benes
Clifton Jones, como David Kano
John Hug, como Bill Fraser (1ª temporada)
Anton Philips, como dr. Bob Mathias
Susanne Roquette como Tanya Alexandra
Yasuko Nagasumi, como Yasko
Fruto da imaginação brilhante do pioneiro da ficção científica, Gerry Anderson, chegam-nos aventuras fantásticas que marcaram uma época!
A produção mais ambiciosa de Gerry e Sylvia Anderson continua a ser "Espaço 1999", a melhor série de ficção científica e uma formidável saga espacial britânica dos anos 70. Com um leque de actores bem reais: Martin Landau e Barbara Bain, um casal na vida real, grandes estrelas de "Missão Impossível".
M. Landau é John Koenig, comandante da Base Lunar Alfa, uma fantástcia estrutura que abrange 311 membros de uma comunidade científica, da qual a Dra. Helen Russel (B. Bain) é a chefe da secção médica. No dia 13 de Setembro de 1999 os resíduos nucleares armazenados na Lua explodem. O astro sai da sua órbita e é projectado para o espaço. Os habitantes de Alfa têm de sobreviver, não podem subsistir nua sua base. Que perigos os esperam? Encontrarão na sua viagem um planeta onde poderão habitar?
Influenciado pela estreia de "20001 - Odisseia no Espaço", a acção acontece num cenário gigantesco de uma base lunar asséptica, com tubos de transporte e naves, as Águias. Os efeitos especiais ímpares de Brian Johnson ("O Império Contra-Ataca") tornaram-se possíveis graças ao maior orçamento para uma produção desta época. Descolagens, explosões, naves desconhecidas... um verdadeiro espectáculo de efeitos visuais.


2ª Série
Após a sua primeira época e perante o sucesso internacional da série, o arranque de um "Ano 2" foi acompanhado por uma mudança de formato. Um novo produtor, Fred Freiberger, ligado anteriormente a "Caminho das Estrelas", (Star Trek) chegou dos Estados Unidos para dar ao "Espaço 1999" o estilo que se imagina cativar mais o público do outro lado do Atlântico. A encenação, os cenários, o guarda-roupa, a música, o genérico... tudo foi consideravelmente modificado. Vestidos com novos blusões, os habitantes de Alfa abandonaram a antiga sala de comando e estão agora no exíguo Centro de Controlo. Bergman e Paul já não fazem parte do grupo, e Tony Anholt tem o novo papel de chefe de segurança. E logo desde o primeiro episódio desta nova época todos acolherão uma bela extraterrestre, Maya, a única sobrevivente do planeta Psychon. A maior parte do tempo é Catherine Schell que veste a pele desta personagem, porque, na realidade, a Maya é uma mutante: pode assumir a aparência de qualquer criatura humana, animal... ou monstruosa. É numa ambiência muito mais orientada para a acção e a aventura que se desenrola a segunda época da série. Acabaram-se os grandes temas filosóficos tão gratos à ficção científica; doravante os habitantes de Alfa são determinados, cheios de humor, de recursos e preparados para tudo enfrentar, quer se trate de robôs, monstros ou de outras ameaças com que se deparem nos meandros deste novo e variado universo.
Episódios
01. The Metamorph
02. The Exiles
03. One Moment of Humanity
04. All That Glisters
05. Journey to Where
06. The Taybor
07. The Rules of Luton
08. The Mark of Archanon
09. Brian the Brain
10. New Adam New Eve
11. The AB Chrysalis
12. Catacombs of the Moon
13. Seed of Destruction
14. The Beta Cloud
15. A Matter of Balance
16. Space Warp
17. The Bringers of Wonder, Part 1
18. The Bringers of Wonder, Part 2
19. The Lambda Factor
20. The Seance Spectre
21. Dorzak
22. Devil's Planet
23. The Immunity Syndrome
24. The Dorcons
Se a primeira série era mais "filosófica", com profundos dilemas e menos acção ( mais ao gosto europeu ), a segunda série trouxe novas personagens e um estilo mais "americanizado", mas quem viu não esquece nenhuma! Eu não esqueci e ainda hoje aprecio esta série marcante. Quem não se lembra dos Águias? Do sábio e humano Koening? Do hábil Alan Carter? E... claro, da Maya ( Catherine Schell )... Que arrancava muitos suspiros juvenis na altura e é ainda hoje uma das personagens mais sexys da sci-fi. Senhora simpática com quem troquei alguma correspondência muitos anos depois.

"O problema das contribuições é que algumas pessoas pensam que lá por terem ajudado o fantástico no passado temos que lhes prestar vassalagem. “Oh grande chefe que escreveste sobre o fantástico antes de eu nascer, eu te presto vassalagem com este piaçá com 10 anos de uso, escreve mais artigos em breve porque eu já não tenho papel para limpar o c%.” Eu pelo menos levo isto com sentido de humor, anyway é mais do mesmo esta cena do fantástico em Portugal. Ai tá mau ai ai tá mau, ai que não temos autores ai ai ai…arrangem um gravador como o grande Cunhal que descanse em paz btw. Obviamente Safaa sabes que estou a levar isto com sentido de humor, sou muito mais mal educado ao vivo! XD"
Comentário retirado de um Fórum de Lit. Fantástica e da autoria de RAFA.
* GOOR I e II – A Crónica de FEAGLAR, de Pedro Ventura.
Enquanto leitor senti-me verdadeiramente sugado pela história levando a que consumisse cada pequeno passo da narrativa de forma deliciosa...
"Tem todos os ingredientes: acção, intriga, romance... Se gosta do género, vai adorar este livro. Eu já vou a meio e estou a adorar! A história é fluida e interessante, tendo lugar num mundo imaginário, onde o valor humano tem um papel muito importante. Quem não comprar este livro não sabe o que perde..."
Por Galeondi in Yahoo Brasil

Uma estranha criatura intriga a população de uma cidade do Panamá. Morto por quatro adolescentes em um lago de Cerro Azul, o ser não identificado é apontado como extraterrestre, mas pode ser apenas um animal ainda não catalogado pelos biólogos ou com problemas de formação.
Segundo jornais panamenhos, quatro adolescentes entre 14 e 16 anos estavam em torno do lago, no sábado (12), quando viram uma criatura bizarra saindo de uma gruta. Assustados com sua aparência e com medo de serem atacados, os jovens atiraram pedras até matá-la e a jogaram na água.
A notícia logo se espalhou pela cidade. Retirada do lago, a criatura foi apontada como um ET por moradores da região e pela imprensa local. Outros a descreveram como o personagem “Gollum”, da trilogia “O senhor dos anéis”.
Ouvido pela rede de jornalismo Telemetro, o especialista em vida silvestre do órgão nacional de meio ambiente Melquiades Ramos disse que o caso está sendo investigado e que as características da criatura são “muito peculiares”. Nesta terça-feira (15), foi encontrado no local um animal sem cabeça, que seria uma preguiça. Ainda não se sabe se há alguma relação com o caso do ser encontrado no fim de semana.
in TNA
Pessoalmente, parece-me claramente o corpo de uma perguiça em decomposição, talvez por ter estado na água - seria importante ver os olhos, pois estes assumem certas particularidades após estarem na água. Repare-se que na fotografia no canto superior esquerdo do conjunto, parece ainda haver pelo na zona da barriga. Será que os rapazes acharam a perguiça na água, já em decomposição, e tiraram-lhe o pelo, criando assim mais um hoax? A história original de a terem morto à pedrada ( onde estão as marcas? ) por se terem assustado parece demasiado rebuscada, já para não dizer cruel... O facto de o especialista dizer que a criatura tem "características muito peculiares" volta a baralhar o jogo, mas não dá grandes hipótes à estória, mesmo assim.

Dagon revista-número zero – versão corrigida
Já está disponível a versão final corrigida. Pedimos desculpas pelos erros que foram sendo encontrados. Façam por favor o download desta versão!
Aqui está a Dagon, a nova revista do fantástico. Faz o teu download e não te esqueças de nos dar a tua opinião sobre todos os seus aspecto, seja aqui no correio, no site ou então para o e-mail correiodofantastico@gmail.com
.

Sinopse
Quando se conta uma história, abrem-se ao leitor as portas de um novo mundo. Mas onde está a razão das histórias se não há ninguém para as conhecer? É este o objectivo deste conjunto de quatro contos situados no género do fantástico. Dar a conhecer os mundos e a imaginação das autoras que os criaram e mostrar as imagens e os sentidos que neles se escondem. São espadas e anjos, piratas e profetas, unidos e fragmentados na diversidade dos seus próprios mundos. E, no essencial, uma unidade constante: a da vontade de contar e de partilhar o imaginário.
O autor
Carina Raquel da Costa Portugal Monteiro nasceu a 19 de Junho de 1989, no distrito de Lisboa. Mora actualmente na Amadora e estuda Biologia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Escreve prosa e poesia por gosto e amor às letras e participou já em alguns projectos, entre os quais a revista literária Alterwords. Alguns dos textos, principalmente de poesia, podem ser consultados no blog da autora: http://asameiasdocrepusculo.blogspot.com
Carla Ribeiro, estudante de Medicina Veterinária, natural de S. Martinho de Mouros, nasceu a 20 de Julho de 1986. Premiada em vários concursos literários, tem textos publicados em diversas antologias e colabora assiduamente em diversas publicações electrónicas. Publicou, além disso, os livros “Estrela sem Norte”, “Alma de Fogo”, “Canto de Eternidade”, “Herdeiros de Arasen, vol. I”, “Herdeiros de Arasen, vol. II” , “O Deus Maldito”, “Alma Abandonada”, “Dualidades” (este em co-autoria com Susana Catalão) e “E Morreram Felizes para Sempre”, bem como os e-books “Derivações de Além-Vida”, “Coração Selvagem” e “Fragmentos de Sombra” (este último também na Neolivros). Informação sobre as publicações e excertos das mesmas podem ser encontrados em www.freewebs.com/carlaribeiro
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